
Você já sentiu falta de alguém para te aconselhar em um momento confuso, em que está inseguro? Uma fase em que olha para a sua vida e senti angústia por não ter conquistado ainda o que quer? Quando questiona se sua vida está na rota certa? Quando está incerto sobre que caminho e decisões ter para si e para os que estão a sua volta?
Antes tínhamos avós sábios, pais mais pacientes que, com uma pequena frase, faziam nosso coração serenar. Hoje...temos de pagar psicólogos para termos conselhos...sempre com tempo marcado e cifras que impedem uma relação mais afetuosa e verdadeira, elementos necessários para conferir, junto as palavras, paz a nossa alma. Como isso não acontece...somos remediados em nossos vazios.
Como sinto falta de uma pequena frase....como essa que coloquei acima do texto que refleti sobre a necessidade da beleza em nossa vida. E, como não tenho esse tão importante conselheiro afetivo recorro a uma bela herança deixada por meu avó...livros do jornalista e médico norte-americano Orison Swett Marden. Funcionam, para mim, como conselhos deixados por um avó que não conheci...
Logo eu que desconfio do pragmatismo americano me rendi a esse psicólogo que inaugura uma literatura hoje conhecida como “auto-ajuda“. Marden perpetua através de uma linguagem rebuscada e com uma firmeza nas afirmações os conselhos tão necessários em tempos de conflito interno.
Quero aqui compartilhar conselhos da minha coleção de livros empueirados que preenchem minhas estantes e meus vazios...
“ As coisas não mudam, nós é que mudamos. O início de um hábito é como um fio invisível, mas cada vez que o repetimos o ato reforça o fio, acrescenta-lhe outro filamento, até que se torna um enorme cabo e nos prende de forma irremediável, no pensamento e ação” Marden

Hoje foi o fim de mais um semestre. E despedir-se de uma turma é como perder algo precioso que foi construído com muito cuidado – no entanto, deixo em seguida esse pensamento saudoso quando percebo que algo perdura contrariando a minha ausência e a deles. Algo que possui uma força que tende para a continuidade e nunca ao fim: o conhecimento. Esse que perdura, cresce e nos torna quem somos. Essa turma (com outras que me foram muito especiais) engrandecem e dão força a essa palavra: ensino. Porque no fim das contas descobrimos que o “ensinar” só acontece quando a troca se estabelece, quando a relação se instaura. Hoje, ao fim de mais uma prova, fiquei conversando com alguns alunos que me davam o retorno sobre a minha forma de tratá-los, especialmente sobre os meus famosos “memoriais” (as fichas individuais que faço dos meus alunos acompanhando seu desenvolvimento durante o semestre) além da segunda chance que dou de revisão, corrigindo os exercícios com minhas fichas e os critérios de avaliação. Diziam que se sentiam respeitados e que realmente percebiam a minha vontade de ensiná-los e de não só transmitir o conteúdo.













Mais de 200 mulheres unidas por um sentido de vida coletiva que está além de qualquer formalismo, ideal político ou religioso. Um estar junto alicerçado em sentimentos raros e incomuns nos dias de hoje: o respeito mútuo; a solidariedade e essa palavra de luxo, o amor. Vivem em uma comunidade rural, tão perto e tão longe de Belo Horizonte: Noiva do Cordeiro, em Belo Vale, região Central de Minas, a 100 km da capital mineira.


