<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882</id><updated>2012-01-28T05:55:36.389-08:00</updated><title type='text'>Isabelle Anchieta</title><subtitle type='html'>Discute: comportamento, gênero e comunicação</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>107</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-2934677517619337828</id><published>2011-12-31T18:31:00.000-08:00</published><updated>2012-01-07T13:09:21.851-08:00</updated><title type='text'>GANÂNCIA&gt; O que nos move: ganância, medo e preguiça?!</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Z77ReNflsDg/Tv_GP9Q5jiI/AAAAAAAABUQ/jBIQrsLfm7Y/s1600/Arthur+Tress%252C+Flying+Dream%252C+Queens%252C+NY%252C+1971.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="316" src="http://3.bp.blogspot.com/-Z77ReNflsDg/Tv_GP9Q5jiI/AAAAAAAABUQ/jBIQrsLfm7Y/s320/Arthur+Tress%252C+Flying+Dream%252C+Queens%252C+NY%252C+1971.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;“Em geral somos movidos por ganância, preguiça ou medo.Estamos sempre em busca do meio mais lucrativo, mais fácil e seguro de fazer ascoisas” afirma o arqueólogo e historiador Ian Morris. As palavras dohistoriador andam me atormentando. Ganância, medo e preguiça. Nenhuma delasparece ser digna de algo que gostaríamos de nos identificar. Mas, ao mesmo tempo fazem sentido, incomodam porque édifícil confessar sua presença. A mais &amp;nbsp;incômoda? A preguiça. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Minha maior inimiga. Me irrita como umparente chato do qual não podemos escapar, como uma cama boa, &amp;nbsp;uma comida quenão conseguimos parar de comer, &amp;nbsp;um atraso a um compromisso importante. Desseestado meio bom, meio ruim. De evitar a vida. Esse estado lento, sonolento, deindiferença. De morte lenta...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Minha preguiça é letal, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;É quando paro de acreditarno jogo, nas minhas forças para entrar nele. Me pergunto sempre: Vou assistir apeça ou atuar nela? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Não sei se foram os efeitos colaterais da academia queproduziram esses estados passageiros de niilismo em mim. O conhecimento nosapresenta as mazelas humanas, nos coloca em estado de alerta e desconfiança. Oceticismo e a desnaturalização fundamentam seus princípios. Eles podem nos levar à crítica, à consciência e à revolução, mas podem, colateralmente, desencantar o mundo a um ponto irremediável: o da indiferença, doniilismo. Como tenho medo desse sentimento...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O medo. Chegamos nele. De que temos medo? Um dia percebi queessa resposta determina em grande medida quem somos. Durante uma reportagem commeninos de rua tinha uma pauta: quais são os medos dos meninos que dão medo? Asrespostas eram um misto de &lt;span style="line-height: 115%;"&gt;medos reais misturados com fantasias infantis. “Tenho medo de quandotodas as luzes se apagam. Alguém pode atirar em nós enquanto dormimos”,confessa R.M, de 10 anos. “Tenho medo de bicho venenoso, de gente eu não tenhomedo não”, responde com gesto altivo J.C, de apenas nove anos. “Tenho medo demachucar alguém”, me surpreendeu profunda e definitivamente M.R de 18 anos. Já que o medo,em geral, é algo que nos escapa, que está fora, longe do nosso controle, comoos acidentes, a violência e etc. Mas M.R me ofereceu, com aquela inesperadaresposta, uma intrigante reflexão: o medo que deveríamos ter de nós mesmos, dahistória que construímos, das experiências pelas quais passamos, da forma querespondemos a elas e, especialmente, da influência daquilo que nos tornamossobre os demais. Como afetemos os outros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Comomais afetamos? Agindo ou nos omitindo? Uma mãe ausente e indiferente é pior queuma mãe presente da forma errada para seu filho? Ou mesmo nosso país: será queele não é afetado por nossa indiferença política? Por nossa apatia diante dacorrupção? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Nesseponto concordo com a estranha afirmação do historiador ao dizer que a preguiçamove o mundo. Move sim. O não fazer é um tipo ruim de fazer que as coisasaconteçam, uma forma de afetar os demais. Um amigo que desistiu de lutar, quedeprime-se, nos afeta. Muito!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Porisso, dos sentimentos descritos pelo professor acho a ganância o preferível.Nada louvável, eu sei, já que sempre nos ensinaram que expressar nossa gana, nossavontade de poder, de reconhecimento e sucesso é ruim. Sinônimos de vaidade e egoísmo.&amp;nbsp; Que bom que o Nietzsche me libertou dessepudor moral. Aprendi, como ele (e com minha mãe) que não devemos dissimular oque desejamos. Eu quero! De assumir os desejos de grandeza, de saber que essedesejo é legítimo, viável e que pode, sim, ser realizado para colaborar com osdemais. Pois todas as criações apaixonadas, por mais que não tivessem o outro como objetivo, &amp;nbsp;acabaram contribuindo mais do que as ações que iniciam-se com razões supostamente altruístas. &amp;nbsp;Pois, o que nos move é essa paixão em criar, realizar. Santos Dumont, ao criaro avião, não poderia imaginar os seus usos. Ele queria voar, tinha paixão. Essagana não reduz a solidariedade de sua criação. Pois se não fosse movido poresse “egoísmo” em se realizar sem restrições não teria tido as forçasnecessárias para levá-lo a cabo.&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Por isso, para2012, desejo que as pessoas tenham menos preguiça, menos medo e que possamassumir sua “gana” pela vida de maneira legítima e apaixonada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-2934677517619337828?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/2934677517619337828/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=2934677517619337828&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/2934677517619337828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/2934677517619337828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2011/12/ganancia-medo-e-preguica.html' title='GANÂNCIA&gt; O que nos move: ganância, medo e preguiça?!'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Z77ReNflsDg/Tv_GP9Q5jiI/AAAAAAAABUQ/jBIQrsLfm7Y/s72-c/Arthur+Tress%252C+Flying+Dream%252C+Queens%252C+NY%252C+1971.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-1160973606071851035</id><published>2011-12-19T07:43:00.000-08:00</published><updated>2012-01-07T13:09:43.386-08:00</updated><title type='text'>PODER E IMAGEM&gt; Formas e poder sempre andam juntos</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;Caros, compartilho reportagem especial do Jornal Hoje em Dia sobre as formas femininas. Concedi entrevista para a jornalista Elemara Duarte -que faz um belo trabalho nesse jornal- abordando como as formas do corpo e as exigências estéticas são forjadas na disputa de poder simbólico entre diversas forças sociais que são institucionais e de gênero. Abaixo link do blog gordinhas maravilhosas com a matéria - o blog também é tema da reportagem, Bjs&lt;a href="http://http//www.gmaravilhosas.com/2011/12/estilo-e-sentimento-fazem-diferenca.html?spref=fb#axzz1gziUqnI7"&gt;Estilo e sentimento fazem a diferença&lt;/a&gt; ~ Gordinhas Maravilhosas ®&lt;a href="http://http//www.gmaravilhosas.com/2011/12/estilo-e-sentimento-fazem-diferenca.html?spref=fb#axzz1gziUqnI7"&gt;&lt;/a&gt;www.gmaravilhosas.com&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-1160973606071851035?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/1160973606071851035/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=1160973606071851035&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1160973606071851035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1160973606071851035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2011/12/caros-compartilho-reportagem-especial.html' title='PODER E IMAGEM&gt; Formas e poder sempre andam juntos'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-3572811457558034908</id><published>2011-11-29T06:44:00.000-08:00</published><updated>2012-01-07T13:10:09.779-08:00</updated><title type='text'>BRUXAS&gt; "As bruxas e as faces do feminino", artigo na revista Mente e Cérebro</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;Caros,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-WeB7ON4AVU4/TtTvC9K0dDI/AAAAAAAABTQ/op6RKu8wWmE/s1600/produto_2264_o_poder_dos_bebes.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-WeB7ON4AVU4/TtTvC9K0dDI/AAAAAAAABTQ/op6RKu8wWmE/s200/produto_2264_o_poder_dos_bebes.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;Já nas bancas um artigo que escrevi para edição de dezembro da Revista Mente e Cérebro (Scientific American). Com o título: "&lt;b&gt;As bruxas e as faces do feminino&lt;/b&gt;". Nele discuto a vinculação das mulheres com as práticas pagãs. Dentre elas as Tupinambás Antropófagas brasileiras - representadas em xilogravuras de artistas europeus e que influenciaram a iconografia das bruxas do séc. XV e XVI na Europa, na transição da Idade Média para o Renascimento. Erotismo, exotismo e temor marcam esse imaginário feminino. O artigo é um trecho da minha tese de doutoramento,&lt;br /&gt;Confiram,&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-3572811457558034908?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/3572811457558034908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=3572811457558034908&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/3572811457558034908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/3572811457558034908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2011/11/as-bruxas-e-as-faces-do-feminino-artigo.html' title='BRUXAS&gt; &quot;As bruxas e as faces do feminino&quot;, artigo na revista Mente e Cérebro'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-WeB7ON4AVU4/TtTvC9K0dDI/AAAAAAAABTQ/op6RKu8wWmE/s72-c/produto_2264_o_poder_dos_bebes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-3209483049070551738</id><published>2011-11-21T14:44:00.001-08:00</published><updated>2012-01-07T13:10:30.849-08:00</updated><title type='text'>JORNALISMO E CONHECIMENTO&gt; O paradoxal estatuto do conhecimento jornalístico: entre a desconsideração e o protagonismo do saber produzido pelas notícias nas sociedades modernas</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black; color: #999999; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black; color: white; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; line-height: 14px;"&gt;Caros,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black; color: white; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; line-height: 14px;"&gt;Acabo de publicar um artigo na Revista Intercom _ Revista Brasileira de Ciências da Comunicação, Vol. 34, No 2. Eles disponibilizaram o texto na íntegra. Abaixo o resumo e o link. Estou muito contente com essa publicação em especial. Primeiro pela respeitabilidade, a revista é Qualis A pela Capes e segundo por manter meu vínculo - eterno - com o Jornalismo e sua reflexão. O que devo tanto a&lt;/span&gt;&lt;span class="text_exposed_show" style="background-color: black; color: white; display: inline; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; line-height: 14px;"&gt;&amp;nbsp;meus alunos e nosso vivo debate em sala e também ao que de bom tem sido feito pela imprensa e por jornalistas brasileiros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black; color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h6 class="uiStreamMessage" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:1}" style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-weight: normal; line-height: 14px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left; word-wrap: break-word;"&gt;&lt;span class="messageBody" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:3}" style="background-color: black; color: white; font-size: small;"&gt;&lt;div class="text_exposed_root text_exposed" id="id_4ecaced3a77e73148202790" style="display: inline;"&gt;&lt;span class="text_exposed_show" style="display: inline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revcom2.portcom.intercom.org.br/index.php/rbcc/article/view/6504/5575"&gt;"&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;O paradoxal estatuto do conhecimento jornalístico: entre a desconsideração e o protagonismo do saber produzido pelas notícias nas sociedades modernas"&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Isabelle Anchieta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conhecimento jornalístico produz um debate paradoxal: por um lado é a forma mais adequada de conhecer o presente e os fatos distantes tornando-se central nas sociedades modernas; por outro é tido como um conhecimento insuficiente, fragmentado e ideologicamente comprometido sobre realidade social. Neste artigo questionaremos: qual é, afinal, o estatuto do conhecimento jornalístico nas sociedades modernas? Iremos inserir a discussão no contexto da crise das narrativas e da ciência como verdade. Seus efeitos atingem o jornalismo de forma particular e instauram um dilema: se ele não pode legitimar-se em sua cientificidade estaria assim mais próximo do conhecimento do senso comum? Para tanto iremos comparar duas perspectivas teóricas fundadoras sobre o conhecimento noticioso: a do alemão Tobias Peucer, no século 17, e do americano Robert Park, no século 20. Nessa comparação nos interessa observar o que muda, mas especialmente o que permanece nas práticas noticiosas para, enfim, compor um ethos do conhecimento jornalístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revcom2.portcom.intercom.org.br/index.php/rbcc/article/view/6504/5575" rel="nofollow nofollow" style="cursor: pointer; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;http://&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;&lt;span class="word_break" style="display: inline-block;"&gt;&lt;/span&gt;revcom2.portcom.intercom.org.br&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;&lt;span class="word_break" style="display: inline-block;"&gt;&lt;/span&gt;/index.php/rbcc/article/view/&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;&lt;span class="word_break" style="display: inline-block;"&gt;&lt;/span&gt;6504/5575&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;&lt;div class="mvm plm uiStreamAttachments clearfix uiAttachmentNoMedia" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:10}" style="border-left-color: rgb(204, 204, 204); border-left-style: solid; border-left-width: 2px; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; line-height: 14px; margin-bottom: 10px; margin-top: 10px; padding-left: 10px; text-align: left; zoom: 1;"&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="fsm fwn fcg"&gt;&lt;div class="uiAttachmentTitle" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:11}" style="word-wrap: break-word;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revcom2.portcom.intercom.org.br/index.php/rbcc/article/view/6504/5575" rel="nofollow" style="cursor: pointer; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black; color: white;"&gt;Anchieta&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="caption" style="background-color: black; color: white;"&gt;revcom2.portcom.intercom.org.br&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h6 class="uiStreamMessage" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:1}" style="background-color: white; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; font-weight: normal; line-height: 14px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; word-wrap: break-word;"&gt;&lt;span class="messageBody" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:3}" style="color: #444444;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-3209483049070551738?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/3209483049070551738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=3209483049070551738&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/3209483049070551738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/3209483049070551738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2011/11/o-paradoxal-estatuto-do-conhecimento.html' title='JORNALISMO E CONHECIMENTO&gt; O paradoxal estatuto do conhecimento jornalístico: entre a desconsideração e o protagonismo do saber produzido pelas notícias nas sociedades modernas'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-1401760938303900286</id><published>2011-10-27T12:14:00.000-07:00</published><updated>2012-01-07T13:10:50.030-08:00</updated><title type='text'>PAZ E LUTA&gt; A vida é luta e a paz um momento de descanso</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://2.gvt0.com/vi/zfyrhQSwK24/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zfyrhQSwK24&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/zfyrhQSwK24&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Quem conhece essa paz? Esse intervalo curto, mas quase eterno entre as lutas que nos arrebatam?&lt;br /&gt;Atravessamos panoramicamente&amp;nbsp;esse mar revolto.&lt;br /&gt;Num misto de medo e atração.&lt;br /&gt;Quando recuar torna a perda inevitável e o avançar parece ser a única forma de sobreviver.&lt;br /&gt;Seguir mesmo diante da&amp;nbsp;iminência&amp;nbsp;da aniquilação,&lt;br /&gt;Quando os tamanhos se&amp;nbsp;desfazem&amp;nbsp;na luta desesperada para continuar a existir,&lt;br /&gt;Essa paz&lt;br /&gt;Essa paz que chega num instante, como um mar sereno. Esse mesmo mar. Incontrolável, imprevisível que ora nos pede essa energia carregada de coragem e medo, ora nos concede seu silêncio, como se fossem duas naturezas distintas, mas que comandassem única e sabiamente os nossos limites.&lt;br /&gt;Essa paz,&lt;br /&gt;Esse intervalo, que só faz sentido após mares revoltos, remexidos, revirados pela dança&amp;nbsp;desarmônica-harmônica de seguir, adiante!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-1401760938303900286?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/1401760938303900286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=1401760938303900286&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1401760938303900286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1401760938303900286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2011/10/vida-e-luta-e-paz-um-momento-de.html' title='PAZ E LUTA&gt; A vida é luta e a paz um momento de descanso'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-7728242151193323473</id><published>2011-10-04T15:58:00.000-07:00</published><updated>2012-01-07T13:11:10.355-08:00</updated><title type='text'>CONVITE LIPOVETSKY&gt; Participe da "Tela Global"</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;i style="background-color: black;"&gt;Caros,&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;i style="background-color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;i style="background-color: black;"&gt;Quero dividir &amp;nbsp;um convite&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: arial, sans-serif; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;i style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;O filósofo francês Gilles Lipovetsky transformou em exposição seu livro "A Tela Global" &amp;nbsp;em que trata a dominância das telas de computadores, celulares, cinema em nossa vida, no que chama de “ecranosfera”. A exposição será aberta em janeiro em Barcelona pelo&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; font-size: small;"&gt;CCCB (Centre de Cultura&amp;nbsp;Contemporânea&amp;nbsp;de Barcelona)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: arial, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-color: black; color: white; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;e percorre a Europa durante o ano de 2012.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: arial, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-color: black; color: white; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: arial, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-color: black; color: white; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Ele nos convida a participar,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: arial, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-color: black; color: white; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: arial, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-color: black; color: white; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Haverá uma exposição paralela que receberá vídeos de 2 minutos que abordem uma das telas temáticas:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: arial, sans-serif; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Arial, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;b style="background-color: black;"&gt;História, Política, Esporte, Publicidade (moda, marcas, rebeldia), Excesso (velocidade,&amp;nbsp;violência, entretenimento e etc.), Vigilância e Jogo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: arial, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: arial, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-color: black; color: white; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Trata-se de uma oportunidade para professores e alunos de comunicação enviarem e exibirem seus trabalhos associados a essas instigantes provocações filosófica levantadas pelo sociólogo francês:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: arial, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: arial, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="background-color: black; color: white; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;“Quais os efeitos dessa proliferação das telas em matéria de relação com o mundo e os outros, com o corpo e as sensações?”&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: arial, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-color: black; color: white;"&gt;“Que forma de vida cultural e democrática anuncia o triunfo das imagens digitais? Que destino se abre para o pensamento e à expressão artística?”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: arial, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-color: black; color: white;"&gt;“Até que ponto a vida mesma do homem contemporâneo está sendo reestruturada por essa pletora de telas?”(LIPOVETSKY, p.12,2009).&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: arial, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="background-color: black; color: white; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: arial, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-color: black; color: white; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Basta enviar o vídeo pelo&amp;nbsp;&lt;b&gt;site&lt;/b&gt;&amp;nbsp;(lá há também pequenos vídeos explicando a proposta de cada tela temática):&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: arial, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: arial, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://pantallaglobal.cccb.org/es/" target="_blank"&gt;http://pantallaglobal.cccb.&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;org/&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: arial, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Abraço,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Isabelle Anchieta&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="225" src="http://player.vimeo.com/video/26998712?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" webkitallowfullscreen="" width="400"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/26998712"&gt;Pantalla Publicidad&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/pantallaglobal"&gt;Pantalla Global // CCCB&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com/"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="220" src="http://player.vimeo.com/video/26998497?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" webkitallowfullscreen="" width="400"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/26998497"&gt;Pantalla exceso&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/pantallaglobal"&gt;Pantalla Global // CCCB&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com/"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="293" src="http://player.vimeo.com/video/26998561?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" webkitallowfullscreen="" width="400"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/26998561"&gt;Pantalla Historia&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/pantallaglobal"&gt;Pantalla Global // CCCB&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com/"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="220" src="http://player.vimeo.com/video/26998696?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" webkitallowfullscreen="" width="400"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/26998696"&gt;Pantalla vigilancia&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/pantallaglobal"&gt;Pantalla Global // CCCB&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com/"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="220" src="http://player.vimeo.com/video/26998669?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" webkitallowfullscreen="" width="400"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/26998669"&gt;Pantalla Juego&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/pantallaglobal"&gt;Pantalla Global // CCCB&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com/"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-7728242151193323473?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/7728242151193323473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=7728242151193323473&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/7728242151193323473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/7728242151193323473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2011/10/participe-da-tela-global.html' title='CONVITE LIPOVETSKY&gt; Participe da &quot;Tela Global&quot;'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-8969921077394093206</id><published>2011-09-22T12:43:00.000-07:00</published><updated>2012-01-07T13:25:56.531-08:00</updated><title type='text'>O POEMA E A PEDRA&gt; Em um dia a pedra é um poema, no outro: pedra</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/--8izZLjY_80/TnuO2geBsrI/AAAAAAAABRs/qiyh0VqA5M4/s1600/images+%252832%25294499.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="216" src="http://2.bp.blogspot.com/--8izZLjY_80/TnuO2geBsrI/AAAAAAAABRs/qiyh0VqA5M4/s320/images+%252832%25294499.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black; color: #f3f3f3; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Georgia, serif;"&gt;Há dias que uma pedra pode inspirar um poema (que o diga Drummond), mas háoutros que pedra é pedra mesmo e ponto final.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black; color: #f3f3f3; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black; color: #f3f3f3; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black; color: #f3f3f3; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black; color: #f3f3f3; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;u2:p&gt;&lt;/u2:p&gt;Nisso parafraseio uma fala da mineira Adélia Prado em umapalestra. Nunca me esqueci. Não seria possível. Os dias me lembram...&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black; color: #f3f3f3; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black; color: #f3f3f3; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black; color: #f3f3f3; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black; color: #f3f3f3; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;u2:p&gt;&lt;/u2:p&gt;Em uns a vida parece repleta de sentido. Nos julgamosúteis. Amados. Desejados. Necessários;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black; color: #f3f3f3; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; color: #f3f3f3; font-family: Georgia, serif;"&gt;Os propósitos parecem bons e a força para alcançá-los nos toma.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;u2:p&gt;&lt;/u2:p&gt;Em outros...&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Georgia, serif;"&gt;Nos sentimos sem energia, vazios,&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Georgia, serif;"&gt;A falta de sentido nos arrebata.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;E se avidanão faz sentido, nossa vida parece contribuir para esse nada,&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Georgia, serif;"&gt;Não acreditamos no nosso valor e por isso, não sabemos porque&amp;nbsp;nosdão atenção, se preocupam...&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;u2:p&gt;&lt;/u2:p&gt;“Se me escavarem nada encontraram” só frio e solidão ouquem sabe “desejo, quase ingratidão” (Adélia Prado).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;u2:p&gt;&lt;/u2:p&gt;Me pergunto: Como a mesma coisa que pode nos alegrar um diapode, no outro, ser fruto da nossa tristeza?&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;u2:p&gt;&lt;/u2:p&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Georgia, serif;"&gt;Isso me lembra Khalil Gibran: “Não é a taça que contém vosso vinho amesma que foi queimada no forno do oleiro?”&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;u2:p&gt;&lt;/u2:p&gt;A mineira tinha mesmo razão: Um dia a pedra é um poema, nooutro: pedra.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;u2:p&gt;&lt;/u2:p&gt;Do tédio ao entusiasmo. Do entusiasmo ao tédio.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;u2:p&gt;&lt;/u2:p&gt;Queria constância.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;u2:p&gt;&lt;/u2:p&gt;Não a encontrei,&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;u2:p&gt;&lt;/u2:p&gt;Parece que só quem renuncia a vida _ através da religião,do niilismo, do budismo, da ignorância _ a encontra,&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;u2:p&gt;&lt;/u2:p&gt;Não quero me esvaziar para nada sentir, ou enganar meussentidos,&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Georgia, serif;"&gt;Quem sabe me conformo e passo a entender, tal como Gibran, essaindissociável e inescapável &amp;nbsp;relação&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Georgia, serif;"&gt;"Elas são inseparáveis.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Georgia, serif;"&gt;Vêm sempre juntas;e quando uma está sentada à vossa mesa, lembrai-vos de que a outra dorme emvossa cama.Em verdade, vós estais suspensos como os pratos de uma balança entrevossa tristeza e vossa alegria.É somente quando estais vazios que estaisequilibrados.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Georgia, serif;"&gt;Quando o guarda do tesouro vos suspende para pesar seu ouro e sua prata,então deve a vossa alegria ou a vossa tristeza subir ou descer”.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;u2:p&gt;&lt;/u2:p&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;u2:p&gt;&lt;/u2:p&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Georgia, serif; line-height: 115%;"&gt;(“A Alegria e a Tristeza segundo o profeta”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Georgia, serif; line-height: 115%;"&gt;GibranKhalil Gibran, 1883 –1931.&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;In:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;O Profeta&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;, pp. 27-28).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-8969921077394093206?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/8969921077394093206/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=8969921077394093206&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/8969921077394093206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/8969921077394093206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2011/09/um-dia-pedra-e-um-poema-no-outro-pedra.html' title='O POEMA E A PEDRA&gt; Em um dia a pedra é um poema, no outro: pedra'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/--8izZLjY_80/TnuO2geBsrI/AAAAAAAABRs/qiyh0VqA5M4/s72-c/images+%252832%25294499.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-6256311062213888161</id><published>2011-08-31T06:15:00.000-07:00</published><updated>2012-01-07T13:11:26.033-08:00</updated><title type='text'>AMIZADE&gt;  o tempo da delicadeza</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-dU_FWePvt1Q/Tl40WfJ3iHI/AAAAAAAABPM/MldjM7iXup0/s1600/delicadeza%2B%25281%2529.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5647008543693834354" src="http://1.bp.blogspot.com/-dU_FWePvt1Q/Tl40WfJ3iHI/AAAAAAAABPM/MldjM7iXup0/s400/delicadeza%2B%25281%2529.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 266px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: transparent;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Reencontrar um amigo da adolescência é um hiato que atualizar o tempo da delicadeza, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Onde a entrega era fato,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;impensado,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;certo,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;A autenticidade era a língua, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: transparent;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;o idioma corrente,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;A desconfiança uma nuvem, escura, pequena e distante no horizonte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Onde a alegria reinava como um bem gratuito e disponível,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;E tudo era intenso: das brigas, às reconciliações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Uma delicadeza feita de autenticidade e não de fragilidades,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;De paixão e não de conveniência,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;De doação e não de tempos restritos, cronometrados, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Eu encontrei esse tempo novamente no abraço de uma velha amiga,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;E senti que ele não ficou para trás... &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-6256311062213888161?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/6256311062213888161/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=6256311062213888161&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/6256311062213888161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/6256311062213888161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2011/08/amizade-o-tempo-da-delicadeza.html' title='AMIZADE&gt;  o tempo da delicadeza'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-dU_FWePvt1Q/Tl40WfJ3iHI/AAAAAAAABPM/MldjM7iXup0/s72-c/delicadeza%2B%25281%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-326785876951981166</id><published>2011-06-30T12:14:00.000-07:00</published><updated>2012-01-07T13:11:43.626-08:00</updated><title type='text'>DECISÕES&gt; Hoje eu tenho que decidir</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Decidir que essa página em branco das indeterminações do &lt;i&gt;"tudo o que pode ser"&lt;/i&gt; conforme-se, enfim, nas linhas de um trajeto,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;É o fim da perfeição,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Dos múltiplos e infinitos caminhos dos sonhos na escolha incerta de uma realidade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Tortuosa, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Invisível aos nossos olhos,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Durante os momentos de decisões clamamos, em vão, os olhos das águias, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mas, não vemos além,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Nesse ponto de cegueira a vida nos apresenta dois caminhos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Parar no sonho ou seguir uma realidade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Optar, arriscar&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Dizem que sonhar é bom: não é!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Sonhar é não ser. Sonhar é uma forma de covardia.  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Realizar-se, mesmo que isso pareça infinitamente mais rude que o sonho: é ser, é errar, é tentar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mas, é acima de tudo viver&lt;b&gt; &lt;i&gt;uma&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; vida. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Permanecer no sonho é a morte. É o não ter sido nada a espera do milagre sempre a frente do tempo, que para ser sonho, não se realiza nunca no presente...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O eterno retorno do nada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;É preciso realizar o sonho. Mesmo que essa realização seja precária, parcial, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Sob pena de nos condenarmos a mais torturante forma de viver. A convivência e a conivência com a nossa não realização, a falta de significado de nossa vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Como bem nos lembra Norbert Elias, na biografia de Mozart:  “para se compreender alguém, é preciso conhecer os anseios primordiais que este deseja satisfazer. A vida faz sentido ou não para as pessoas, dependendo da medida em que elas conseguem realizar tais aspirações. (...) Quase todos têm desejos claros, passíveis de ser satisfeitos; quase todos tem alguns desejos mais profundos impossíveis de ser satisfeitos”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Eis a razão de nossa incompletude, mas também a nossa parcial e potencial realização nesse mundo. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-326785876951981166?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/326785876951981166/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=326785876951981166&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/326785876951981166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/326785876951981166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2011/06/hoje-eu-tenho-que-decidir.html' title='DECISÕES&gt; Hoje eu tenho que decidir'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-6687115147459562045</id><published>2011-05-22T08:27:00.000-07:00</published><updated>2012-01-07T13:12:03.166-08:00</updated><title type='text'>SONHOS&gt; Sonhar sabendo que se está a sonhar</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-uh2MbO7tucw/Tdkr7jnfYRI/AAAAAAAABNc/FrUOdI87HKY/s1600/lady-gaga-hello-kitty-2.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5609563113039814930" src="http://1.bp.blogspot.com/-uh2MbO7tucw/Tdkr7jnfYRI/AAAAAAAABNc/FrUOdI87HKY/s400/lady-gaga-hello-kitty-2.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 400px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; Ser o que não se é. Imaginar o que não está. Sentir. Presentificando uma experiência contra a materialidade dada. Reinventamos o tempo. Passamos para o outro lado. Para usar outras roupas. Somos homens, mulheres. "Cross-dressing". O corpo pode ganhar novas formas. Seios, cabelos, pinturas. Lúdico. “Homo Ludens” (Huizinga).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;               A cultura é a nossa natureza. Brincamos de ser. Ser mulher, ser homem, adolescentes, punks, hippies, drags. Brincamos de ser o que somos nesses outros.  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;               As estereotipas não são mais "tipos fixos", mas móveis. Sobrepõem-se. Chocam-se, mas combinam-se contra todas as probabilidades de darem certo. Dão certo. Loiras, inteligentes, Madonas, recatadas, sexys = Ladys Gagas. Conscientes de que o mundo não pode ser levado à sério. "Desdramatizar o mundo" é escolher o riso e não o conflito. É saber transitar, colocando o peso da armadura no chão em privilégio da leveza do movimento contraditório. Barroco. De ser claro e escuro. De mudar de posição. As trocas são a razão da nossa tolerância. O que é rígido não troca: separa. Tudo que troca, combina-se, choca-se, mas sempre comunica-se. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;               Saímos de sistemas de formalidades que hierarquizam, para informalidades que democratizam sem igualar (ELIAS,). Quem sabe um dia poderemos entender que a democracia é, na prática, e com toda justiça uma “meritocracia”. Quando as condições iguais são a base para pessoas diferentes  disputarem entre si. Pois, investimos em interesses diferentes e é essa aposta e essa determinação ou melhor, paixão, que deve nos diferenciar. É a descoberta dela e seu florescimento a causa do nosso sucesso ou fracasso. Tornar-se consciente de sua paixão, escolher, apostar (que é também arriscar-se) e investir. Criar o que não estava. Tanto a si, quanto ao seu entorno. Um ser que não é mais um &lt;i&gt;a priori&lt;/i&gt;, mas um &lt;i&gt;a posteriori&lt;/i&gt;. Não sou “professora”, mas torno-me professora a cada vez que leciono uma aula (essa ideia devo à Vera França). Nossos lugares não são mais dados de antemão. Não somos respeitados porque temos uma nomeação ou lugar social. O respeito é uma conquista movida por um esforço ininterrupto...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;De ser o que se deseja ser. De tornar-se o que se é. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;De "sonhar, sabendo que se está a sonhar". &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-6687115147459562045?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/6687115147459562045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=6687115147459562045&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/6687115147459562045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/6687115147459562045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2011/05/sonhar-sabendo-que-se-esta-sonhar.html' title='SONHOS&gt; Sonhar sabendo que se está a sonhar'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-uh2MbO7tucw/Tdkr7jnfYRI/AAAAAAAABNc/FrUOdI87HKY/s72-c/lady-gaga-hello-kitty-2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-6649460013002187096</id><published>2011-04-12T16:43:00.000-07:00</published><updated>2012-01-07T13:12:22.509-08:00</updated><title type='text'>CABELO E SOCIEDADE &gt;Os sentidos sociais dos cabelos são tema de entrevista publicada na Folha de São Paulo</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/--O8Tr8S7Lkk/TaTlKlkMj9I/AAAAAAAABM8/3y5wN0iMTVY/s1600/cabelos%2Bfds.jpeg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5594848607146381266" src="http://1.bp.blogspot.com/--O8Tr8S7Lkk/TaTlKlkMj9I/AAAAAAAABM8/3y5wN0iMTVY/s400/cabelos%2Bfds.jpeg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 345px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Caros,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Concedi entrevista para o jornal Folha de São Paulo (caderno Equilíbrio) sobre as mudanças do sentido social dos cabelos femininos. Estou preparando um comparativo, década por década, para a tese. Na reportagem da Folha há um pequeno trecho da pesquisa que pode ser acessado pelo link:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/901324-brasileira-esta-brincando-mais-com-cores-e-cortes-de-cabelos.shtml"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/901324-brasileira-esta-brincando-mais-com-cores-e-cortes-de-cabelos.shtml&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-6649460013002187096?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/6649460013002187096/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=6649460013002187096&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/6649460013002187096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/6649460013002187096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2011/04/os-sentidos-sociais-dos-cabelos-sao.html' title='CABELO E SOCIEDADE &gt;Os sentidos sociais dos cabelos são tema de entrevista publicada na Folha de São Paulo'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/--O8Tr8S7Lkk/TaTlKlkMj9I/AAAAAAAABM8/3y5wN0iMTVY/s72-c/cabelos%2Bfds.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-1867768939061589982</id><published>2011-03-26T11:40:00.000-07:00</published><updated>2012-01-07T13:12:39.993-08:00</updated><title type='text'>ESPERANÇA X PAIXÃO&gt; A esperança é o pior dos males</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-LSEUq1ZRlV8/TY4zkTtMXGI/AAAAAAAABM0/1tVOFlBi8eA/s1600/pandora%2BDante%2BGabriel%2BRossetti%252C%2B1869.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588460886471498850" src="http://2.bp.blogspot.com/-LSEUq1ZRlV8/TY4zkTtMXGI/AAAAAAAABM0/1tVOFlBi8eA/s400/pandora%2BDante%2BGabriel%2BRossetti%252C%2B1869.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 400px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 274px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Rosetti, 1828&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Aprendemos com o mito de Pandora e de sua caixa que a esperança é a “última que morre”. Para quem não conhece, Pandora é um mito grego para explicar a criação da primeira mulher mortal. Só haviam homens na terra e eles não possuíam inteligência vivendo como bestas (sem reflexividade, cultura e técnicas).  Um deus titã chamado Prometeu quis enganar a Zeus (deus que governa os demais) e ajudar os homens levando o fogo divino do Monte Olímpo (que representava a inteligência) para a Terra. Algumas versões relatam que Atena o teria ajudado. Furioso Zeus castiga Prometeu. Acorrenta-o no monte Cáucaso onde todos os dias uma ave picava-lhe o fígado, curando-se todas as noites. Num ciclo infindável de sofrimento, cura e sofrimento.   &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Zeus decide, igualmente, vingar-se dos homens criando a mulher. Denominada de Pandora, "a rica em presentes". Um dos titãs, Hefesto, a fez assim por ordem de Zeus, reunindo todos os dons dos Deuses: Atena (Minerva) lhe deu a vida com um sopro e ensinou-lhe a arte da tecelagem; Afrodite (Vênus) deu-lhe a beleza; Apolo confere-lhe a voz suave do canto e a música; Hermes (Mercúrio) a persuasão. Por tudo isso ela recebeu o nome de Pandora: "a que possui todos os dons". Ela seria a forma mais perfeita e eficaz para levar o malefício para a Terra. Ao abrir sua caixa espalha todos os males para os homens. A única coisa que Pandora consegue manter dentro dela é a Esperança.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Uma última benevolência de Zeus? Não. O pior dos males enviado aos homens (e mulheres).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Desesperar. Esperar. Esperança. A crença de que tudo será melhor amanhã. Que a vida sempre nos reserva algo bom ao fim. Uma consolo para termos paciência na dor, pois "o que é seu está guardado" (como a esperança na caixa de Pandora). Acorrentados, imobilizados pela espera do melhor perpetuamos a dor. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;No fundo o castigo de Prometeu e dos homens é similar: “Zeus queria, com efeito, que o homem, mesmo torturado por outros males, não rejeitasse contudo a vida, mas continuasse a se deixar torturar sempre de novo” (Nietzsche, HDH, p.75).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;“Para isso dá ao homem a esperança: na verdade ela é o pior dos males, pois prolonga os tormentos do homem” (Nietzsche, HDH, p.75)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas, o que nos faz lutar? Agir, depois que perdemos a esperança? A paixão. Sermos arrebatados por algo. Aquilo que captura todas as nossas forças. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A paixão é feita de violência. De urgência. Não há moderação, mas excesso. Entrega. Risco. Não nos preservamos. Não poupamos uma gota de nossa energia e encontramos outras mais quando julgamos ter perdido todas. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Queremos e queremos agora. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Abundam forças na paixão. Fazermos coisas que não nos julgávamos capazes. Superamos a nós mesmos. O impossível: possível. A paixão é feita de entusiasmo. De comover-se. Mover-se. Ela não é uma espera, mas uma coragem alegre.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Grandes são os homens e mulheres que perderam as esperanças, mas mantiveram-se fiéis as suas paixões. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-1867768939061589982?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/1867768939061589982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=1867768939061589982&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1867768939061589982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1867768939061589982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2011/03/esperanca-e-o-pior-dos-males.html' title='ESPERANÇA X PAIXÃO&gt; A esperança é o pior dos males'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-LSEUq1ZRlV8/TY4zkTtMXGI/AAAAAAAABM0/1tVOFlBi8eA/s72-c/pandora%2BDante%2BGabriel%2BRossetti%252C%2B1869.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-1315114237200104575</id><published>2011-03-23T15:48:00.000-07:00</published><updated>2012-01-07T13:13:05.347-08:00</updated><title type='text'>FACEBOOK E AUTO-REPRESENTAÇÃO&gt; Facebook, o novo espelho de narsciso(a)</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-rfFh0RMySRs/TaWtoZo6sWI/AAAAAAAABNE/s2mW8SIbGCk/s1600/capa-revista-mente-cerebro-abril%2B2011.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5595069021666586978" src="http://3.bp.blogspot.com/-rfFh0RMySRs/TaWtoZo6sWI/AAAAAAAABNE/s2mW8SIbGCk/s400/capa-revista-mente-cerebro-abril%2B2011.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 400px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 306px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Assino na edição de abril da revista Mente e Cérebro (Scientific American) o artigo que trata do Facebook, como nova forma de sociabilidade, explicando histórica e socialmente o nosso fascínio pela imagem&lt;br /&gt;Confiram, já está nas bancas em SP e RJ e a partir do dia 25 nos outros estados,&lt;br /&gt;Clique no &lt;a href="http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/facebook_o_novo_espelho_de_narciso.html"&gt;link para o site da revista com trecho do artigo&lt;/a&gt;,&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-1315114237200104575?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/1315114237200104575/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=1315114237200104575&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1315114237200104575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1315114237200104575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2011/03/facebook-o-novo-espelho-de-narscisoa.html' title='FACEBOOK E AUTO-REPRESENTAÇÃO&gt; Facebook, o novo espelho de narsciso(a)'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-rfFh0RMySRs/TaWtoZo6sWI/AAAAAAAABNE/s2mW8SIbGCk/s72-c/capa-revista-mente-cerebro-abril%2B2011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-1464807225799796163</id><published>2011-03-09T09:34:00.000-08:00</published><updated>2012-01-07T13:13:34.877-08:00</updated><title type='text'>BELEZA E PERIGO&gt; Beleza como risco: o caso da jornalista Lara Logan durante conflito no mundo árabe</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-o8bN0xw0PD4/TXfiT2SZdEI/AAAAAAAABMk/bLSNBZ1rw6E/s1600/lara-logan%2Bcaminhando%2Blinda.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5582179093767091266" src="http://2.bp.blogspot.com/-o8bN0xw0PD4/TXfiT2SZdEI/AAAAAAAABMk/bLSNBZ1rw6E/s400/lara-logan%2Bcaminhando%2Blinda.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 400px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;A agressão a jornalista Lara Logan levantou o debate sobre a inadequação da função de correspondente de guerra ao gênero e aparência _ obscurecendo o fato de que mais de 140 jornalistas homens foram agredidos. Eis o limite social da beleza: o seu risco.  Como as mulheres podem experimentar a  autonomia laboral e do seu corpo, sem que isso seja um aval de domínio e agressão? Mas, afinal, porque associamos a beleza feminina a um risco iminente? Como essa associação surgiu e porque ela ainda faz sentido nos dias de hoje? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=631FDS005"&gt;Clique aqui para ler a reportagem completa publicada no Observatório da Imprensa &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-1464807225799796163?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/1464807225799796163/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=1464807225799796163&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1464807225799796163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1464807225799796163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2011/03/r.html' title='BELEZA E PERIGO&gt; Beleza como risco: o caso da jornalista Lara Logan durante conflito no mundo árabe'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-o8bN0xw0PD4/TXfiT2SZdEI/AAAAAAAABMk/bLSNBZ1rw6E/s72-c/lara-logan%2Bcaminhando%2Blinda.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-1028377737507082715</id><published>2011-03-01T18:45:00.001-08:00</published><updated>2012-01-07T13:13:17.465-08:00</updated><title type='text'>MALDADE&gt;  "Quero que me ajude a encontrar minha própria maldade"</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-WLIuW75ufoA/TW2vhBvuNpI/AAAAAAAABMA/_kgi3d34qPA/s1600/cisne-negro-1.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5579308495321052818" src="http://2.bp.blogspot.com/-WLIuW75ufoA/TW2vhBvuNpI/AAAAAAAABMA/_kgi3d34qPA/s400/cisne-negro-1.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 286px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Foi assim que uma paciente do psiquiatra inglês Donald Winnicott iniciou sua terapia. Ela sabia que todos nós precisamos de uma dose de agressividade (inata a qualquer ser humano) para agir e amadurecer. Uma vida politicamente correta é uma vida moral. E uma vida moral é um artifício, um controle idealizado do desejo, uma castração. Resumindo: uma hipocrisia. Que um dia ou outro cobra seu pedágio, em formas ainda mais violentas e efetivamente destrutivas. “É preciso atentar para o fato de que a fraqueza, o retraimento, a omissão são tão agressivos quanto à manifestação aberta de agressividade. Ser roubado é tão agressivo quanto roubar. O suicídio é fundamentalmente igual ao assassinato” (1958b, p. 355).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;É preciso sair do plano moral, das ideias para a ação. A agressividade é a passagem para tomar as rédeas da vida, crescer, amadurecer. “Em sua origem a agressividade é quase sempre sinônimo de atividade” (Winnicott). A passagem da infância – onde nossa identidade se funde a de nossos pais e ao ambiente _ para a vida adulta, que exige a destruição desses seres e dessa vida ideal e irreal que criamos. Um corte necessário para constituirmos um eu separado. De “objetos-subjetivos” (simbiotizados) para “objetos objetivamente percebidos”, que tem existência própria. Ao separá-los de nós_ simultaneamente_ ganhamos vida. Eu e os meus pais. Eu e a vida-real, sem ingenuidade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;“Não podemos continuar a viver num mundo que é feito apenas de nossas projeções” (Winnicott). Viver em um mundo de fadas e finais felizes. É preciso estar na vida em comum para viver uma vida. E essa “vida real” está situada “fora da área de nosso controle &lt;i&gt;supostamente&lt;/i&gt; onipotente” de um mundo que podemos criar em nossa imaginação, em nossos sonhos sempre futuros...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Para amadurecer é preciso destruir nosso mundo ideal, onde nos refugiamos quando nos sentimos fragilizados. Destruir quem idealizamos como seres perfeitos para torná-los, enfim, o que são: humanos. “Alguém que pode ser temido, odiado, amado, respeitado" (1986 d, p.104). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Pois, para que a relação de amor se realize é preciso ter um “eu” e um “alguém” para se amar, como seres em si. Separados. Mas, ligados por um desejo que os aproxima livremente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O amadurecimento é, portanto, um&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt; processo que segue os passos: destruição das projeções subjetivas&amp;gt; externalização, ou separação eu - outro&amp;gt; uso do objeto separado, ação, realização.&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Essa consciência de si gera responsabilidade e preocupação em relação a sua ação no mundo, na medida em que percebemos que podemos mudar as coisas e as pessoas a nossa volta. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Mas, não podemos tomar a destruição como algo em si. Isso seria o niilismo, este seria o final do Cisne Negro. Não que defenda ingenuamente um final feliz. Não é isso. Mas, se não há reparação, reconstrução não nos é dado o direito de viver o nosso lado destrutivo, sem que ele nos consuma completamente. Deixar a destruição operar é tão nocivo como adotar uma vida completamente moral e politicamente correta. No fundo os cisnes brancos e negros padecem da mesma pulsão de morte. São iguais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A reparação é um ambiente que nos é dado para arriscarmos, para sermos agressivos, mas que possamos ter a esperança de juntar depois os cacos do que quebramos em uma nova forma. Restaurada. Um espaço capaz de reconhecer e aceitar a agressividade, para que ela, enfim, integre nossa personalidade sem uma censura moral. Para que possamos vivenciá-la socialmente sem perdurar na culpa por mais tempo que o necessário. Essa reparação “será o elemento central em nossa capacidade de relacionar-se com outros, de defender nosso território, de brincar e de trabalhar. Se não for integrada, a agressividade terá que ser escondida (timidez, autocontrole) ou cindida, ou ainda poderá redundar em comportamento anti-social, violência ou compulsão à destruição” (Winnicott).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;A reparação não é um final feliz, mas a possibilidade mesma de viver o seu lado destrutivo – sem que ele o destrua. Uma agressividade enquanto voracidade pela vida, unindo potencialmente agressão e amor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;i&gt;&amp;gt; &lt;span class="Apple-style-span"&gt;Para quem quiser ler mais sobre Winnicott recomendo o texto de Elsa Oliveira Dias, disponível pelo &lt;a href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S1517-24302000000100001&amp;amp;script=sci_arttext"&gt;link &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-1028377737507082715?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/1028377737507082715/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=1028377737507082715&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1028377737507082715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1028377737507082715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2011/03/quero-que-me-ajude-encontrar-minha.html' title='MALDADE&gt;  &quot;Quero que me ajude a encontrar minha própria maldade&quot;'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-WLIuW75ufoA/TW2vhBvuNpI/AAAAAAAABMA/_kgi3d34qPA/s72-c/cisne-negro-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-1053719800585324128</id><published>2011-02-24T21:59:00.001-08:00</published><updated>2012-01-07T13:14:13.906-08:00</updated><title type='text'>DESPERDIÇAR O TEMPO&gt; O tempo passou na janela...</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-gSDcWXVM2oA/TWdGvN6SUSI/AAAAAAAABL4/l5imYvTzV1g/s1600/o%2Btempo%2Bpassou%2Bna%2Bjanela.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577504440523575586" src="http://4.bp.blogspot.com/-gSDcWXVM2oA/TWdGvN6SUSI/AAAAAAAABL4/l5imYvTzV1g/s400/o%2Btempo%2Bpassou%2Bna%2Bjanela.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 400px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 326px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Dedico esta postagem a duas grandes amigas e a mim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Nós três vivemos um momento muito parecido. Sei que é estranho dizer “a mim”, mas às vezes escrevo para ver se escuto também...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Confesso que não sou tão coerente, muito menos consigo honrar tudo o que penso. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Mas, voltando... o que está acontecendo, simultaneamente, nessas três histórias? A consciência de um vazio. Ele se dá por três razões distintas (ás vezes interligadas): limites físicos, limites profissionais, limites afetivos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O vazio de perceber, um dia, que a vida transcorre sem a sua necessidade. Que as pessoas podem ser felizes ao lado de outras pessoas. Que no trabalho há colegas tão queridos como você e que se morrermos _ chorarão_, mas todos seguirão de alguma forma depois que o sofrimento passar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Paramos para ver a banda passar pela nossa janela. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Nesses tempos distintos e tragicamente entrelaçados:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Vemos pessoas felizes, saudáveis, trabalhando e tendo sucesso, amando e sendo amadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Mas, simultaneamente, temos a sensação de &lt;i&gt;estar&lt;/i&gt; e de &lt;i&gt;não estar&lt;/i&gt; ali, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Do outro lado da janela, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Isolados, desolados ; imobilizados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Acontece algo cíclico: sabemos que temos de agir, mas não temos mais energias para agir e quanto mais tomamos consciência da nossa responsabilidade nesse processo, menos fazemos para mudá-lo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A vida vai ficando distante, como a banda... e sabemos que se não estamos na banda, não estamos na vida...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Uma pequena morte, melhor: um suicídio. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Autodestrutivo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Deixamos transcorrer contra nós o tempo. Sabendo que ele está nessa posição: contra. E, essa consciência, melhor, essa conivência é perversa. Há um deleite em assistirmos a nossa derrocada, sem agir, sem mover-se da cadeira. Não há forças para isso. Sabemos aonde chegará processo e deixamos transcorrer a nossa destruição. Uma vingança contra uma noção diminuída do que nos tornamos. Merecemos o castigo. Nos castigamos: por não termos nos superado; por não sermos melhores do que somos; por não merecermos o amor alheio. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Querem um final consolador? Não, não o terão (não agora). Há certos vazios, em certos momentos da vida, que são constitutivos do que somos...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-1053719800585324128?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/1053719800585324128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=1053719800585324128&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1053719800585324128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1053719800585324128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2011/02/o-tempo-passou-na-janela.html' title='DESPERDIÇAR O TEMPO&gt; O tempo passou na janela...'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-gSDcWXVM2oA/TWdGvN6SUSI/AAAAAAAABL4/l5imYvTzV1g/s72-c/o%2Btempo%2Bpassou%2Bna%2Bjanela.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-7701540497521793859</id><published>2011-02-22T05:53:00.001-08:00</published><updated>2012-01-07T13:14:32.660-08:00</updated><title type='text'>SEM-LUGAR&gt; Os sem-lugar</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-HDSqIzkXo3c/TWPABr3F5ZI/AAAAAAAABLo/bx9by1Ldw4M/s1600/sem%2Blugar.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5576511898801005970" src="http://1.bp.blogspot.com/-HDSqIzkXo3c/TWPABr3F5ZI/AAAAAAAABLo/bx9by1Ldw4M/s400/sem%2Blugar.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 300px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Só quem abandona seu lugar pode saber das estreitezas dele,&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Saber o quanto os hábitos locais e suas crenças são responsáveis por emperrar seu crescimento,&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Somos acometidos por uma lucidez de quem olha de fora e em relação a outros lugares e pessoas,&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mas, simultaneamente nós, como “estrangeiros-locais”, somos aqueles que podem fazer com que os que ficaram vejam as belezas e singularidades que também só a comparação com outros lugares pode oferecer, &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Hoje sei: comparar é o único caminho para saber,&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Um saber que cobra também seu pedágio, pois&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Sair do nosso lugar nos torna sem-lugar (parafraseando os não-lugares de Marc-Augé).  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A volta nos parece, desde então, estreita e acolhedora.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Familiar nos lugares e incômoda nos hábitos. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;As pessoas nos reconhecem, mas nos sentimos outros... &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Como uma foto em preto e branco com uma legenda que nos identifique, sem saber das cores que adquirimos no caminho&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Essa lucidez é uma avaliação que ressignifica não só o local, mas a nossa própria condição. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Uma condição meio boa, meio ruim&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;De liberdade e de desassossego,&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;De lucidez mental e solidão espacial,&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Eis o risco de sair: crescer e ser sem-lugar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Eis o risco de ficar: parar e se contentar.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-7701540497521793859?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/7701540497521793859/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=7701540497521793859&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/7701540497521793859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/7701540497521793859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2011/02/os-sem-lugar_22.html' title='SEM-LUGAR&gt; Os sem-lugar'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-HDSqIzkXo3c/TWPABr3F5ZI/AAAAAAAABLo/bx9by1Ldw4M/s72-c/sem%2Blugar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-3721751155413410896</id><published>2011-01-31T10:35:00.000-08:00</published><updated>2012-01-07T13:14:46.493-08:00</updated><title type='text'>HUMILDADE&gt; A humildade é um entrave</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TUcCLV2V7EI/AAAAAAAABLM/KxjEG9rZj9E/s1600/flamenco%2Barrogante.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568421858133797954" src="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TUcCLV2V7EI/AAAAAAAABLM/KxjEG9rZj9E/s400/flamenco%2Barrogante.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 199px; margin: 0 10px 10px 0; width: 140px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A humildade  nunca me convenceu. Há uma falsidade que se esconde neste tão propagando ato “virtuoso”. Nesse esforço de nos diminuirmos, de não nos acharmos tão bons, de tentarmos nos convencer de que somos menos do que somos... Há por trás dessa “educação da humildade” uma herança cristã que naturalizou o sentimento de conformidade e revolta. Ela nos ensina que os pobres e os humildes são virtuosos e que merecem nossa compaixão e nos fez ver, contrariamente, que os ricos e bem sucedidos merecem nossa desconfiança e rancor.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Uma habilidosa maneira de nos conformar com nossa infelicidade. De nos mantermos passivos diante do nosso infortúnio. Aceitá-lo como uma virtude. O protestantismo, de alguma forma, foi uma reação a isso, uma tentativa de justificar a riqueza de uma nova classe emergente, a burguesia capitalista, como bem o descreveu Weber. Para os reformadores dos princípios cristãos ser rico era um sinal de ser o escolhido por Deus, invertendo a lógica cristã e conferindo, assim, legitimidade a paz para a consciência burguesa. Porque para ser feliz e estar de bem com as suas conquistas é preciso, sim, da aprovação dos que estão a nossa volta. Essa máxima “não me importo com que os outros vão pensar” deve valer apenas para monges budistas confinados em mosteiros. Do contrário, todos nós, sem exceção, desejamos e precisamos de um certo apoio dos que nos cercam. Caso esse apoio não se dê no seio da família, como acontece com a maioria dos homossexuais, por exemplo, seria a busca de grupos de pessoas afins e locais em que a homossexualidade é aceita. Sempre buscamos uma zona de aceitação e ela é necessária para o nosso sentido de valor pessoal. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas, voltando a humildade, ela é uma castração de nossas forças. É um esforço contra-produtivo de minarmos nossa energia criativa. Os homens e mulheres que fizeram a diferença na História, que criaram, observem, tinham um quê de arrogância. De um “arrogar-se” um poder, de acreditar em sua potência, em seu sonho. A sua falta de modéstia foi a mola propulsora para tornar o impossível, possível.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;No entanto, recair em uma defesa da arrogância me parece igualmente perigoso. Confesso que o desconforto é com a palavra e seu sentido social tão arraigado, difícil de ser “transmutado” dos valores a ela associados _ como bem o sabia Nietzsche (vítima que foi da incompreensão de seu esforço de dar um sentido novo a ideias desgastadas). É nesse sentido que ele afirmava que “ser sincero, mesmo no mal, vale mais que perder-se a si próprio na moralidade da tradição” (Gaia Ciência, p.109). É preciso ver no que se chamou de bem sempre um certo mal e no que se chamou mal um certo bem, sem usar para esse julgamento uma gramática conhecida.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Assim, o que defendo não é um acreditar em si que implique a humilhação alheia (tal como entendemos vulgarmente a arrogância). Não é preciso, para se achar bom, ter de diminuir o outro. Todos somos incomparáveis e isso elimina o sentido e a necessidade da arrogância entendida como denegrir os demais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas, insisto: não se esforcem para diminuir-se. Esforcem-se em elevar-se. Em superar-se, com ética, com amor a si e as suas realizações. Usem todo o potencial que há em si para criar e assim contribuir para o mundo. No fim, uma dose de “arrogância” como criação é a maior prova de generosidade com a humanidade.   &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;“Pois é amando que o mortal dá o que tem de melhor” &lt;/i&gt;(Nietzsche, Humano, demasiado humano, p. 184)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-3721751155413410896?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/3721751155413410896/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=3721751155413410896&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/3721751155413410896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/3721751155413410896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2011/01/humildade-e-um-entrave.html' title='HUMILDADE&gt; A humildade é um entrave'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TUcCLV2V7EI/AAAAAAAABLM/KxjEG9rZj9E/s72-c/flamenco%2Barrogante.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-5523052937884651904</id><published>2011-01-19T17:01:00.000-08:00</published><updated>2012-01-07T13:15:07.165-08:00</updated><title type='text'>SOLIDARIEDADE E ALEGRIA &gt; A falta de solidariedade na alegria</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TTeKNglE8II/AAAAAAAABK8/iAplUrWJkzE/s1600/ohara4.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564067829327917186" src="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TTeKNglE8II/AAAAAAAABK8/iAplUrWJkzE/s400/ohara4.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 400px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 264px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: none; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porque as pessoas são solidárias apenas durante as tragédias? Porque é tão difícil compartilhar também a alegria e as conquistas do outro? Segundo uma personagem do livro "Inveja" do jornalista Zuenir Ventura, Vera Loyola: "O verdadeiro amigo não é o que é solidário na desgraça, mas o que suporta o seu sucesso". &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não quero que pensem que afirmação vai contra a generosidade na tragédia. Entendo, inclusive, que esta solidariedade é o fundamento da reconstrução material e moral não só das famílias que perdem tudo em tragédias naturais, mas do próprio país. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O que não elimina a pergunta: Porque a solidariedade na alegria é tão rara? Porque somos acometidos por essa "tristeza de ver o outro feliz" (como bem a definiu São Francisco de Assis) &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A experiência, infelizmente, confirma a suspeita. Eu, por exemplo, perdi mais amigos no momento que me estabilizei do que quando me encontrava em situações difíceis. E, o pior, os amigos se afastam sem dizer o por que. Outro mal desse pecado: o silêncio, a sua não confissão. Quem pode assumir que está triste porque o amigo está feliz? Melhor mesmo é sair de fininho, em silêncio. Nelson Rodrigues dizia que “há coisas que o sujeito não confessa nem ao padre, nem ao psicanalista e nem ao médium depois de morto”. A inveja deve ser o nosso primeiro segredo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Assistia recentemente a uma partida de tênis pela TV. O número 1 jogando contra um tenista que acabava de machucar o joelho. O campeão não recebia nenhum aplauso, enquanto um ponto do jogador lastimado era motivo de palmas e gritos da platéia. Pensei: como deve ser solitário ser o número um. Ele fez tanto para chegar ali, mas agora não merece a solidariedade em seu sucesso. Por quê? Porque ele é o número um! Porque o outro, pobre coitado, está ali se matando na quadra para fazer um ponto. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Será que Oscar Wilde tinha razão ao afirmar que &lt;span style="line-height: 115%;"&gt;“a cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt; O que preferir: A mediocridade e aceitação do outro ou o sucesso e a solidão? A companhia ou sua realização pessoal?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 115%;"&gt;“Meu irmão! Queres caminhar para a solidão? Queres procurar o caminho que conduz a ti mesmo? Detém-te um pouco e escuta-me. ‘Aquele que procura facilmente se perde a si mesmo. Todo partir para a solidão é culpa – assim fala o rebanho. E tu fizeste parte do rebanho durante muito tempo. A voz do rebanho continuará ressoando dentro de ti. Queres, porém, percorrer o caminho de tua tribulação, que é o caminho para ti mesmo? Mostra-me, então, teu direito e tua força para fazê-lo’” –&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 115%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 115%;"&gt;Nietzsche, Assim falou Zaratustra &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 11pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-5523052937884651904?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/5523052937884651904/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=5523052937884651904&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/5523052937884651904'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/5523052937884651904'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2011/01/inveja-nao-e-solidaria-na-alegria.html' title='SOLIDARIEDADE E ALEGRIA &gt; A falta de solidariedade na alegria'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TTeKNglE8II/AAAAAAAABK8/iAplUrWJkzE/s72-c/ohara4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-1185140734916741829</id><published>2010-12-22T04:54:00.000-08:00</published><updated>2012-01-07T13:15:29.272-08:00</updated><title type='text'>VALOR PRÓPRIO &gt; Quem pode medir o nosso valor? Garantir ou não o nosso sucesso?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TRIIwVJVY4I/AAAAAAAABKE/PiBAvj64xz8/s1600/A%2Bonda%2BCamile.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5553510916904280962" src="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TRIIwVJVY4I/AAAAAAAABKE/PiBAvj64xz8/s400/A%2Bonda%2BCamile.JPG" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 400px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 268px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;"A Onda" de Camille Claudel: três mulheres diante da força da onda, entre a possibilidade de superá-la ou sucumbir a sua violência&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt; O que define o nosso valor? Como poderíamos saber se realmente somos bons naquilo que fazemos? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;A nossa auto-avaliação é sempre suspeitosa. Ou nos achamos muito bons ou nos sentimos um fracasso total. E, no fundo, sabemos que nossa auto-avaliação é sempre “fantasiosa” e de nada nos vale se não passamos em um teste, se não aceitam o nosso trabalho, se perdemos a chance. A avaliação do outro pode nos impedir, parcialmente, de seguir a diante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; O outro é nossa referência, a mais cruel em alguns momentos. Pois o "não", o "você não", define, para nós, o nosso valor, ou a falta dele. A nossa invisibilidade, a chance negada de mostrar o que poderíamos vir a ser é a mais cruel interrupção da nossa potência. Precisamos de chances e, em alguns momentos, de que as pessoas apostem em nós. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Mas, se estou por um lado afirmando que o outro é o nosso espelho mais “real”, por outro lado gostaria de denunciar o perigo dessa referência de nosso próprio valor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Há poucos dias me deparei com a história de Joanne Rowling, autora da ficção lida por 400 milhões de pessoas em todo o mundo, o que a tornou a mulher mais rica da história da literatura com seu Harry Potter. Mas, esse é o final feliz de uma obra que foi rejeitada oito vezes, isso, 8 vezes por editoras. Nessa oitava negativa ela poderia ter pensado: essa história é fraca, um lixo e, o pior, poderia ter parado de escrever se sentindo uma escritora medíocre, ter desistido. Mas, ela não o fez. Tentou a nona vez: conseguiu. O resto da história nós sabemos, o êxito mundial.  Esse passo adiante onde todos teriam desistido foi o que fez a diferença na vida dela e dos leitores que, sim, acreditaram nessa história e fizeram dela um sucesso. Eis o perigo: a avaliação de um pequeno grupo pode nos impedir de ter a oportunidade de ganhar visibilidade e com ela a correta avaliação do seu valor pelo público em geral. Por isso, quero afirmar: se você acredita no que faz, insista. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Não quero que essa frase recaia em um otimismo ingênuo e fácil. Porque sei que, entre esse passo adiante e a frustração que o antecede, há o silêncio no meio. A angústia e a terrível sensação de que estamos condenados a nossa própria mediocridade. Perdemos a força, a vontade, indiferentes ao frio e ao calor, a beleza ou a feiúra, o sem sentido, o cinismo, o niilismo fatigado. Entre o desânimo e o ânimo que faz esse passo existir, há a confusão de sentimentos e a revolta com os nossos limites. Há a sensação de que o outro é muito superior a nós, inalcançável. Há a cobrança de porque não fiz isso, não falei aquilo, estudei aquela outra coisa? Há sempre entre a perda de seu valor e esse passo um enorme abismo onde nos metemos. E, de onde é muito difícil arrumar energias para sair. Como essa energia surge? Não sei, mas ela surge como uma pequena chama de fé “sem religião” que consegue aquecer nossa alma por inteiro. Parte de uma pequena ação que nos “realma” aos poucos e definitivamente. E nos faz ter a paciência de catar os retalhos que sobraram de nós, de costurar esse remendo que nos tornamos depois de perdemos nosso valor próprio.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;É preciso, contra todas as condições adversas, encontrar uma reconciliação consigo que nos reabilita para que possamos nos amar, mesmo que um pouquinho, eis a condição necessária para dar esse passo além, onde todos parariam. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-1185140734916741829?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/1185140734916741829/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=1185140734916741829&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1185140734916741829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1185140734916741829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2010/12/quem-pode-medir-o-nosso-valor-garantir.html' title='VALOR PRÓPRIO &gt; Quem pode medir o nosso valor? Garantir ou não o nosso sucesso?'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TRIIwVJVY4I/AAAAAAAABKE/PiBAvj64xz8/s72-c/A%2Bonda%2BCamile.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-1389650636080122189</id><published>2010-11-27T09:15:00.000-08:00</published><updated>2012-01-07T13:15:59.159-08:00</updated><title type='text'>AMOR X ADMIRAÇÃO &gt; O Amor não precisa da Admiração</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TPE9RGK1rwI/AAAAAAAABJ8/txWpFvTdjFQ/s1600/images%2B%252810%2529.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5544279980192935682" src="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TPE9RGK1rwI/AAAAAAAABJ8/txWpFvTdjFQ/s400/images%2B%252810%2529.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 183px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 275px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O amor é em si mesmo. Não precisa de provas e de desempenhos para nascer. Ele simplesmente está. É intruso, íntimo, próximo dos nossos defeitos. Mas, indiferente as nossas sombras ele nos ilumina, por essa mesma razão. Ele acalma os nossos fantasmas porque os conhece, os ama! O amor ama. Integralmente. Totalmente, porque sabe do nosso pior. No amor a incoerência não é loucura. O vazio existe e é acolhido. Há sempre mais uma chance na generosidade de que é feita a sua matéria. Ele sabe que erramos, mesmo quando não queríamos errar. E, ao tornar o nosso pior conhecido e amado ele deixa de ser o pior aos nossos olhos. Passamos a nos amar igualmente. Grandes em nossa pequenez.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Admiração é o mirar a distância. Ela não nos conhece em nossos fundos, apenas em nossa fachada. Ela não sonda os porões, mas os salões floridos em dias de festa. A admiração tem hora marcada. É feita de desempenho e controle da encenação. Ela produz ídolos e espera deles a coerência dos discursos e a plasticidade na imagem. Atores que encenam o seu sucesso à distância, no palco. Para ser admirado há de se manter a distância... do que nos é humano, nesse nosso insano desejo de sermos deuses, perfeitos. O controle e o belo nos orientam, nos atormentam porque nós sabemos da "fraude", do déficit entre o que &lt;i&gt;aparentamos ser&lt;/i&gt; e do que &lt;i&gt;somos&lt;/i&gt;. Mas, se julgamos que sendo admirados seremos amados... ledo engano! O amor não está na perfeição: estética, ética ou laboral. O amor tem um quê de imperfeito, de desalinho...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Esse desalinho do amor... é libertador. Nos deixa ser. Afrouxa as expectativas que impomos a nós mesmos. Nos deixa errar. Falhar. E nos ama!? Nos ama simplesmente, sem razão, sem um sentido que caiba no sentido.  Esse calor humano que não depende das luzes dos holofotes. Que não afasta, mas aproxima. Que não pede, mas é abundante. Que nada quer e tudo nos oferece. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Esse desalinho do amor... é libertador&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-1389650636080122189?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/1389650636080122189/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=1389650636080122189&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1389650636080122189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1389650636080122189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2010/11/o-amor-nao-precisa-da-admiracao.html' title='AMOR X ADMIRAÇÃO &gt; O Amor não precisa da Admiração'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TPE9RGK1rwI/AAAAAAAABJ8/txWpFvTdjFQ/s72-c/images%2B%252810%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-8285370958778273566</id><published>2010-11-24T16:58:00.001-08:00</published><updated>2010-11-25T09:53:42.689-08:00</updated><title type='text'>V Encontro dos Pós-graduandos da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TO209gMq60I/AAAAAAAABJs/j9sY2mJyA2I/s1600/Huella_y_sombra_de_humano.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 270px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TO209gMq60I/AAAAAAAABJs/j9sY2mJyA2I/s400/Huella_y_sombra_de_humano.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5543285685071047490" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Apresento no &lt;b&gt;V - EPOG&lt;/b&gt; ( V Encontro dos Pós-graduandos da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas) da USP, parte dos resultados da minha pesquisa. Irei tratar da &lt;b&gt;"ESTEREOTIPIA E INDIVIDUALIDADE NAS IMAGENS FEMININAS: DA CONFORMIDADE COM AS IMAGENS TRADICIONAIS À AUTORIA NAS REDES INTERATIVAS"&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O trabalho será apresentado na mesa &lt;b&gt;"A representação de si e novas subjetividades"&lt;/b&gt; e conta ainda com:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&gt;Leonardo de Barros Sasaki-\"A LENTÍSSIMA DECIFRAÇÃO DO MEDO E DOS SINAIS\": O MEDO EM AL BERTO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&gt;Pedro Felipe de Andrade Mancini- O MITO DA \"SEGUNDA VIDA\": LIBERDADE E INDIVIDUALIDADE NO USO DE SECOND LIFE&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&gt;Stella Christina Schrijnemaekers- CAMADAS POPULARES E INDIVIDUALIZAÇÃO: UMA JUNÇÃO POSSÍVEL&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O evento: dia 25/11 na USP na FFLCH, sala 111 de 10h às 13h&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-8285370958778273566?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/8285370958778273566/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=8285370958778273566&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/8285370958778273566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/8285370958778273566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2010/11/v-encontro-dos-pos-graduandos-da.html' title='V Encontro dos Pós-graduandos da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TO209gMq60I/AAAAAAAABJs/j9sY2mJyA2I/s72-c/Huella_y_sombra_de_humano.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-758878734528076470</id><published>2010-10-23T14:42:00.003-07:00</published><updated>2012-01-07T13:16:26.023-08:00</updated><title type='text'>JORNALISMO CULTURAL&gt; Palestra: "Desafios do Jornalismo Cultural", Universidade Mackenzie, SP</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TMNXE46bWaI/AAAAAAAABJk/Tu6GQw8uvKg/s1600/Paulo-Brusky+RECIFE+Em+1978,+desfilou+pelas+ruas+como+um+homem+sandu%C3%ADche+que+carregava+as+perguntas+O+que+%C3%A9+arte+Para+que+serve.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5531360508849641890" src="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TMNXE46bWaI/AAAAAAAABJk/Tu6GQw8uvKg/s400/Paulo-Brusky+RECIFE+Em+1978,+desfilou+pelas+ruas+como+um+homem+sandu%C3%ADche+que+carregava+as+perguntas+O+que+%C3%A9+arte+Para+que+serve.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 400px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 263px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Paulo-Brusky, Bienal 2010&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quais são os desafios atuais do Jornalismo Cultural _ quando a própria crise e transformação dos conceitos de arte e de cultura forçam, simultaneamente, a revisão do lugar e da função do jornalismo cultural. Esse foi o tema da palestra que ministrei para os alunos de jornalismo da Universidade Mackenzie, durante o “V Encontro de Comunicação e Letras”, no dia 20 de out. 2010. Tal palestra realizou-se através do convite de uma professora da instituição que passei a admirar muito pelo trabalho e pela pessoa que é, no sentido dos gestos de que é capaz: Cicélia Pincer.  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Dentre os desafios do JN Cultural selecionei cinco: &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;1) Equilibrar a informação-serviço (agenda) com reflexividade contidas nos gêneros: crítica, crônica e resenha,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;2) Entender a cultura como ação cultural, como experiência e interação (jogo) e não mais como produtos e objetos culturais ou com os artista isoladamente. Não é o papel do jornalista qualificar, gostar ou não das expressões culturais, mas compreender o jogo social que aciona essas expressões culturais, sujeitos e o contexto social. A ideia é compreender qual o sentido daquela expressão para aqueles sujeitos, inseridos naquele contexto? Assim, tanto o funck como a MPB podem ser pensadas dentro do jogo da cultura.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;3) Tratar com seriedade os produtos da I.C (novelas, reality-shows, programas de auditório e etc) e as novas formas estéticas (moda, culinária e design). No país, as novelas, por exemplo, não merecem uma análise especializada, nem são alvo de uma crítica séria, confinando o seu tratamento a seção de fofocas. Mesmo que seja o gênero dramatúrgico que mais influi na cultura do país, promovendo debates e até mudando leis ou as criando, como no caso do Estatuto do Idoso, onde o maltrato a um casal de idosos em uma novela acionou a discussão no Congresso,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;4) Ser simples, sem ser simplório (máxima de Tobias Peucer “que todos entendam e que os eruditos respeitem”);&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;evitar textos herméticos&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;(máxima Nietzsche “buraco raso esconde-se&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;com águas escuras” (AFZ)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Para ler o texto na íntegra acesse &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.bocc.ubi.pt/pag/melo-isabelle-jornalismo-cultural.pdf"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Bocc ou Itaú      Cultural &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;E reportagem relacionada publicada pela ABI&lt;a href="http://www.abi.org.br/jornaldaabi/Outubro-2009.pdf"&gt;&amp;gt; link&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Esta palestra na Universidade Mackenzie foi um momento duplamente gratificante para mim. Primeiro por debater um assunto que me apaixona: o jornalismo. A narrativa mais complexa e mais simples que há. Complexa, porque transita em todos os universos do fazer e do pensar. Simples, porque tem de traduzir com a máxima simplicidade, comunicabilidade e atratividade a densidade do mundo. Surgem para isso personagens que corporificam os números das pesquisas, comparações que tornam inteligível o assunto, gráficos e imagens que ilustram e informam. Eis a mais bela profissão do mundo também para os jornalistas, como bem observou Gabriel Garcia Marques. Pois, dela usufruimos de toda a diversidade de pessoas e fatos. Os jornalistas ganham os movimentos da vida durante a cobertura, pulsam com ela. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A segunda razão da minha satisfação com a palestra foi a do reencontro com os alunos, da sala de aula, da troca. Desde que me formei, em 2001, nunca deixei de dar aulas. Cheguei até a dar aulas para colegas que haviam sido reprovados e me reencontraram já como professora (na ocasião substituí a professora de jornalismo econômico, Eleonora Bastos, a quem devo, com todo meu carinho e admiração, a primeira oportunidade de lecionar. Agora meu carinho dedica-se também ao ato generoso de coleguismo e se ouso dizer, de amizade, da professora Cicélia Pincer, que é, com toda razão, admirada e querida pelos alunos da Universidade Mackenzie). Desde então, esta minha vocação encontrou oportunidades de se expressar. Nunca parei de dar aula, passei em todos os concursos em que me testaram lecionando e tive dos meus alunos diversas provas de reconhecimento do meu trabalho, destaco a da primeira turma de jornalismo formada em 2005 da extinta Fadom, hoje Pitágoras, em que colocaram o nome da turma de “turma Isabelle Anchieta”, a placa comemorativa permanece na instituição.   &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Assim, não só essa alegria, mas muitas outras vividas com meus alunos fizeram da sala de aula o centro da minha vida, que me confere utilidade e valor. A aula está em meu DNA, é o espaço onde minha alma se reanima, ganha forças, cria. Meus textos, são o resultado das minhas aulas, nascem delas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E, pela primeira vez, com minha mudança para SP em razão do doutorado na USP tive de deixar de lecionar. Imaginei, com ingenuidade, que o doutorado compensaria o que sentia dando aulas, que seria bom voltar a ser aluna. Mas, apesar de realmente viver hoje uma experiência de um conhecimento aprofundado, nada substitui o fato de ser professora.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por isso, voltar a sala de aula só confirmou minha vocação, só aumentou a saudade do que eu sou, do que eu posso voltar a ser...  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Para ler sobre:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pensamentos2010.wordpress.com/2010/10/21/jornalismo-cultural-perspectivas-contemporaneas/"&gt;http://pensamentos2010.wordpress.com/2010/10/21/jornalismo-cultural-perspectivas-contemporaneas/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-758878734528076470?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/758878734528076470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=758878734528076470&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/758878734528076470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/758878734528076470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2010/10/palestra-desafios-do-jornalismo.html' title='JORNALISMO CULTURAL&gt; Palestra: &quot;Desafios do Jornalismo Cultural&quot;, Universidade Mackenzie, SP'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TMNXE46bWaI/AAAAAAAABJk/Tu6GQw8uvKg/s72-c/Paulo-Brusky+RECIFE+Em+1978,+desfilou+pelas+ruas+como+um+homem+sandu%C3%ADche+que+carregava+as+perguntas+O+que+%C3%A9+arte+Para+que+serve.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-522274611578345116</id><published>2010-09-29T07:59:00.000-07:00</published><updated>2012-01-07T13:17:01.559-08:00</updated><title type='text'>GILLES LIPOVETSKY &gt; Alguém que se importa e que importa</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TKNUbnFOkhI/AAAAAAAABJI/FDesKiyd1vs/s1600/Gilles+Lipovetsky+e+Isabelle+Anchieta,+SP+2010.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5522350401410470418" src="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TKNUbnFOkhI/AAAAAAAABJI/FDesKiyd1vs/s400/Gilles+Lipovetsky+e+Isabelle+Anchieta,+SP+2010.JPG" style="cursor: hand; display: block; height: 382px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;Gilles Lipovetsky e Isabelle Anchieta&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A vida tem mesmo lá suas geneosidades. E elas, não sem propósito, chegam por meio de uma pessoa. Alguém que se importa com você, com os rumos da sua vida, que pensa saídas para seus impasses. E, que descobre, nas singularidades do seu desejo, as singularidades dessas saídas. Elas nem sempre são convencionais, pois não podem ser compradas como um livro de auto-ajuda na livraria da esquina, nem pagas nas consultas psiquiátricas, pois dependem de uma escuta atenta, de doação e de um sentido real de amizade. Para alguém te conhecer, esse alguém tem de te amar, no sentido da Ágape. Esse amor regido pela fertilidade de Ísis. É assim esse amor: fértil. Como se a terra que nos contém fosse removida, explorando - por seu movimento - as suas propriedades adormecidas no solo. Agora, o movimento da terra a torna fértil novamente, a renova. Desses ciclos de plantação. Por isso, é importante que alguém toque essa terra, a remova, a renove. Acredite em seu potencial e assim te devolva a vontade de mais.... &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Durante a semana que passei com Gilles Lipovetsky, um amigo, pude conhecer com mais intensidade o que é realmente ter alguém que se importa. Ao contrário de falar de sua obra, de suas palestras, projetos futuros, ele queria falar da minha tese, me indicar um livro, sentar e estudar. Me apresentar pessoas. Ou, quando era momento de relaxar: fumar um cigarro no terraço, escutar bossa nova e falar da vida. Preocupado, sempre, em me “orientar” de um modo global, total. Uma amizade desinteressada, no sentido negativo, mas interessada no sentido da troca humana, da relação (há ainda de se enfatizar isso, infelizmente, quando a amizade envolve um homem e uma mulher). &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ele sempre me diz: Isabelle vc é uma intelectual, tem vontade de conhecer, curiosidade, entusiasmo pelas ideias e está acima de tudo engajada em ter seu próprio caminho na academia. Você não será uma repetidora ou "discípula' de ninguém, porque quer criar. Nem todos os que estão na academia são assim, ele me garante. Brinca que não sou uma “mulher-Daslú” (que se satisfaz com a moda e a beleza), rs, nem vou me contentar com amizades tradicionais (como com algumas mulheres que tem filhos e que só sabem falar de crianças). Eu, realmente, quero mais das pessoas. E ele soube identificar isso, sem me censurar, ao contrário, valorizando este caminho, mesmo sabendo ser ele mais difícil, solitário. Como é bom ter o apoio de alguém da envergadura dele para isso, para assumir plenamente minhas escolhas. Para saber e defender que meu caminho pede a realização de uma obra.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A presença dele me deu também a clareza de que a natureza da felicidade é o outro. Do quanto é importante construir relações autênticas. Em suas palestras, quando as pessoas perguntam se o consumo pode nos dar felicidade, Gilles usa a definição do Rousseau. Para ele somos incompletos e é o outro que nos oferece as razões para vivermos as grandes dores e alegrias que experimentamos na vida. Para isso, basta lembrarmos de uma perda de alguém importante, ou um nascimento; um encontro amoroso e uma separação; um bar com amigos e o desencontro.... Por isso, a felicidade não está sob nosso domínio, não pode ser comprada em um shopping (mesmo que esse prazer seja legítimo). O inferno e o céu são os outros, nisso Sartre estava parcialmente certo. E, por não sabemos os caminhos do outro, na medida que sempre nos escapam, a felicidade é um estado imprevisível, instável, mas intenso, humano.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A felicidade também está em ter um propósito. O meu, como sabem, está atrelado a minha pesquisa, o de tentar contribuir para a emancipação feminina, não mais por uma via feminista, mas humanista pensando, necessariamente, a relação entre homens e mulheres e entre mulheres. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E por falar nessa relação....”entre mulheres”, concluí ontem um artigo sobre uma pesquisa que irei inscrever no &lt;em&gt;Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero (Cnpq)&lt;/em&gt;. O tema: a competição feminina, a dissociação e rivalidade deletéria que as mulheres travam entre si geralmente motivadas pela competição pela beleza, por um parceiro afetivo e pela pouca habilidade de separar a vida privada da pública. Tento entender como a organização social contribui para isso: criando a associação da felicidade feminina à vida privada, especialmente ao casamento e filhos, e atualmente, na sociedade de consumo, pela eleição da beleza e da moda como centro das preocupações femininas. Entrevistei 20 pessoas (10 homens e 10 mulheres) e os resultados não são animadores...Emblemático esse artigo, pois o concluí justo após viver essa experiência da amizade com um homem. Na pesquisa demonstro também como historicamente os homens, ao contrário das mulheres, foram treinados _ através da separação entre o espaço público do privado, do esporte coletivo, da responsabilidade de provedor e por ter objetivos sociais e políticos mais amplos _ a se doarem com mais lealdade nas relações tanto entre homens como com as mulheres - mesmo que mantenham a competitividade. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Confesso que as minhas amigas andaram me decepcionando muito ultimamente em um momento de grandes mudanças em que precisava delas...Tenho consciência que fui pesquisar para entender as razões sociológicas desta fragilidade na relação entre nós e para que, quem sabe, possa contribuir com outras mulheres e homens. Ao fim, cheguei a conclusão: a da urgência na mudança da postura feminina sob pena de nos furtar a estabelecer relações verdadeiras e férteis como essa que experimentei. Nós jogamos fora a oportunidade humana da interação que poderia nos unir. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A busca obsessiva pela beleza (que cria um sistema cruel: egoísmo-inveja-frustração), pelo marido e a falta de profissionalismo são empecilhos a relações saudáveis entre mulheres. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;gt;&amp;gt;Quando publicar o trabalho completo aviso , caso queiram ler...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-522274611578345116?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/522274611578345116/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=522274611578345116&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/522274611578345116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/522274611578345116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2010/09/alguem-que-se-importa-e-que-importa.html' title='GILLES LIPOVETSKY &gt; Alguém que se importa e que importa'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TKNUbnFOkhI/AAAAAAAABJI/FDesKiyd1vs/s72-c/Gilles+Lipovetsky+e+Isabelle+Anchieta,+SP+2010.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-364949861522273525</id><published>2010-08-14T14:18:00.000-07:00</published><updated>2012-01-07T13:17:19.143-08:00</updated><title type='text'>OPORTUNIDADES&gt; De repente acontece o tempo se mostrando, (...) e você começa a existir (Adélia Prado)</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TGcRugF_S3I/AAAAAAAABHw/49qGM5pFgqs/s1600/Trapeze_Dreams_by_blackiliner.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5505388560070429554" src="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TGcRugF_S3I/AAAAAAAABHw/49qGM5pFgqs/s400/Trapeze_Dreams_by_blackiliner.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 268px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Eis que chega a oportunidade. Um teste para o qual fomos preparados durante o curso da vida. O teste acontece. Agora: a espera. Acredito que todos nós já passamos por isso. Um vestibular. Um teste para um emprego. A mudança de cidade. A espera de um telefonema...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Esse hiato. O intervalo, em que temos a impressão que a vida parou nesse ponto. Congelada: entre o sonho e a desilusão,  oscilamos no terreno do nosso imaginário. Construímos e desfazemos o caminho. E, sem certezas, nos exaurimos no movimento circular, sem saída, dos nossos pensamentos,  já cansados de ficcionalizar algo que nos escapa. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; Estou vivendo isso. Aguardo uma resposta e confesso: este pode ser o mais ambicioso teste por que já passei. Desejei esse posto, sabendo que para ele deveria me preparar e criar a oportunidade. Por isso, eu e a vida fomos nos colocando pequenos testes, de várias naturezas, mas que objetivavam (conscientemente ou não) o ponto de maturação para essa oportunidade. Aconteceu. No dia do teste estava segura, fiz o que tinha de ser feito, me sentia pronta e entusiasmada, dois sinais de que era mesmo o momento dele. Agora; aguardo pela resposta que pode confirmar e iluminar toda a minha trajetória, as minhas escolhas. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; Quando era adolescente lembro-me que sempre tinha um sonho, o mesmo. A minha mãe chegou a ficar preocupada com as repetições. Nele eu ficava sempre diante de dois caminhos em uma madrugada. Um asfaltado, sem ninguém, os postes de luz estavam acesos e havia pequenas casas de janelas fechadas, todos dormiam. O outro: uma mata fechada, escura. E: sempre, sempre, escolhia a mata. Na caminhada sentia os pés descalços sendo machucados pelos espinhos, o escuro, cada vez mais... Aterrorizante. Quando acordava sempre me cobrava por essa escolha, que julgava errada. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Engraçado lembrar disso, neste exato momento..., pois a minha vida confirmou o meu sonho e o ressignificou. Ao invés da profissão mais lucrativa (o Direito) escolhi a que me apaixonava: o Jornalismo. Ao invés do sucesso imediato que meu posto na TV me dava, escolhi uma formação cultural de médio, longo prazo – ingressei no mestrado e agora curso meu doutorado. Ao invés de receber favorecimentos, prefiro ser testada. Gosto de entrar pela porta da frente, do contrário; não entro. Sempre fui clara e gosto que assim o sejam comigo (apesar da desonestidade corrente, da qual fui vítima algumas vezes). Não sou ingênua a ponto de negar que a vida é feita de uma certa dose de "política" (no mal sentido), mas infelizmente (ou felizmente) não consigo mesmo compactuar com atitudes pouco éticas e desrespeitosas com os outros. Prefiro esperar uma nova oportunidade, mais digna. E, sempre, sempre, aliei a preparação com o prazer e entusiasmo de fazer o que acreditava. Deu certo, tem dado...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Um dia, em solidão, um pouco cansada de não ver os resultados aparecerem Nietzsche me salvou com a frase: “quem pega o atalho, perde o caminho”. Nisso entendi que só há um caminho que nos mobiliza, sair dele, querer os resultados antes, é perder-se, é não ter tido a perseverança de se preparar para o seu grande teste: que virá. Chegou para mim.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Aprendi, que a vida não é feita de descansos, é feita de luta. Uma luta que se traduz nessa infinita caminhada, desse nunca chegar. Sísifo. Por isso, é preciso ver no caminho o sentido da vida, porque não existe uma chegada, um fim. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas, paradoxalmente é preciso buscar, atravessar. Isso é o que nos preenche dos mais sublimes sentimentos e contradições.  É nesse lugar do trapézio, nesse meio entre o céu e a terra, onde se encontra o sentido da vida. Esta aposta em atravessar a corda bamba entre os seus riscos sempre presentes de mover-se rumo ao fracasso ou ao sucesso. Nesse ponto, lembrei-me de dois trapezistas. Um de Kafka e outro de Nietzsche. Eles traduzem duas posturas que podemos tomar diante da consciência da falta de finalidade da vida. Um: a angustia niilista. O outro: a aposta na vida, no risco que ela implica, mesmo que sem uma finalidade acabada, eis o seu significado mais profundo...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;b&gt;Por Kafka...&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Um trapezista se dá conta, subitamente, de que sua vida está por um triz: ´Viver assim, com uma só barra entre as mãos... É vida, isto?´. A existência de repente lhe parece estreita demais. O trapezista de Kafka, na sua exclamação apavorada tem a percepção vertiginosa que estamos por um fio, a suspeita crescente que esse pouco talvez não bastasse para prosseguir. Ao lado da certeza esvaída, a vida depauperada, o abismo escancarado, a quebra irreversível no fio do tempo e no contorno da alma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Por Nietzsche...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt; (em um diálogo entre o trapezista, que acaba de cair da corda, e Zaratustra)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;BAILARINO: Há tempo  eu sabia que o diabo me havia de derrubar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;ZARATUSTRA: Amigo – respondeu – palavra de honra que tudo que falas não existe, não há demônio, nem inferno. A tua alma ainda há de morrer mais depressa que o teu corpo; nada temas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;BAILARINO: Se dizes a verdade – respondeu - nada perco ao perder a vida. Não passo de uma besta que foi ensinada a dançar a poder de pancadas e de fome&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;ZARATUSTRA: Não fizestes do perigo o teu ofício, coisa que não é para se desprezar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;(NIETZSCHE, AFZ p.30, 2006)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0000ee;"&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0000ee;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-364949861522273525?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/364949861522273525/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=364949861522273525&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/364949861522273525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/364949861522273525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2010/08/de-repente-acontece-o-tempo-se.html' title='OPORTUNIDADES&gt; De repente acontece o tempo se mostrando, (...) e você começa a existir (Adélia Prado)'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TGcRugF_S3I/AAAAAAAABHw/49qGM5pFgqs/s72-c/Trapeze_Dreams_by_blackiliner.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-5840019654307409445</id><published>2010-07-29T13:36:00.000-07:00</published><updated>2012-01-07T13:17:40.883-08:00</updated><title type='text'>CRIANÇA X ADULTO &gt; Não quero voltar a ser criança</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TFHn-4zxONI/AAAAAAAABGw/6WjKvmcknfc/s1600/inquieta+e+madura.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5499431687583512786" src="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TFHn-4zxONI/AAAAAAAABGw/6WjKvmcknfc/s400/inquieta+e+madura.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 400px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 315px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Desse saudosismo, não compartilho. Nunca quis voltar a ser criança. Ao contrário, quando criança queria crescer e estava certa, ser adulta é a melhor experiência que a vida nos oferece. Pois, se ser criança é: não assumir a sua vida integralmente. Não poder andar sozinha. Não ser independente. Não poder sair de casa, sem avisar aonde vai. Não poder escolher seus amigos. Pensar só em si e em seus desejos imediatos, pouco se importando para os outros. Falar e fazer brincadeiras idiotas, sem sentido, sem finalidade. Não ter um trabalho que se ame, na busca obstinada por um objetivo maior, para si e para os outros.... Desculpem-me os saudosos. Não quero voltar a ser criança, nem tenho paciência para criancices de adultos e de crianças. Ser adulto é a forma mais aproximada de ser você mesmo. De assumir erros e usufruir dos seus acertos, das suas apostas. É o momento da vida onde mais nos aproximamos da liberdade. Quando vc começa a escolher suas próprias roupas (mesmo que dentro do leque que a moda nos oferece). A sua carreira e seu carro. Sua casa e, especialmente, é o momento de escolher sua nova família. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Diz o senso comum: ser jovem é bom, pois não há responsabilidades, contas a pagar e decisões a tomar. Bobagem. Isso também significa não ter as rédeas da vida, ser conduzido, acomodar-se enquanto o outro dirige. Há quem goste dessa posição, há quem perpetue esse suposto lugar cômodo de passageiro. Adultos infantilizados. Mulheres dependentes. Homens morando com suas mães. Filhos eternamente mimados. Povos que adoram seus ditadores.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Me perguntaram: mas não há nada na sua infância que tenha saudade? A primeira coisa que veio a minha cabeça foi andar a cavalo na fazenda, mas logo pensei: ainda ando a cavalo; melhor, galopo, tomei as rédeas e não mais estou na garupa dos meus pais. A sensação é de mais risco, claro, mas também de mais vida, da minha vida ali, mesmo que em risco. E é preciso assumir os riscos para assumir sua vida. Disso eu sei.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Como é bom ser adulta...  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quando se é adulto você pode conversar e refletir sobre a vida com autoridade, com inteligência e escolher com quem quer compartilhar isso. Interlocutores com quem podemos conversar toda uma noite, uma vida. Por outro lado, me aborreço rapidamente com a tagarelice infantil sem sentido. Ou das infinitas perguntas que, previsivelmente, levam a lugar nenhum. Há quem veja nelas um sentido filosófico. Pra falar a verdade prefiro as perguntas de Nietzsche, do que as bobagens infantis de, de onde vem a nuvem? Prefiro saber de onde vem a vontade de potência, sinceramente! Relações adultas são as mais imprevisíveis e instigantes para o nosso pensamento, para a nossa vida. Quero ser adulta, para escolher. Para saber do que gosto ou não, para mudar de opinião e assumir com  serenidade as minhas incertezas (sem os dramas da adolescência). &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mesmo que essas escolhas adultas envolvam decisões difíceis, como afastar-se de alguém de sua família. De eleger amigos. De ir embora quando o papo ficar chato. De comprar um livro. Ler, (em silêncio). Ficar sozinha. Ou, se não quiser, convidar alguém. Desfrutar de uma vista, tomar um vinho. Quero ser adulta, inclusive, para poder pensar se fui injusta ou não e poder formular um sentido ou uma falta de sentido das minhas atitudes. Voltar atrás, se ainda der tempo. Ser adulto é um segundo nascimento. Não mais de uma criança. Mas, de alguém que pode tornar-se o que é: adulto.  &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-5840019654307409445?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/5840019654307409445/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=5840019654307409445&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/5840019654307409445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/5840019654307409445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2010/07/nao-quero-voltar-ser-crianca.html' title='CRIANÇA X ADULTO &gt; Não quero voltar a ser criança'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TFHn-4zxONI/AAAAAAAABGw/6WjKvmcknfc/s72-c/inquieta+e+madura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-458724595169178611</id><published>2010-07-07T07:30:00.000-07:00</published><updated>2012-01-07T13:17:58.397-08:00</updated><title type='text'>ALMA IMORAL&gt; A Alma Imoral</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TDSRBY1AjtI/AAAAAAAABGo/3OtfoXlB49I/s1600/alma+imoral.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5491173298702159570" src="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TDSRBY1AjtI/AAAAAAAABGo/3OtfoXlB49I/s400/alma+imoral.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 300px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 200px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="UIIntentionalStory_Header"&gt;&lt;h3 class="UIIntentionalStory_Message" ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}" style="font-size: 13px; font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="UIIntentionalStory_Message" ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}" style="font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Todos nós nos deparamos com lugares que se tornam estreitos em determinado momento. Estes lugares, que outrora serv&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="text_exposed_show" style="display: inline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;iram para o nosso desenvolvimento e crescimento, se tornam apertados e limitadores. Qual é o caminho então?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="UIIntentionalStory_Message" ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}" style="font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="text_exposed_show" style="display: inline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Não é voltar e se acomodar, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="UIIntentionalStory_Message" ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}" style="font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="text_exposed_show" style="display: inline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Não é lutar com o passado, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="UIIntentionalStory_Message" ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}" style="font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="text_exposed_show" style="display: inline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Não é desesperar-se &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="UIIntentionalStory_Message" ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}" style="font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="text_exposed_show" style="display: inline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;e muito menos esperar,  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="UIIntentionalStory_Message" ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}" style="font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="text_exposed_show" style="display: inline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Mas, marchar. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="UIIntentionalStory_Message" ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}" style="font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="text_exposed_show" style="display: inline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Esse profundo ato de confiança em si e no processo da vida garante a passagem pelo vazio. O que não existia passa a existir e um novo lugar amplo se faz acessível&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="UIIntentionalStory_Message" ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}" style="font-size: 13px; font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="text_exposed_show" style="display: inline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="UIIntentionalStory_Message" ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}" style="font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="text_exposed_show" style="display: inline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Editei e interpretei passagens do texto que pode ser lido na íntegra no livro "A Alma Imoral", de Nilton Bonder (Ed:Rocco, p. 46-51). Livro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; adaptado para o teatro pela atriz Clarice Niskier,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="text_exposed_show" style="display: inline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-size: 11px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="text_exposed_show" style="display: inline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-size: 11px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Nessa passagem o autor reinterpreta a saída do povo hebreu do Egito, guiados por Moisés...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="text_exposed_show" style="display: inline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-size: 11px;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="UIStoryAttachment UIStoryAttachment_InlineInfo" ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;attach&amp;quot;}" id="" style="margin-bottom: 5px; margin-top: 6px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-right: 10px;"&gt;&lt;div class="UIStoryAttachment_Media UIStoryAttachment_MediaSingle" ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;media&amp;quot;}" style="float: left; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-right: 10px;"&gt;&lt;div class="UIMediaItem UIMediaItem_Photo"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/photo.php?pid=31122728&amp;amp;id=1144578933" id="" style="color: #3b5998; cursor: pointer; text-decoration: none;" target="" title=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-458724595169178611?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/458724595169178611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=458724595169178611&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/458724595169178611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/458724595169178611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2010/07/alma-imoral.html' title='ALMA IMORAL&gt; A Alma Imoral'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TDSRBY1AjtI/AAAAAAAABGo/3OtfoXlB49I/s72-c/alma+imoral.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-4244242669183977934</id><published>2010-06-13T19:12:00.000-07:00</published><updated>2010-06-13T19:26:58.446-07:00</updated><title type='text'>Alunos da Univ. Lusófona de Cabo Verde (África) repercutem artigo da professora</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TBWSKyKkWFI/AAAAAAAABGg/Qf7QqGa1_NM/s1600/logotipo+UNI+LUSO.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5482448835355891794" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 193px; CURSOR: hand; HEIGHT: 145px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TBWSKyKkWFI/AAAAAAAABGg/Qf7QqGa1_NM/s400/logotipo+UNI+LUSO.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Alunos da Licenciatura em Ciências de Comunicação da Universidade Lusófona de Cabo Verde (África), que gerenciam o site &lt;strong&gt;Comunicare&lt;/strong&gt; repercutiram, para a minha alegre surpresa, um dos meus artigos "A defesa de uma nova objetividade jornalística".&lt;br /&gt;Abaixo o link:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://comunicare2009.blogspot.com/2010/06/sobre-autora-de-defesa-de-uma-nova_07.html"&gt;http://comunicare2009.blogspot.com/2010/06/sobre-autora-de-defesa-de-uma-nova_07.html&lt;/a&gt;,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde já meus sinceros agradecimentos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Att,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isabelle Anchieta&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-4244242669183977934?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/4244242669183977934/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=4244242669183977934&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/4244242669183977934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/4244242669183977934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2010/06/alunos-da-univ-lusofona-de-cabo-verde.html' title='Alunos da Univ. Lusófona de Cabo Verde (África) repercutem artigo da professora'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/TBWSKyKkWFI/AAAAAAAABGg/Qf7QqGa1_NM/s72-c/logotipo+UNI+LUSO.gif' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-8735865262109746071</id><published>2010-05-15T22:52:00.000-07:00</published><updated>2012-01-07T13:18:28.846-08:00</updated><title type='text'>LIBERDADE E ESCOLHAS&gt; Sobre a liberdade e o fracasso de estar diante dos caminhos possíveis</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/S--JOjgpFtI/AAAAAAAABGY/LzmYGkb8Unw/s1600/indecis_o_2.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5471742955421767378" src="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/S--JOjgpFtI/AAAAAAAABGY/LzmYGkb8Unw/s400/indecis_o_2.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 259px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: none; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Poder escolher é a mais potente forma de liberdade, mas que carrega o peso da decisão, da escolha acertada. Por isso a juventude é a fase mais perturbadora de nossa existência e o momento de maior liberdade. É a fase onde acionamos com toda a força a nossa imaginação, quando desenhamos em nossa mente como seria seguir cada caminho possível. Trata-se de um momento onde estamos indeterminados, no sentido de que tudo pode ser. Tudo pode vir a ser. Há uma grande euforia e esperança nisso. Achamos que podemos ser ricos, que poderemos casar com uma pessoa ideal e etc. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No entanto, poucos falam do risco que é o de tentar manter esse estado de indeterminação para além do "&lt;i&gt;timing"&lt;/i&gt; das escolhas. Sermos jovens eternamente. Muitos têm o feito ultimamente... Na dúvida de qual mulher escolher, desdobram-se em três. Na possibilidade de escolher entre morar sozinho e viajar o mundo, continuam na casa dos pais. Na dúvida de qual carreira seguir trancam o curso no meio do caminho para trabalhar em um setor medíocre. O que estou dizendo é: manter o estágio da indeterminação, na tentativa vã de manter a liberdade a ela associada é a maneira mais arriscada de condenar-se ao fracasso de não ter tido a coragem de apostar em um caminho.  A aparente liberdade é, assim, uma grande derrota, porque você perde o “bonde”, o horário de sua saída. Imaginamos que podemos viajar todas as viagens, quando na verdade não é possível compatibilizar caminhos incompatíveis. É preciso não ver algo, para que outro se realize. É preciso escolher um trecho em detrimento de outro. Ao tentar compatibilizar todos os possíveis, eles tornam-se impossíveis. Do contrário nem um, nem outro se realizam. Viram imaginação, viram nada.  Oscilar entre todos os caminhos, não se decidir é um perigo. Pois, ao manter a indeterminação você inviabiliza sua felicidade pessoal e social. Você inviabiliza a oportunidade de viver “uma” vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;OBS&amp;gt; caso se interessem pelo tema sugiro que leiam “A educação sentimental” de Flaubert  (literatura) ou a instigante análise sociológica de Pierre Bourdieu em "As regras da arte, gênese e estrutura do campo literário" &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-8735865262109746071?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/8735865262109746071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=8735865262109746071&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/8735865262109746071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/8735865262109746071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2010/05/sobre-liberdade-e-o-fracasso-de-estar.html' title='LIBERDADE E ESCOLHAS&gt; Sobre a liberdade e o fracasso de estar diante dos caminhos possíveis'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/S--JOjgpFtI/AAAAAAAABGY/LzmYGkb8Unw/s72-c/indecis_o_2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-8614471508839169173</id><published>2010-04-25T20:46:00.000-07:00</published><updated>2010-04-25T20:59:05.381-07:00</updated><title type='text'>Grace Kelly: uma imagem precisa e poética</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/S9UM0jVWu_I/AAAAAAAABGI/DkYxCUOZbYw/s1600/grace_kelly_gallery_2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 201px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/S9UM0jVWu_I/AAAAAAAABGI/DkYxCUOZbYw/s400/grace_kelly_gallery_2.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464287819861507058" /&gt;&lt;/a&gt;Compartilho um das imagens que pesquiso. Ela, entre outras, são alvo de minha tese de doutoramento "O poder da imagem na construção do feminino". Nesta: Grace Kelly. Achado feliz!&lt;div&gt;Uma imagem com enquadramento preciso e poético, um desses raros instantes fotográficos que imortalizam-se em nossa coleção mental.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-8614471508839169173?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/8614471508839169173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=8614471508839169173&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/8614471508839169173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/8614471508839169173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2010/04/grace-kelly-uma-imagem-precisa-e.html' title='Grace Kelly: uma imagem precisa e poética'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/S9UM0jVWu_I/AAAAAAAABGI/DkYxCUOZbYw/s72-c/grace_kelly_gallery_2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-7776484831488983710</id><published>2010-04-12T19:03:00.000-07:00</published><updated>2012-01-07T13:18:51.038-08:00</updated><title type='text'>A RUÍNA&gt; O homem como ruína: a trágica dinâmica entre a criação e a destruição de nossas vidas</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/S8PVcM4KBQI/AAAAAAAABGA/tDBn7aRiwhY/s1600/Ruina+bb.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459441853772989698" src="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/S8PVcM4KBQI/AAAAAAAABGA/tDBn7aRiwhY/s320/Ruina+bb.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 213px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Criamos. Desejamos. Vencemos os limites e todas as forças da natureza. Planejamos. Construímos pontes. Atravessamos. Mas, somos defraudados. Desmoronam as casas. Decompõe-se o metal, a vegetação cresce em volta das paredes. A enxurrada leva nossas conquistas. Quem vence? Nossa vontade de planejar nosso destino ou a natureza? Quem vence? Nossos sonhos ou a frustração de um imprevisto que o Outro nos impõe, amargamente? Queremos, nem sempre podemos. Desejamos e frequentemente a realidade nos toma, nos sequestra os sonhos. Tinge de preto as cores do imaginário. Saímos de uma linda casa para habitar uma prisão. De uma linda vista, para o nada: uma parede. A vida às vezes é uma colisão entre a nossa vontade e a dela. Somos impotentes diante da altura de sua voz. Calamos. Deixamos ruir o que construímos impassíveis, aterrorizados.&lt;br /&gt;“Na nossa alma as forças constrõem ininterruptamente. E, ininterruptamente elas são quebradas, desviadas, rebaixadas pelas outras forças que atuam em nós” (SIMMEL, p.). A alma nunca alcança a vitória decisiva. Mas, “o ritmo inquieto da alma não admite o estado definitivo” da destruição. Cria, cria, desesperadamente, pois não pode admitir que a natureza nos tome, nos aniquile. Do contrário seria suicidar-se em vida. Admitir passivamente a derrocada. Ver ruir a casa, sem tentar ao menos retirar os móveis, o álbum de fotos.&lt;br /&gt;E é na ruína onde se manifesta a forma mais latente e gritante entre o que quer e o que não pode ser. E como um pedaço do que não é mais, a ruína integra-se ao ambiente. Uma espécie de vontade da natureza de contrariar a vontade humana e reintegrar, assim, o edifício a paisagem. Uma vingança a violação que a nossa vontade impõe a natureza. E, é na decomposição e no crescimento da vegetação que aos poucos a ruína une-se a paisagem e torna-se, assim, como uma árvore ou uma pedra mais um elemento do horizonte, ao contrário do que acontece com a cidade, com a vila e as casas que ficaram intactas e claramente distintas da paisagem. A natureza nos toma de assalto. Rouba-nos a vontade.&lt;br /&gt;Essa é a trágica dinâmica da vida: entre o sonho e a desilusão, entre o planejamento e o imprevisto, entre a vontade do espírito e a força da natureza. Mas, o trágico não deve ser tomado como algo necessariamente ruim, como bem insistia Nietzsche em o “Nascimento da Tragédia”. Na sua origem, no teatro grego, o trágico referia-se sempre a um final imprevisto. Podia ser ruim, bom, inconcluso, como a vida. O trágico refere-se, assim, a pulsão da vida, a sua imprevisibilidade e nisso a sua força. Pois, em alguns momentos a mudança de rota que a vida nos impõe produz resultados ainda mais belos do que os que planejamos – e geralmente é isso que ocorre. Nesse resultado há, enfim, o casamento da nossa vontade com a natureza. Uma unicidade, um encontro de uma força estética única. Pois é na ruína, como símbolo e resultado do embate entre a “aspiração ao alto e a queda para baixo”, que se dá a reconciliação do homem com a natureza. A “volta para casa”. Observem como a ruína produz uma sensação de paz...Uma espécie de “harmonia misteriosa” que torna tudo mais belo, mais sentido, ou se preferirem, mais humano. Ao fim, o homem é uma ruína. Pois nele também está a natureza, e com ela a sua luta e sua reconciliação. Porque “o que constitui a sedução da ruína é que nela uma obra humana é afinal percebida como um produto da natureza” (Simmel)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-7776484831488983710?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/7776484831488983710/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=7776484831488983710&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/7776484831488983710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/7776484831488983710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2010/04/o-homem-como-ruina-tragica-dinamica.html' title='A RUÍNA&gt; O homem como ruína: a trágica dinâmica entre a criação e a destruição de nossas vidas'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/S8PVcM4KBQI/AAAAAAAABGA/tDBn7aRiwhY/s72-c/Ruina+bb.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-4443576049058373640</id><published>2010-03-26T21:08:00.000-07:00</published><updated>2012-01-07T13:19:14.478-08:00</updated><title type='text'>COERÊNCIA E INCOERÊNCIA&gt; O sentido da vida: entre a coerência e a incoerência</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/S62HUjNyCyI/AAAAAAAABF4/cBEiItn1gS8/s1600/contradi%C3%A7%C3%A3o%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5453163510935718690" src="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/S62HUjNyCyI/AAAAAAAABF4/cBEiItn1gS8/s320/contradi%C3%A7%C3%A3o%5B1%5D.jpg" style="cursor: hand; float: left; height: 320px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 275px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“O sentido de coerência lógica ou teleológica tem poder sobre os homens em todas as partes, mais do que qualquer outra força da cena histórica” (Max Weber, in:Considerações Intermediárias, p. 318). &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Porque somos atraídos pela religião? Porque cremos, sem provas? O Deus católico, sem face, que exige a fé sem questionamentos! Ou, no outro extremo, no campo científico: porque nos importa tanto que uma pesquisa ateste algo como verdadeiro? Que legitime nossas escolhas? É comum dizer “mas, tem uma pesquisa que comprava o que estou dizendo...” Porque necessitamos de um sentido de vida para viver? Porque essa necessidade por uma coerência entre as nossas ações e sua finalidade ética?&lt;br /&gt;Pois, mesmo os ricos, aparentemente tidos como os “felizes” precisam justificar sua felicidade, dar a ela um sentido. O movimento protestante, como bem comprovou Weber, nasce exatamente como uma tentativa da nova classe burguesa de ficar em paz com seu enriquecimento, de justificá-lo. Assim como os pobres, que precisam de uma explicação para suportar seu sofrimento, mesmo que seja a promessa de um paraíso após a morte. Assim, ou no "aqui agora", para os ricos: ou no "para além da vida" para os pobres, a existência precisa justificar-se, ter sentido, coerência.&lt;br /&gt;É nesse sentido que tanto a religião, como a ciência são, ambas, formas de racionalizar o mundo, de dar a ele uma coerência, uma resposta. Temos de nos agarrar a algo, temos de acreditar que não é em vão a nossa existência.&lt;br /&gt;Mas, há ainda outra posição, que não é nem a do cientista, nem a do crente. Qual seja? A do homem, mulher que assumiu a incoerência do mundo. Daquele que a princípio está consciente que na vida não há mais do que sentidos provisórios, históricos e repletos de valores e morais. Aquele que assumiu que não há verdade, não há sentido. Nem crente, nem cientista, mas um niilista. Um descrente. O cético.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E há nesse assumir a incoerência inerente a vida duas possíveis posturas. Uma é negar a vida, é tornar-se indiferente a tudo, é desistir dela. É o homem que percebeu que o campo ideológico domina toda a esfera da vida social e a conduz. O homem que se deu conta que tudo não passa de uma construção de um sentido para o mundo&amp;gt; tanto no campo religioso, como científico. Não há verdade, não há sentido último. E, por essa razão ele desiste de lutar uma luta vã. De ser mais um soldado de uma guerra que não é sua, travestida em um falso sentido comum, "patriótico". Desiste de participar do jogo e comete, assim, uma espécie de suicídio simbólico (o que Nietzsche denominou de niilista fatigado). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, há ainda uma segunda postura, a mais interessante ao meu ver. Daquele que ao assumir a incoerência do mundo não tomou uma atitude desinteressada frente a ele. Ao contrário, percebeu as belezas da incoerência, as nuances e a complexidade de suas cores, ao contrário dos tons uniformes, homogêneos da coerência. Trata-se de um olhar apurado, que não precisa de bengalas religiosas e científicas para dar sentido a vida. A vida tem sentido em si mesma, em toda a sua incoerência, em tudo o que pode nos surpeender e oferecer. Niilista ativo: o legítimo afirmador da vida no que há de bom e de mal. Um afirmador da incoerência. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-4443576049058373640?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/4443576049058373640/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=4443576049058373640&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/4443576049058373640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/4443576049058373640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2010/03/o-sentido-da-vida-entre-coerencia-e.html' title='COERÊNCIA E INCOERÊNCIA&gt; O sentido da vida: entre a coerência e a incoerência'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/S62HUjNyCyI/AAAAAAAABF4/cBEiItn1gS8/s72-c/contradi%C3%A7%C3%A3o%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-2059895636656564137</id><published>2010-02-01T05:44:00.000-08:00</published><updated>2012-01-07T13:19:34.283-08:00</updated><title type='text'>GENEROSIDADE DA VIDA&gt; Sobre a generosidade da vida</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/S2b1szmWc8I/AAAAAAAABFw/MM4xYbwP4Oo/s1600-h/natacao-cuidado-agua-180208%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5433300150583194562" src="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/S2b1szmWc8I/AAAAAAAABFw/MM4xYbwP4Oo/s320/natacao-cuidado-agua-180208%5B1%5D.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 176px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que torna a vida tão desejável é o fato de, no fundo, sabermos que" há mais tempo alegre do que triste" (Clarice Lispector). Todos, por mais que passemos momentos difíceis, acreditamos na generosidade da vida. É essa sensação feita de lembrança e esperança que nos mantém ávidos por estarmos vivos. De lembrança, porque felizmente, da infância até a adolescência, vivenciamos um conjunto de sensações boas nas experiências que tivemos. De uma simples brincadeira, uma amizade, um relacionamento, uma conquista... Todos temos guardados um álbum da nossa memória alegre. Por essa razão, sabemos o que a vida pode nos oferecer. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, a generosidade também é feita de esperança. Por essa aposta sempre renovada no inesperado, no que pode acontecer e no que podemos vir a ser. Uma curiosidade com o fortuito e com o resultado da concretização da luta presente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E, a vida _ me desculpem os pessimistas, os marxistas, os críticos de plantão das tragédias, os ressentidos, os amargurados _é, sim, generosa. Capaz, sempre, de nos fazer acreditar que há algo novo e melhor a frente, porque algo novo e feliz já nos aconteceu e porque continuamos a confiar na capacidade da vida em renovar-se, em ser de novo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mesmo após terremotos, tsunamis, governos corruptos, sistemas injustos e tudo o mais que nos assola, _ da natureza à crueldade humana_, há, sempre, essa força que quer transformar, mudar o estado das coisas. E, como formiguinhas humanas, desafiamos os desastres naturais e reconstruímos nossas vidas, mesmo quando isso parece improvável, impossível. Mas, nada é impossível. Já conseguimos voar, transportar imagens e sons pelo espaço e produzimos continuamente a vacina para as nossas doenças. Inventamos. Criamos e mesmo quando não havia esperança de que algo poderia acontecer, acontece!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vivo hoje a chegada dessa generosidade, e como testemunha dela queria dizer: deseje, sonhe, acredite, faça, pois é muito provável que aconteça. Para isso, persista no sonho. Não pare antes, não siga conselhos desanimadores, não se canse da luta, não opte por estar cômodo e confortável em situações que lhe desvie do que quer. Não se contente com menos. Julgue-se merecedor do que deseja. Continue, sempre. Mesmo que isso exija, provisoriamente, um sacrifício e um desconforto. Vale a pena, porque a vida, da sua forma, da sua maneira, e no seu tempo, é generosa. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-2059895636656564137?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/2059895636656564137/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=2059895636656564137&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/2059895636656564137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/2059895636656564137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2010/02/sobre-generosidade-da-vida.html' title='GENEROSIDADE DA VIDA&gt; Sobre a generosidade da vida'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/S2b1szmWc8I/AAAAAAAABFw/MM4xYbwP4Oo/s72-c/natacao-cuidado-agua-180208%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-4738064901602416256</id><published>2010-01-20T02:43:00.000-08:00</published><updated>2012-01-07T13:19:59.326-08:00</updated><title type='text'>SOLIDÃO &gt; A solidão do artista</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/S1bnMdTBjtI/AAAAAAAABFo/0zCga1vY_qI/s1600-h/palco_auditorio%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428780602050580178" src="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/S1bnMdTBjtI/AAAAAAAABFo/0zCga1vY_qI/s320/palco_auditorio%5B2%5D.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;"- Engraçado. Eu canto em tantos lugares do mundo, para cinco mil, dez mil, quinze mil pessoas, e então elas dançam, algumas choram, aplaudem, vibram com a minha música. É como se fosse uma missa com emoções compartilhadas - mas depois todos vão embora e eu vou para o camarim sozinho. Depois eu vou sozinho para o hotel ou para a minha casa e me pergunto: para onde foram as pessoas"&lt;/em&gt;. O depoimento, de um músico brasileiro é parte de uma crônica de Luiz Fernando Emediato. O tema: intrigante. A solidão do artista.&lt;br /&gt;É uma solidão de um tipo muito especial que Milan Kundera já havia descrito em seu romance: a do "olhar do público"(ILS,p.271). Para isso a imagem do palco é perfeita&amp;gt; ali o artista está sob o olhar distante e invasivo da platéia. Muitos o observam, poucos o conhecem.&lt;br /&gt;Por essa razão será sempre uma fraude. Pois atrás de toda a imagem pública e de sucesso há um fardo: o do défcit entre a expectativa do público sobre uma atuação linear e previsível e os limites e contradilções do ator social. Para manter sua imagem, frequentemente, esconde-se com medo de ser defraudado, desmascarado e porque não: humanizado. Adélia Prado aconselhou uma vez que: "o público nunca deveria aproximar-se ou conhecer seu escritor senão por meio de sua obra". Tal conselho deu-se durante uma palestra para poucos convidados, momento em que externalizava seu incômodo de estar ali, tão próxima dos seus leitores. Em um texto transforma sua vulnerabilidade em poesia: "A edilidade vai me ovacionar. No entanto, se me escavarem, nada encontraram. A não ser desejo, quase ingratidão" (Menina aprendiz)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-4738064901602416256?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/4738064901602416256/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=4738064901602416256&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/4738064901602416256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/4738064901602416256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2010/01/solidao-do-artista.html' title='SOLIDÃO &gt; A solidão do artista'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/S1bnMdTBjtI/AAAAAAAABFo/0zCga1vY_qI/s72-c/palco_auditorio%5B2%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-3475187702350474578</id><published>2010-01-04T20:50:00.000-08:00</published><updated>2012-01-07T13:20:32.662-08:00</updated><title type='text'>PERSISTÊNCIA&gt; Mais uma vez</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/S0SLzLlAtMI/AAAAAAAABFY/vgO2sZn5sTk/s1600-h/chairs%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5423613562658534594" src="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/S0SLzLlAtMI/AAAAAAAABFY/vgO2sZn5sTk/s200/chairs%5B1%5D.jpg" style="cursor: hand; float: left; height: 174px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 200px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;"Mas é claro que o sol vai voltar amanhã, espera que o sol já vem...escuridão já vi pior, de enlouquecer gente sã, espera que o sol já vem. Tem gente que não sabe amar, tem gente enganado a gente, veja a nossa vida como está, mas eu sei que um dia a agente aprende , se você quiser alguém em quem confiar, confie em si mesmo. Quem acredita sempre alcança" (Renato Russo) &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa letra já fez sentido em minha vida uma vez e novamente o faz. Mas, agora ela ganhou uma leveza e uma compreensão que não possuia da primeira vez. Com essa constatação perecebo que estou mais forte. Pois, cada ruptura que passo em minha vida funciona como um rito necessário. Confio, como nunca, na generosidade da vida, mesmo quando estou diante de grandes perdas, ou melhor, é justamente nelas em que percebo sua maior grandeza. A vida nos afasta do que não nos serve mais. Há as vezes uma grande violência nisso, como se uma criança perdesse um dedo, amputado por uma porta. Desses sofrimentos que nos parecem inexplicáveis, cruéis demais para qualquer explicação, para qualquer consolo. A vida tem suas cruezas, mas são nelas em que estão as nossas grandes e fundamentais mudanças. Há um incômodo nisso, um luto, um distanciamento do mundo, como se assistíssemos chocados a nossa rotina e estranhessemos o repetir sem sentido de nossas vidas. É o para que! É o absurdo que nos bate a porta e nos faz questionar nossa vida em sua totalidade, em sua utilidade. Mas, hoje não tenho um tom choroso ao refletir sobre essas coisas. É leve, seguro. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não que o fato não tenha me mobilizado (por isso escrevo), mas o que essa experiência me causou foi raiva, porque sinto que as pessoas estão perdendo valores preciosos. Não falo de valores morais, religiosos ou nada dessa ordem. Mas, de valores humanos, esses que não precisam de regras, normas, apenas de respeito, solidariedade, generosidade, ética e bom senso. As pessoas estão vulgares. Mesquinhas, economizando seus sentimentos e, com eles, a grandeza do que podem vir a ser através do efeito propagador da generosidade. Há pouca nobreza nas relações interpessoais e o que une uns aos outros é frágil demais para passar por qualquer prova, a mais banal prova de lealdade, amizade. Corrompem-se na primeira e mais leve curva, fracos! Fracos de caráter, fracos! Não consigo sequer sentir pena, dó, pois me provocam repulsa.&lt;br /&gt;Por isso, a perda de hoje me deixou mais forte, mesmo que essa força se dê as custas de uma solidão, de um isolamento. Quem sabe o dramaturgo norueguês &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Henrik_Ibsen"&gt;Henrik Ibsen&lt;/a&gt; tenha razão quando sentenciou que o fim de homens e mulheres que decidiram ser fiéis a si  é a solidão.  Dizia ele, na peça "O Inimigo do Povo" que "o homem mais forte é o que está mais só".&lt;br /&gt;Minha solidão pessoal, evidentemente, não é extrema, tenho clareza disso. Tenho ao meu lado pessoas nobres, dignas de minha admiração. Nelas sinto o ar mais puro, a mente mais livre, o corpo entregue em confiança, essa palavra: confiança, quero repetí-la mais uma vez na esperança que se fixe...esse sentimento tão raro, tão nobre de que poucos são capazes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje eu quero confiar, mais uma vez, na generosidade da vida, no que ela tem de destrutiva e renovadora. Incondicionalmente. Amor fati! &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-3475187702350474578?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/3475187702350474578/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=3475187702350474578&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/3475187702350474578'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/3475187702350474578'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2010/01/mais-uma-vez.html' title='PERSISTÊNCIA&gt; Mais uma vez'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/S0SLzLlAtMI/AAAAAAAABFY/vgO2sZn5sTk/s72-c/chairs%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-5745599925194932361</id><published>2009-12-16T11:17:00.000-08:00</published><updated>2010-08-14T15:25:44.902-07:00</updated><title type='text'>Universidade Newton Paiva repercute aprovação da professora no Doutorado de Sociologia da USP</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SykzM8589wI/AAAAAAAABFQ/GF9PGselOak/s1600-h/usp.gif.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 79px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SykzM8589wI/AAAAAAAABFQ/GF9PGselOak/s200/usp.gif.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415916324490376962" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  color: rgb(67, 66, 66); -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family:Arial, Verdana, Helvetica, sans-serif;font-size:12px;"&gt;&lt;div id="painelEsquerdo" style="float: left; width: 480px; margin-top: 1px; "&gt;&lt;div id="containerNoticia" style="margin-top: 5px; margin-right: 10px; margin-bottom: 8px; margin-left: 10px; width: 460px; "&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;por Indhiara Souza&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Isabelle Anchieta é jornalista e mestre pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e professora no Centro Universitário Newton Paiva. Ela acaba de ser aprovada no doutorado da USP. Passou por seis etapas, de avaliação do currículo a prova de idioma. Enfrentou uma banca de cinco doutores para defender sua pesquisa “A Quarta Mulher”, conhecida e admirada por alunos e professores da Newton. Aqui ela fala desse desafio, que representa um novo momento em sua carreira.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Como foi passar pela banca dos professores da USP? Como conseguiu defender bem sua pesquisa?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Isabelle -&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt; Foi um grande desafio pra mim. Tenho desenvolvido a minha pesquisa há três anos e demorei um pouco para atingir certa maturidade para apresentá-la a um doutorado. A USP é muito rigorosa e é a maior nota do Brasil, o nível é internacional. Os doutores da banca foram duríssimos comigo, estudaram meu projeto, fizeram muitas críticas, mas na hora eu não quis recuar, quis defender o meu projeto, porque acredito muito nele. Disse que aquele não era apenas um projeto de doutorado, era projeto de vida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Por que encara essa pesquisa como “projeto de vida”?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Esse projeto foi um encontro com uma questão central da minha vida. É isso que faz as pessoas terem ou não motivação. Pesquisei muito tempo coisas que não eram exatamente do meu interesse, porque eu sabia que eram do interesse das pessoas. Não parei para questionar o que eu queria. Mas num momento da minha vida, vi uma colega fazendo uma coisa que ela gostava e esse exemplo da vida dela foi importante para mim. Pensei em sondar e encontrar em mim uma coisa que fosse importante e a imagem sempre foi muito importante na minha vida. A imagem da mulher, especialmente, sempre me intrigou.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;O que mais vai te deixar saudades na Newton Paiva?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;A Newton Paiva foi, de todas as instituições em que trabalhei, a que mais me respeitou, a que mais valorizou meu trabalho. Vou enfrentar um desafio agora, porque estou migrando de área de conhecimento — sou do jornalismo e agora vou para a sociologia. Vou virar aluna de novo, estou adorando, mas fico triste em abandonar minhas aulas e deixar meus alunos aqui.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;O que gostaria de falar aos alunos que ficam e que desejam ingressar na área de pesquisa, mestrado, doutorado...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;A vida não é fácil, o conhecimento é a única coisa que ninguém pode te tirar. É uma escolha difícil, é uma estrada mais longa: tem que ter dedicação, saber pesar as coisas. Nunca deixei de ter o lazer, mas sempre coloquei as coisas na balança. Hoje os jovens querem realizar todos os prazeres agora, no imediatismo, e perdem a perseverança de construir uma vida sólida. É possível conciliar a vida social com os estudos, até porque estudo pode ser um grande prazer. Os livros construíram a minha vida, o conhecimento construiu minha história. É preciso ter certa obstinação, acreditar na gente e não deixar ninguém medir o nosso valor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="divisoriaHorizontal" style="text-align: justify; background-image: url(http://www.newtonpaiva.br/App_Themes/NewtonPaiva/images/linha_divisoria.gif); clear: both; margin-top: 0px; margin-right: 3px; margin-bottom: 0px; margin-left: 8px; background-position: 50% 50%; background-repeat: repeat no-repeat; "&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;float: right; margin-top: 7px; margin-right: 3px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;&lt;img id="ctl00_Conteudos_imgEncaminharNoticia" src="http://www.newtonpaiva.br/App_Themes/NewtonPaiva/images/aconteceNaNewton/btn_encaminhe.gif" alt="Encaminhe esta notícia" style="height: 10px; width: 143px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; cursor: pointer; " /&gt; &lt;img src="http://www.newtonpaiva.br/App_Themes/NewtonPaiva/images/spacer.gif" alt="" width="20" height="1" /&gt; &lt;input type="image" name="ctl00$Conteudos$ibtnRss" id="ctl00_Conteudos_ibtnRss" src="http://www.newtonpaiva.br/App_Themes/NewtonPaiva/images/aconteceNaNewton/btn_rss.gif" alt="RSS" onclick="location.href='/Noticias.xml'; return false;" style="height: 12px; width: 36px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;clear: both; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;DISPONÍVEL EM&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.newtonpaiva.br/Acontecenanewton/News.aspx?newsid=224016"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;http://www.newtonpaiva.br/Acontecenanewton/News.aspx?newsid=224016&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="painelDireito" style="float: right; margin-top: 1px; margin-right: 1px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;div class="barraTitulo_verde_290" style="text-align: left;background-image: url(http://www.newtonpaiva.br/App_Themes/NewtonPaiva/images/barrasTitulo/barraTitulo_verde_290.gif); background-repeat: no-repeat; display: table; height: 28px; margin-bottom: 1px; width: 290px; "&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-5745599925194932361?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/5745599925194932361/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=5745599925194932361&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/5745599925194932361'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/5745599925194932361'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/12/newton-paiva-repercute-aprovacao-da.html' title='Universidade Newton Paiva repercute aprovação da professora no Doutorado de Sociologia da USP'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SykzM8589wI/AAAAAAAABFQ/GF9PGselOak/s72-c/usp.gif.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-3812212903476315031</id><published>2009-12-04T05:12:00.000-08:00</published><updated>2010-08-14T15:26:34.406-07:00</updated><title type='text'>Professora é aprovada no Doutorado em Sociologa da USP para desenvolver sua pesquisa sobre as Imagens da Mulher</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SxktGK3L5zI/AAAAAAAABFE/LoVDOMeVnpc/s1600-h/usp.gif.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 79px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SxktGK3L5zI/AAAAAAAABFE/LoVDOMeVnpc/s200/usp.gif.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5411406011280647986" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Calibri, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;A cada dia me convenço que uma trajetória bem sucedida é o resultado da combinação entre nossos esforços em traçar um caminho e a abertura dele por algo que nos escapa. Nós: a Vida. Como um par que dança ritmado, em simbiose, uma música. Um só corpo. Alegres por perceberem que dois podem ser um. E nesse encontro tornam-se cada qual mais cientes de si. Eis o que sinto: sintonizada com a força e a beleza dos passos da vida. Passar no doutorado da USP em Sociologia foi o resultado dessa potente combinação. Dediquei-me durante os últimos três anos a pesquisa sobre a imagem da mulher até julgar que tinha uma maturidade razoável para ingressar no doutorado. Foi um caminho bonito. Queria recuperá-lo aqui como um inventário. Espero que não seja cansativo para você, meu leitor, mas trata-se de uma memória afetiva necessária para mim neste momento. Conto com sua amizade para recuperar esses fatos e pessoas que fizeram parte dessa conquista. O primeiro passo foi à oportunidade dada por Alexandre Michalick da Academia de Idéias. Bati em sua porta, sem conhecê-lo, com um papelzinho com propostas de cursos que variavam entre o jornalismo e a imagem da mulher. Advinha o que ele escolheu... Em novembro de 2007 Alexandre me dava à oportunidade de lecionar o curso "O papel da publicidade na constituição da Terceira Mulher”. Tenho de destacar a importância de Alexandre. Ele foi o primeiro a acreditar em minha pesquisa e sempre abriu as portas dessa maravilhosa casa de idéias em BH que tanto deu visibilidade ao meu trabalho. Não vou me esquecer. Pesquisei para montar o curso e estava ainda concentrada na terceira imagem. O curso foi um sucesso. Fui instigada pelos participantes a pensar coisas que não havia problematizado e especialmente percebi o interesse de homens e mulheres sobre o assunto. Foi o início da percepção da relevância social da pesquisa para além do meu interesse pessoal sobre ela. Disso surgiram duas reportagens de veículos que se interessaram pela minha discussão. Primeiro fui capa do caderno de cultura do Hoje em Dia no dia 9 de nov. de 2007. Conduzida pela jornalista Elemara Duarte percebi, na entrevista, que havia mais uma imagem: a quarta mulher. Ela surgiu desse diálogo com Elemara quando senti a necessidade de mais uma categoria para explicar os fenômenos que estava descobrindo. Eureca! Em seguida o Estado de Minas me procurou e deu uma página no caderno Bem Viver sobre a minha pesquisa, intitulado “A Quarta Mulher”, publicado no dia 25 nov. 2007. Foi uma surpresa para mim. Uma página! Com charge, chamada na capa do caderno, foto, além de uma abordagem cuidadosa dada pela jornalista Márcia Maria Cruz (minha caloura no mestrado em comunicação da UFMG).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:0cm;margin-bottom: .0001pt;text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style=" font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-fareast-language: PT-BRfont-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Nesse período a minha coordenadora de curso, a querida Cida, convidou-me para fechar o semestre com uma palestra privada para os professores. Foi super bacana poder dividir com os colegas meu trabalho. Uma oportunidade que a Cida me ofereceu, generosamente, de  aproximar-me de colegas que não tinha, até então, muito contato. Um voto de confiança. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:0cm;margin-bottom: .0001pt;text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style=" font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-fareast-language: PT-BRfont-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Quero relembrar com carinho também o apoio de colegas, professores, em substituições, para que pudesse me ausentar para cumprir as atividades atreladas a pesquisa (agradeço especialmente ao Marcelo, a Sônia, a Carla e ao Agnaldo "Isa 2", rs). Além, claro, da compreensão dos meus alunos, que sempre me apoiaram, acima de tudo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font: minor-latin;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:0cm;margin-bottom: .0001pt;text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style=" font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-fareast-language: PT-BRfont-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Disso tomei coragem e me inscrevi em um Congresso Internacional, indicado por uma colega e amiga, Carla Mendonça (doutoranda em Moda pela UFMG). Me inscrevi com dois trabalhos: “A quarta mulher” e “Laboratório de Moda Brasil” projeto que deselvolvi com minha mãe a designer de moda Adrienne Rabelo (que foi adaptado para se tornar uma série para a TV). Para a minha surpresa os dois projetos foram selecionados. Apenas 10 pesquisadores do mundo foram escolhidos para a apresentação oral e estávamos entre eles. Um orgulho! Não tínhamos condições de viajar a Madri. Mas, como diz minha mãe “a vida não dá asas a cobra, mas dá condições de vôo” conseguimos que a FIEMG (Federação das Indústrias de Minas Gerais) patrocinasse a nossa ida depois de várias reuniões com a querida Fernanda Cotta que apostou em nosso potencial para representar o estado de MG no 1º Congresso Internacional de Moda e Cultura em Madri. Fomos. E lá o convidado especial era nada menos do que o filósofo Gilles Lipovetsky. Sua obra A Terceira Mulher, foi o ponto de partida da minha pesquisa e queria muito ter a oportunidade de entrar em contato com ele. Mas, nem nas minhas mais otimistas expectativas poderia prever o que aconteceria lá: tornamos-nos grandes amigos. Ele foi super acessível, simpático e discutimos longamente sobre a minha pesquisa durante os intervalos. Ele vinha nos chamar (eu e minha mãe) a todo o momento para lhe fazer companhia. Trocamos emails e iniciamos uma intensa interlocução sobre a pesquisa. Em junho mais um presente da vida. Lipovetsky foi convidado pela PUC MG e daria uma palestra em BH!! Acreditam? Ele veio, ficou hospedado na casa de minha mãe, não quis ficar em um Hotel. Foi ótimo e tenso (confesso). Tenso antes de chegar, com os preparativos para recebê-lo e maravilhoso após sua chegada. Ele é simples, humano e foi super generoso comigo. Lembro-me das manhãs na varandinha da casa de minha mãe, discutindo sobre a pesquisa, fumando um cigarro, tomando cerveja e escutando bossa-nova. Ele ficava horas no computador levantando os livros que deveria ler e me recebia pela manhã com a frase: a noite estive pensando sobre a sua pesquisa e... seguido de dicas e comentário. Foi especial! Me deu força, segurança. Estava falando de igual para “igual” com Gilles Lipovetsky. Pelo menos foi dessa maneira que ele se portou comigo. Chegávamos a discutir e discordar sobre vários assuntos. Ora ele cedia, ora eu. Uma delícia! Como devem ser as interlocuções na academia. Uma aula.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-fareast-language: PT-BRfont-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:0cm;margin-bottom: .0001pt;text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style=" font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-fareast-language: PT-BRfont-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Disso vieram vários convites para dar entrevistas. Em cada uma tinha a sensação que estava sendo preparada para algo maior. Uma espécie de teste. Ora ao vivo em 5 minutos (com a querida jornalista Sandra Gomes na Rede Minas, que participou dos meus cursos), ora em uma hora de duração, sabatinada por três jornalistas, Beth Barra (Hoje em Dia), Jemelice Luz (da União Brasileira de Mulheres) na Sala de Imprensa da TV Assembléia, convidada pela produtora e eterna amiga Danielle Langsdorf. E, em um bate-papo super gostoso na Rádio Itatiaia, aproximando a pesquisa da vida cotidiana das mulheres no programa Observatório Feminino com Maria Cláudia Santos, Mônica Miranda e Kátia Pereira.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font: minor-latin;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:0cm;margin-bottom: .0001pt;text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style=" font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-fareast-language: PT-BRfont-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Neste ano, em abril, Alexandre, da Academia de Idéias, me convidou a repetir o curso e pediu que sugerisse um nome de peso para debater comigo o assunto. Logo pensei: Mônica Waldvogel. Ele ficou surpreendido, pois já havia iniciado um convite a ela para dar uma palestra. Ela aceitou. Leu minha pesquisa, foi uma honra para mim. Nos encontramos antes da palestra em um almoço privado que reunia grandes nomes mineiros entre mulheres e homens. A Mônica foi perfeita e também super generosa. Elogiou a pesquisa e a necessidade que esse conhecimento fosse ampliado para todas as mulheres. Um momento especial que se repetiu no curso. Sintonizamos. O debate foi rico. Me senti no sofá do Saia Justa, rs. Depois disso trocamos emails e iniciamos uma rica interlocução. Passado duas semanas, novo convite: mediar um debate com Maitê Proença que viria lançar seu livro em BH na AI. Fui. E, ao fim da palestra ela me surpreende contando a todos sobre a minha pesquisa (que a Mônica havia comentado).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;; mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:0cm;margin-bottom: .0001pt;text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style=" font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-fareast-language: PT-BRfont-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Não demorou muito e recebi um email da produção do Saia Justa me convidando para dar uma &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=dXa2KQ3QxR0"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;entrevista sobre a pesquisa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;. Nossa!! Tive a perfeita consciência que as entrevistas anteriores me prepararam para esse momento. Uma entrevista em um canal nacional&gt; GNT. Elas dedicaram todo o segundo bloco a minha pesquisa e a debateram com muita consideração e inteligência (só senti a Betty Lago não estar no dia).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;; mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:0cm;margin-bottom: .0001pt;text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style=" font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-fareast-language: PT-BRfont-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Para consagrar o caminho da pesquisa fui convidada pelas coordenadoras Cida e Marialice, para abrir a Semana da Comunicação da Newton Paiva (pela manhã e noite com a minha pesquisa). Uma honra. No auditório tive, pela primeira vez, grata oportunidade de apresentar para meus alunos o trabalho. Foi especial. Emocionante, pois o público eram eles: meus queridos companheiros do conhecimento. Foi a minha mais forte exposição, de todas, a que mais me marcou.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;; mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-fareast-language:PT-BRfont-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:0cm;margin-bottom: .0001pt;text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style=" font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-fareast-language: PT-BRfont-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Depois senti que era o ano do doutorado. Meu desejo: fazer a pesquisa na Sociologia, já que minha pesquisa estava muito inserida nesse campo de conhecimento. No entanto, tentei tb na Filosofia, por minha identificação com Nietzsche (passei na prova teórica, para a minha surpresa e fui reprovada em francês) tentei na Comunicação na UFMG e meu projeto foi rejeitado (para minha decepção, pois os professores da casa conheciam meu trabalho, o que muito me estranhou...) e, por fim, quando já estava cheia de receios e inseguranças ia me submeter à última e mais importante e rigorosa seleção, onde não conhecia nenhum dos professores: Sociologia da USP. Foram seis duras etapas: avaliação do currículo, avaliação da produção acadêmica (livros, artigos publicados e participação em Congressos), avaliação do projeto, língua (francês), banca com cinco doutores (que foram muito duros e me instigaram a defender minha pesquisa, me despiram e me exigiram autenticidade: adorei) e por fim, entrevista com a orientadora. Resultado: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;APROVADA!!!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt; Nossa, percebem como a vida não me deu outra opção e conduziu a escolha atrelada ao meu desejo? Incrível! Me deu a coragem necessária em ter de tomar decisões difíceis que se seguem, mas que concorrem para o meu crescimento: parar de dar aula na Newton Paiva (uma instituição que guardarei com extremo carinho pelo respeito que tiveram comigo); abandonar o convívio com meus alunos, que tanto me reconhecem, me alimentam de vontade e me respeitam; abandonar BH e minhas Serras, ficar longe da família e dos amigos, e ir para SP começar essa instigante etapa de renovação e crescimento. Eu e a vida, dançando embaladas pela potente e emocionante música que tem como tema meu propósito de vida...Agora, no entanto, conto com um par, que tem dedicado toda a sua vida, o seu apoio e o amor necessário para que possa dançar essa música; meu noivo: Juan. Meu eterno companheiro que chegou em perfeita harmonia nesta dança, me ensinando os novos passos da "sustentável leveza do ser".  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:0cm;margin-bottom: .0001pt;text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style=" font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-fareast-language: PT-BRfont-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Por fim, quero dedicar meu respeito, carinho e amor a cada aluno, colega, amigo, familiar, pois eu não teria a força ética, a vontade e o desejo de ir em busca dos meus propósitos de vida se não estivesse revestida e motivada pela consideração, respeito e oportunidades que me ofereceram.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-3812212903476315031?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/3812212903476315031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=3812212903476315031&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/3812212903476315031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/3812212903476315031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/12/professora-e-aprovada-no-doutorado-em.html' title='Professora é aprovada no Doutorado em Sociologa da USP para desenvolver sua pesquisa sobre as Imagens da Mulher'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SxktGK3L5zI/AAAAAAAABFE/LoVDOMeVnpc/s72-c/usp.gif.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-2001621892018043851</id><published>2009-11-11T16:08:00.001-08:00</published><updated>2012-01-07T13:23:19.997-08:00</updated><title type='text'>COMPETIÇÃO&gt; O caso Geisy: falso moralismo encobre competição feminina</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SvtTTV86JrI/AAAAAAAABEs/LXq0x4vqs-Q/s1600-h/briga.gif"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5403003769736275634" src="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SvtTTV86JrI/AAAAAAAABEs/LXq0x4vqs-Q/s400/briga.gif" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 321px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;Isabelle Anchieta&lt;a href="file:///C:/Users/Isabelle13/Documents/1%20A%20QUARTA%20MULHER/1%20ARTIGOs%204%20MULHER/MEUS%20ARTIGOS%20SOBRE%20A%20MULHER%20-%20TEMAS%20GERAIS/Geisy%20e%20seu%20vestido%202.doc#_ftn1" name="_ftnref1" style="mso-footnote-id: ftn1;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 11pt;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;            O caso da estudante de turismo que foi verbalmente agredida por mais de 700 estudantes por usar um vestido curto na Universidade Bandeirantes de São Paulo (Uniban) é emblemático. Mas, para além das inquietantes respostas levantadas pela imprensa e por especialistas para explicar um fato tão estranho (na medida que ocorre em pleno Brasil do sec. XXI) há uma questão que passou inadvertida pelas discussões da sociedade. Qual? O fato de mulheres, colegas de Geisy na faculdade, terem iniciado as ofensas contra ela. As mulheres?! Sei que o tema é delicado, pois parece desviar a responsabilidade dos homens e da ideologia patriarcal e aparentar uma tentativa de culpabilizar as suas vítimas: as mulheres. Apesar de não menosprezar a presença da cultura machista no caso, gostaria de chamar a atenção a esse importante elemento pouco tratado na mídia: a competição entre as mulheres, o rancor entre elas. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;A filósofa Simone de Beauvoir já denunciava em 1949 em seu livro “O segundo Sexo” que esse era um dos grandes empecilhos ao desenvolvimento feminino. Assim, ao invés de vitimá-las, Beauvoir culpava também as mulheres como co-responsáveis por sua subordinação. Em um trecho ela diz “os proletários dizem nós, os negros dizem nós, as mulheres – salvo em certos congressos que permanecem manifestações abstratas – não dizem nós. Isso porque não têm, como os proletários, uma solidariedade de interesses” (BEAUVOIR, 1949, p.13).   Mas, não queremos, em contrapartida, reduzir a discussão entre encontrar as vítimas e vilões – o que seria um erro. Vale ampliar a questão e nos perguntar até que ponto as mulheres não estão sendo conduzidas por um sistema cultural, típico do capitalismo, que incentiva a competição? Especialmente a competição marcada pela busca de ser “a mais bela”? &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Os concursos para escolher a próxima Top Model multiplicam-se; as revistas insistem em ranquear a mais sexy, a mais popular, a mais bem vestida; os programas de TV selecionam “feias” e “mal vestidas” para transformar sua estética e, supostamente, sua vida. A magreza, a juventude e a moda embalam e alimentam essa cultura social que promove uma competição destrutiva entre as mulheres. Uma competição emburrecedora na medida em que é alicerçada em um pilar extremamente limitador para a emancipação feminina: a beleza (enquanto sua única alternativa de ascensão social). Criou-se no país, assim como é o futebol para os meninos, a idéia de que a única via do feminino é a beleza – ora através de uma carreira como manequim, ora através de um marido afortunado. É por essa razão que a beleza alheia incomoda, ameaça, na medida em que retira da concorrente a sua suposta “única” alternativa de ter seu lugar ao sol.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Geisy foi julgada por um falso moralismo que traveste uma outra questão fundamental: a competição feminina. Basta retomar o caso através do relato de uma testemunha, colega de classe de Geisy, para comprovar tal hipótese. Paola Cristina Fernandes conta como tudo começou: “Cerca de 18 a 20 meninas invadiram o banheiro (onde estava Geisy).  Pensei que fossem bater nela. Elas estavam incomodadas com o tamanho do vestido e uma delas chegou a oferecer um short para que Geisy cobrisse as pernas”. Mas, como explicar os outros quase 700 alunos que se aglomeraram, posteriormente, para agredir verbalmente a estudante? Freud explica (sem ironias). Há um texto que merece ser lido na íntegra chamado “Psicologia das massas e análise do eu” em que Freud retoma a reflexão de Le Bon para defender que os indivíduos são contagiados pelos fenômenos de aglomeração, de massa, e tendem a ter um comportamento agressivo e uma coragem que não teriam se estivessem a sós.  Basta ver uma torcida de futebol ou uma gangue para explicar isso.  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;            Portanto, insisto em defender que a compreensão do polêmico acontecimento, que repercutiu internacionalmente, não pode ser reduzida ao machismo e a moralidade. E, esta última, convenhamos, é uma explicação fácil e hipócrita em se tratando do Brasil, onde as alunas frequentam as aulas com roupas muito parecidas. O modo de vestir está inerente a cultura ocidental e especialmente brasileira de exibição do corpo, da competição estética, como tento destacar. Ser bela continua a ser a maior obrigação feminina, patrocinada agora pelas campanhas publicitárias, pela moda e pelo consumo. Uma busca pelo corpo impecável, pela bolsa invejável, pelo cabelo que brilha mais do que o das outras. Um sistema que cria, via beleza, mecanismos de controle e competição extremamente limitadores da experiência humana da mulher enquanto ser humano capaz de múltiplas experiências e transcendências. Não que eu faça aqui um discurso anticapitalista, pois foi ele o único sistema que avançou efetivamente na ruptura do feminino com suas antigas coerções (religiosas e patriarcais) através dos valores laicos e pela consolidação do imaginário social igualitário-democrático que preza pela cultura da meritocracia (ou seja, se você for bom, não importa o sexo, a cor e a etnia, você pode ascender socialmente). Claro, que não chegamos a um nível de igualdade minimamente aceitável, segundo dados da Revista Exame (2009), das 100 maiores empresas no país nenhuma possui mulheres na presidência. Mas, é fato também que avançamos, tanto que a mídia cumpriu, no caso de Geisy um importante papel ao posicionar-se contra a violência sofrida pela estudante – independente do encantamento ou não de Geisy por sua visibilidade midiática. Isso não desqualifica o ato e a violência, isso não a desqualifica, como querem alguns poucos, na medida em que o acontecimento transcende uma discussão particularizada e revela um os atrasos na emancipação feminina no Brasil. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;            Desejo, por fim, fazer com que essa reflexão não seja apenas um “puxão de orelha” para as mulheres, mas um chamado a sua consciência. Essa delicada e difícil auto-reflexão que nos leva a desvendar tanto os nossos monstros e limites, quanto a nossa cumplicidade com o sistema cultural alienante que nosso momento histórico nos condiciona. Pois, não podemos nos furtar de não considerar que somos co-responsáveis por alimentar esse sistema, e que podemos, sempre, não compactuar com ele. Não somos seres determinados, alienados, dada a nossa capacidade humana, sempre renovada, de desviar o olhar, de não se tornar objeto, de nos emancipar e de recriar a nossa cultura. Pois, essa crueldade feminina reverte-se mais cedo ou mais tarde contra cada uma de nós. Termino, a nossa reflexão, com uma pequena historinha de Brecht: &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cccccc;"&gt;Primeiro levaram os negros&lt;br /&gt;Mas não me importei com isso&lt;br /&gt;Eu não era negro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida levaram alguns operários&lt;br /&gt;Mas não me importei com isso&lt;br /&gt;Eu também não era operário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cccccc;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cccccc;"&gt;Depois agarraram uns desempregados&lt;br /&gt;Mas como tenho meu emprego&lt;br /&gt;Também não me importei&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora estão me levando&lt;br /&gt;Ninguém se importou comigo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cccccc;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cccccc;"&gt;(Bertolt Brecht, 1959)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=564FDS005"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cccccc;"&gt;Artigo publicado no Observatório da Imprensa,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cccccc;"&gt; disponível &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=564FDS005"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cccccc;"&gt;em&amp;lt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=564FDS005"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cccccc;"&gt;http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=564FDS005&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cccccc;"&gt;&amp;gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cccccc;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cccccc;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="mso-element: footnote-list;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr align="left" size="1" width="33%" /&gt;&lt;div id="ftn1" style="mso-element: footnote;"&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Isabelle13/Documents/1%20A%20QUARTA%20MULHER/1%20ARTIGOs%204%20MULHER/MEUS%20ARTIGOS%20SOBRE%20A%20MULHER%20-%20TEMAS%20GERAIS/Geisy%20e%20seu%20vestido%202.doc#_ftnref1" name="_ftn1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cccccc;"&gt;[&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cccccc;"&gt;1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cccccc;"&gt; Isabelle Anchieta é&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cccccc;"&gt; jornalista e mestre pela Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Especialista em pesquisas sobre a mulher, suas imagens e imaginários, Isabelle desenvolveu a tese conhecida como “a quarta-mulher”. Recebeu prêmio nacional de Jornalismo pelo "Rumos Itaú Cultural" 2007/2008 como professora universitária. Tem dois livros publicados e artigos científicos internacionais e nacionais publicados em veículos como: Revista Mente e Cérebro (da Scientific American), Observatório da Imprensa; Comunique-se; jornal Estado de Minas; jornal Hoje em Dia entre outros. Como jornalista foi apresentadora e editora-chefe do Jornal da Rede Globo Minas e repórter de documentários pela Rede Minas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cccccc;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #666666; font-size: 8.5pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-2001621892018043851?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/2001621892018043851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=2001621892018043851&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/2001621892018043851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/2001621892018043851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/11/geisy-e-seu-vestido-curto-vitima-ou.html' title='COMPETIÇÃO&gt; O caso Geisy: falso moralismo encobre competição feminina'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SvtTTV86JrI/AAAAAAAABEs/LXq0x4vqs-Q/s72-c/briga.gif' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-2640153816933439951</id><published>2009-09-29T10:28:00.000-07:00</published><updated>2009-09-29T11:10:55.226-07:00</updated><title type='text'>Nas bancas revista Mente e Cérebro com artigo  "Imagens da feminilidade" da profa. Isabelle Anchieta</title><content type='html'>&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 120px; height: 155px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SsJD4bz5WPI/AAAAAAAABC0/OKkMoYbQpXs/s400/img-capa-ed201-2009.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5386942741105694962" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); -webkit-text-decorations-in-effect: none; "&gt;&lt;a href="http://www2.uol.com.br/vivermente/sumario/"&gt;Mente e Cérebro&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SsJD4bz5WPI/AAAAAAAABC0/OKkMoYbQpXs/s1600-h/img-capa-ed201-2009.jpg"&gt;, uma revista da Scientific American, traz na edição de outubro o artigo "&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  -webkit-text-decorations-in-effect: none; font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:12px;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SsJD4bz5WPI/AAAAAAAABC0/OKkMoYbQpXs/s1600-h/img-capa-ed201-2009.jpg"&gt;IMAGENS DA FEMINILIDADE" (p.52) de autoria da professora Isabelle Anchieta. Confiram...&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SsJD4bz5WPI/AAAAAAAABC0/OKkMoYbQpXs/s1600-h/img-capa-ed201-2009.jpg"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-2640153816933439951?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/2640153816933439951/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=2640153816933439951&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/2640153816933439951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/2640153816933439951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/09/nas-bancas-revista-mente-e-cerebro-com.html' title='Nas bancas revista Mente e Cérebro com artigo  &quot;Imagens da feminilidade&quot; da profa. Isabelle Anchieta'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SsJD4bz5WPI/AAAAAAAABC0/OKkMoYbQpXs/s72-c/img-capa-ed201-2009.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-154441817419689551</id><published>2009-09-23T20:56:00.001-07:00</published><updated>2009-09-24T05:00:04.683-07:00</updated><title type='text'>Escrever: uma engenharia poética de unir e atravessar</title><content type='html'>&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 226px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SrrwJO-ToeI/AAAAAAAABCg/vCpUsk8C4xk/s320/Istanbul_Bosforo_Ponte_partic.2006-04-02.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5384880345903768034" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Escrever é um duplo movimento que organiza o caos da experiência ao mesmo tempo que concede uma acentuação estética que ela (a experiência) não possuia antes de ser capturada pela linguagem humana. Unir e atravessar. Nessa delicada harmonia entre a razão e a poesia, lógica e filosofia que só o homem é capaz de realizar. Como as pontes, essa perigosa e necessária engenharia poética que equilibra o Oriente e o Ocidente, a esquerda e a direita, o próximo e o distante. Escrever é como construir pontes... &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&gt;&gt;Estou com novo blog, que dedica-se a escrever sobre as cidades do mundo, "A poética das cidades", confiram:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://poeticadascidades.blogspot.com/"&gt;http://poeticadascidades.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-154441817419689551?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/154441817419689551/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=154441817419689551&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/154441817419689551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/154441817419689551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/09/escrever-uma-engenharia-poetica-de-unir.html' title='Escrever: uma engenharia poética de unir e atravessar'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SrrwJO-ToeI/AAAAAAAABCg/vCpUsk8C4xk/s72-c/Istanbul_Bosforo_Ponte_partic.2006-04-02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-8702288705435438005</id><published>2009-09-06T02:33:00.000-07:00</published><updated>2009-09-07T06:27:00.419-07:00</updated><title type='text'>Professora concede entrevista de sua pesquisa na Rádio Itatiaia para o Observatório Feminino</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SqOEhNxsx5I/AAAAAAAAA_g/epkle3WklSU/s1600-h/Itatiaia.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 94px; height: 63px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SqOEhNxsx5I/AAAAAAAAA_g/epkle3WklSU/s320/Itatiaia.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5378288086179170194" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="  line-height: 19px; font-family:Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;'Observatório Feminino' - bloco jornalístico que vai ao ar todos os domingos durante o Jornal da Itatiaia destaca pesquisa da professora Isabelle Anchieta.  Com um tom que aproxima a pesquisa da realidade das mulheres a entrevista contou com as jornalistas Maria Cláudia Santos, Mônica Miranda e Kátia Pereira (que compõem o quadro).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  line-height: 19px; font-family:Verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;p   style="text-align: justify; background- font-family:Verdana, Helvetica, Arial, 'MS Sans Serif';color:transparent;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;O programa vai ao ar hoje 6:30h ou 12:30h na rádio Itatiaia  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-family: Verdana, Helvetica, Arial, 'MS Sans Serif'; background-color: transparent; "&gt;&lt;a href="http://www.itatiaia.com.br/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;http://www.itatiaia.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-family: Verdana, Helvetica, Arial, 'MS Sans Serif'; background-color: transparent; "&gt;&lt;a href="http://observatoriofeminino.blogspot.com/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;http://observatoriofeminino.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-8702288705435438005?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/8702288705435438005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=8702288705435438005&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/8702288705435438005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/8702288705435438005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/09/professora-concede-entrevista-de-sua.html' title='Professora concede entrevista de sua pesquisa na Rádio Itatiaia para o Observatório Feminino'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SqOEhNxsx5I/AAAAAAAAA_g/epkle3WklSU/s72-c/Itatiaia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-3097235640592182218</id><published>2009-07-23T16:42:00.000-07:00</published><updated>2009-09-25T07:00:24.378-07:00</updated><title type='text'>Vídeo de Isabelle Anchieta no Saia Justa (GNT) tema: "Quarta Mulher"</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dXa2KQ3QxR0&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/dXa2KQ3QxR0&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" line-height: 55px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Vídeo com a entrevista da pesquisadora Isabelle Anchieta no programa Saia Justa/GNT, (15/07)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-3097235640592182218?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=96401e94dd6f847c&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=b695c7d121759dfd&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/3097235640592182218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=3097235640592182218&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/3097235640592182218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/3097235640592182218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/07/isabelle-anchieta-no-saia-justa-gnt.html' title='Vídeo de Isabelle Anchieta no Saia Justa (GNT) tema: &quot;Quarta Mulher&quot;'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-2480891707643099008</id><published>2009-07-08T19:06:00.000-07:00</published><updated>2009-08-09T03:51:20.732-07:00</updated><title type='text'>Jornal "O Tempo" repercute participação de Isabelle Anchieta no Saia Justa/GNT (08/07/09)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Verdana;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; text-decoration: underline;"&gt;&lt;a href="http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdEdicao=1350&amp;amp;IdCanal=4&amp;amp;IdSubCanal=&amp;amp;IdNoticia=115321&amp;amp;IdTipoNoticia=1"&gt;Disponível em: &lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: 16px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; "&gt;&lt;a href="http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdEdicao=1350&amp;amp;IdCanal=4&amp;amp;IdSubCanal=&amp;amp;IdNoticia=115321&amp;amp;IdTipoNoticia=1"&gt;http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdEdicao=1350&amp;amp;IdCanal=4&amp;amp;IdSubCanal=&amp;amp;IdNoticia=115321&amp;amp;IdTipoNoticia=1&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-2480891707643099008?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/2480891707643099008/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=2480891707643099008&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/2480891707643099008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/2480891707643099008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/07/saia-justa-discute-imagem-da-mulher.html' title='Jornal &quot;O Tempo&quot; repercute participação de Isabelle Anchieta no Saia Justa/GNT (08/07/09)'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-8557805165699322589</id><published>2009-06-26T08:22:00.000-07:00</published><updated>2012-01-07T13:23:57.746-08:00</updated><title type='text'>SAIA JUSTA&gt; Isabelle Anchieta no Saia Justa (GNT)</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SkTuuxdQz9I/AAAAAAAAA7s/Ou3ggTN5B0A/s1600-h/22_MHG_saia.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351664744540458962" src="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SkTuuxdQz9I/AAAAAAAAA7s/Ou3ggTN5B0A/s320/22_MHG_saia.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 205px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Aconteceu! Não fico no sofá, rs, mas...concedi entrevista para o Saia Justa/GNT sobre a minha pesquisa "A quarta mulher". Estive em SP no dia 23 para gravar a reportagem. Ela será exibida no dia &lt;b&gt;15&lt;/b&gt;&lt;b&gt; de julho, quarta-feira, às 22h30, no canal 41, (GNT)&lt;/b&gt;. Após a exibição , as "saias" (&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Monica Waldvogel, Betty Lago, Márcia Tiburi e Maitê Proença) discutirão o assunto. Confesso que será uma experiência ao mesmo tempo maravilhosa e estranha ter pesssoas tão interessantes avaliando a pesquisa. Uma mistura de receio e honra.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Confesso que não sei se o resultado da entrevista ficou bom. Não pelo pelo cinegrafista, os assistentes e pela produtora: ótimos, super simpáticos. Mas, pelo local: uma praça. Tivemos de regravar várias vezes porque havia muito barulho e interferências (crianças, helicóptero, manifestação, resumindo: SP). No final estava exaurida de tanto dizer a mesma coisa, não sei se ficou natural, mas, vamos ver o resultado...até eu estou curiosa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Mas, para mim o que é mais surpreendente neste fato é uma curiosidade. Há 3 anos atrás, assistindo TV, vi uma colega do mestrado cencedendo uma entrevista na GNT para a Marília Gabriela sobre sua pesquisa que tratava de mães modernas. Achei surreal. Uma colega minha, tão próxima, falando de sua pesquisa na GNT. Aquilo produziu em mim um clique, pensei: tenho de descobrir algo que efetivamente goste para pesquisar, descobrir na minha história de vida esse tema central que desse conta, ao mesmo tempo, de ser relevante para todos. Na época não tinha tido ainda a idéia da análise de imagens e dos imaginários da mulher, o que aconteceu a partir do momento em que percebi a necessidade de me sondar, de encontrar minha "vontade de potência". Acho que encontrei.  A pesquisa , além de ajudar as pessoas a compreender o papel da mulher, tem me ensinado muito, me concedido a clareza sobre o que é ser mulher. No entanto, sei que falta ainda muito trabalho para alcançar meus objetivos, mas o mais importante eu já tenho: o meu propósito. E, no meio do caminho, esses importantes sinais de que ele é significativo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Para saber mais sobre a pesquisa acesse: &lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://quartamulher.blogspot.com/"&gt;http://quartamulher.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 17px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O programa vai ao ar no dia 15 de julho, às 22h30, no canal 41 (GNT). Assistam e digam o que acharam,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Estou feliz.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 17px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; line-height: 17px;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 11pt; line-height: 115%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-8557805165699322589?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/8557805165699322589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=8557805165699322589&amp;isPopup=true' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/8557805165699322589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/8557805165699322589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/06/isabelle-anchieta-no-saia-justa-gnt.html' title='SAIA JUSTA&gt; Isabelle Anchieta no Saia Justa (GNT)'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SkTuuxdQz9I/AAAAAAAAA7s/Ou3ggTN5B0A/s72-c/22_MHG_saia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-1284970192650202278</id><published>2009-06-20T13:04:00.000-07:00</published><updated>2012-01-07T13:20:50.371-08:00</updated><title type='text'>DIPLOMA JORNALISMO&gt; Fim do diploma de Jornalismo: fim da liberdade de expressão mediada por comunicadores competentes, risco para democracia</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma lastimável decisão do STF. O argumento: fraco. Dizer que a formação superior impede a liberdade de expressão é o mesmo que afirmar que a liberdade é algo sem limites, sem restrição, se o fosse não precisaríamos de leis, de STF. Garantir a qualidade da informação é garantir uma sociedade politizada e livre. Manter o controle sobre a base cognitiva do conhecimento que distingue a profissão nunca impediu a livre manifestação das pessoas, ao contrário. Pois, o jornalista é aquele que estabelece o debate social, como um juíz, dando as partes um tratamento imparcial - o que não acontece com os artigos opinativos de especialistas (que não apuram o fato para além da sua própria visão do assunto). Sem jornalistas estaríamos fadados a ter visões parciais e especializadas do mundo, incapazes de estabelecer um debate social mais amplo. Para essa importante função o jornalista precisa: de formação humanística, associada a tecnicas-éticas de produção de informação. O jornalista é aquele capaz de mediar, de tornar comunicável através de um conjunto de conhecimentos próprios os acontecimentos. Tentarei demonstrar, no artigo indicado abaixo, quais as razões que justificam não o fim das exigências, mas a sua consolidação e intensificação. O jornalismo é, sim, uma área de conhecimento específico que possui decisiva importância sobre as dinâmicas sociais em que está inserido. E, que, por isso, tem uma responsabilidade acrescida sobre a emancipação ou não dos sujeitos e da sociedade. E, como toda profissão que possui tal responsabilidade social, o jornalismo deve vir acompanhado de três elementos fundamentais: formação de qualidade, liberdade de expressão e limites ao exercício dessa liberdade. É nesse sentido que devemos nos empenhar em legitimar o lugar de um comunicador autorizado capaz de realizar as operações técnicas e éticas próprias a profissão e dignas de uma sociedade democrática. O caminho contrário, sua deslegitimação, parece servir apenas aos interesses de pessoas que favorecem-se da ignorância social e da despolitização dos cidadãos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cc0000;"&gt;&amp;gt;&amp;gt;P&lt;a href="http://www.fnpj.org.br/soac/ocs/viewpaper.php?id=557&amp;amp;cf=18"&gt;ara ler o artigo completo publicado no Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo em 2009. &lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #660000;"&gt;Repassem, por favor. Temos de discutir o assunto com urgência. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.fnpj.org.br/soac/ocs/viewpaper.php?id=557&amp;amp;cf=18"&gt;http://www.fnpj.org.br/soac/ocs/viewpaper.php?id=557&amp;amp;cf=18&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-1284970192650202278?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/1284970192650202278/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=1284970192650202278&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1284970192650202278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1284970192650202278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/06/sobre-o-fim-do-diploma-de-jornalismo.html' title='DIPLOMA JORNALISMO&gt; Fim do diploma de Jornalismo: fim da liberdade de expressão mediada por comunicadores competentes, risco para democracia'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-2133476295286812778</id><published>2009-06-06T15:02:00.000-07:00</published><updated>2010-08-14T15:24:49.303-07:00</updated><title type='text'>Sobre encontros que transformam nossas vidas: o filósofo Gilles Lipovetsky e a pesquisadora Isabelle Anchieta em Belo Horizonte</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SirnmSL_RFI/AAAAAAAAA7U/HspGKYHs6V4/s1600-h/DSC09858.JPG" style="text-decoration: none;"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SirnmSL_RFI/AAAAAAAAA7U/HspGKYHs6V4/s320/DSC09858.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5344338552731681874" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Gilles Lipovetsky e Isabelle Anchieta (Inhotim, 06/2009)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;"Há encontros em nossas vidas que a transformam completamente" a frase dita por Lipovetsky ilustra bem nosso encontro. Pensar que tudo começou através da leitura de uma de suas obras ...Naquele livro, que tratava sobre a mulher, me deparava com um grande filósofo contemporâneo e suas idéias que se materializavam e se limitavam, supostamente, ao livro que tinha em minhas mãos. Desse primeiro encontro virtual um conjunto de idéias irrompiam, sendo capazes de gerar a energia suficiente para a produção da minha própria pesquisa (que em parte contradiz algumas concepções de Lipovetsky). Do nascimento dela um conjunto de movimentos silenciosos se organizavam para gerar mais uma sequência de ações inesperadas. Fui selecionada para apresentar (com outros 10 pesquisadores internacionais) o meu trabalho "A Quarta Mulher" em Madri, em outubro de 2008. Quem estaria lá? Gilles Lipoetsky. Pois é, foi assim que ele, enfim, conheceu minha pesquisa e se interessou pela forma como conduzi e até contradisse suas perspectivas. Desse ponto uma intensa e rica interlocução se travava entre eu e Lipovetsky. Após quase um ano, foi a vez dele vir ao Brasil, em Belo Horizonte para a Compós (06/2009) e hospedou-se na casa de minha mãe. Digo isso, porque o convívio me ensinou novas e diferentes coisas. Aprendi que para pensar não temos de ser ranzinzas - ele não o é, é divertido, leve, brincalhão. Aprendi que "prazer é tempo": para tomar um café, fumar um cigarro, ler, ficar na varanda tomando o sol de outono e escutando bossa nova. Aprendi que pensar pode acontecer a dois e não só de forma solitária. Pois, todas as manhãs ia até lá e conversávamos longa e entusiasmadamente sobre a minha pesquisa. Me espantei com sua generosidade em me apresentar novas e ambiciosas questões. Quando chegava ele me dizia alegre: ontem a noite estava pensando sobre sua pesquisa e tive uma outra idéia...seguida de indicações de livros que não li. Traçamos, juntos, um plano de estudos para os próximos 4 anos da minha vida. Mas, o que pode parecer o adiamento do sonho é para mim sua consolidação. Um oceano apresenta-se desde então. Mas, estou excitada para começar essa viagem, em parte nova, mas em parte segura já que tenho, agora, um co-piloto que me oferece mapas e sugere a navegação. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Uma noite, em especial, me marcou. Voltávamos de um encontro com alunos do mestrado na PUC e ia deixá-lo na casa de minha mãe quando ele me perguntou se me importava, antes, de caminhar um pouco pelo bairro. Temi por nossa segurança, já era tarde, mas fui. Acho que há anos não fazia isso. Misturou-se nessa caminhada: a noite, o brilho de Belo Horizonte, um certo receio e o entusiasmo de nossas idéias. A cada cinco passos parávamos, um frente ao outro, para defendermos de forma acalourada as nossas perspectivas. Um desses momentos que se intensificam na mistura entre o ambiente e as idéias e que, assim, formam uma imagem definitiva em nossa memória.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Desse encontro com Lipovetsky fica um oceano de idéias e alguns mapas de navegação. Fica a vontade e o prazer de pensar, de ler. Fica a generosidade da troca, do embate, da filosofia. Ficam janelas abertas, fica o sol confortante de outono e mais: a certeza do propósito da vida e a experiência de que para produzir uma bela obra é preciso de encontros felizes e verdadeiros como esse.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-2133476295286812778?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/2133476295286812778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=2133476295286812778&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/2133476295286812778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/2133476295286812778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/06/o-filosofo-gilles-lipovetsky-e.html' title='Sobre encontros que transformam nossas vidas: o filósofo Gilles Lipovetsky e a pesquisadora Isabelle Anchieta em Belo Horizonte'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SirnmSL_RFI/AAAAAAAAA7U/HspGKYHs6V4/s72-c/DSC09858.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-2554897814831547618</id><published>2009-05-31T03:36:00.000-07:00</published><updated>2009-06-07T17:25:12.396-07:00</updated><title type='text'>Gilles Lipovetsky chega hoje em Belo Horizonte</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SiJfTFif0nI/AAAAAAAAA6s/kUWaDZ--iBM/s1600-h/Gilles+Lipovetsky+e+Isabelle+Anchieta,+Europa,+2008.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SiJfTFif0nI/AAAAAAAAA6s/kUWaDZ--iBM/s320/Gilles+Lipovetsky+e+Isabelle+Anchieta,+Europa,+2008.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5341936889523851890" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Gilles Lipovetsky e Isabelle Anchieta&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Chega, hoje, em Belo Horizonte o filósofo francês &lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gilles_Lipovetsky"&gt;Gilles Lipovetsky&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;. O autor de A Era do Vazio, Império do Efêmero, Luxo Eterno, Felicidade Paradoxal, Tempos Hipermodernos, A Tela Global entre outros estará na capital mineira para participar da &lt;a href="http://www.pucminas.br/compos/2009/"&gt;XVIII Compós (PUC Minas)&lt;/a&gt;. O filósofo é também interlocutor da pesquisadora mineira Isabelle Anchieta e estará com ela durante uma semana para orientá-la em sua pesquisa: "A Quarta Mulher" em que trata a mudança da imagem da mulher ao longo da História.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#660000;"&gt;&gt;&gt;&gt;No segundo semestre a professora Isabelle Anchieta está organizando, junto a FIEMG, um Seminário que conta novamente com a presença do filósofo &lt;/span&gt;&lt;a href="http://revistacult.uol.com.br/website/news.asp?edtCode=AF90AA66-E27F-47E9-BD3A-4810E07F2913&amp;amp;nwsCode=CAA8F3EE-F392-4A8B-865A-0078658EABD0"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#660000;"&gt;Gilles Lipovetsky&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#660000;"&gt;. O evento será divulgado no blog em período próximo a data do evento.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-2554897814831547618?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/2554897814831547618/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=2554897814831547618&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/2554897814831547618'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/2554897814831547618'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/05/gilles-lipovetsky-e-isabelle-anchieta.html' title='Gilles Lipovetsky chega hoje em Belo Horizonte'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SiJfTFif0nI/AAAAAAAAA6s/kUWaDZ--iBM/s72-c/Gilles+Lipovetsky+e+Isabelle+Anchieta,+Europa,+2008.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-4052923010369821990</id><published>2009-05-19T21:36:00.000-07:00</published><updated>2012-01-07T13:22:48.001-08:00</updated><title type='text'>AMOR E COMUNICAÇÃO&gt; Me dei conta do quanto o amor e a comunicação se combinam</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/ShOJGAqzLlI/AAAAAAAAA40/VHZA9by8K6o/s1600-h/571151.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337760719715905106" src="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/ShOJGAqzLlI/AAAAAAAAA40/VHZA9by8K6o/s320/571151.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 228px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Me dei conta do quanto o amor e a comunicação se combinam. Se há um e o outro falta, não há a possibilidade do encontro. Comunicar, aqui, não é transmitir um conteúdo, mas trocar. Pressupõe perder algo de si e ganhar algo do outro e vice-versa. Um campo de intercessão (como na matemática), onde algo se preserva, mas algo se perde, formando um terceiro plano, um plano comum. Para chegar nele é preciso perder-se para reencontrar-se nessa zona original, forjada por dois singulares. Constrõem um lócus único, temperado pelo entrelaçamento de duas histórias – reúnem-se ali vivências, pessoas, momentos e memórias. O amor é esse entre-lugar original.&lt;br /&gt;No entanto, hoje as pessoas não querem comunicar, não aceitam perder algo de si para escutar e traduzir as singularidades do outro – por medo de colocarem em questão suas tão confortáveis verdades. Pois, sondar o outro é entrar em uma zona estrangeira, é aventurar-se em um território desconhecido. Muitos preferem confinar-se no conforto de suas supostas certezas a descobrir a dor e a delícia dessa terra encantada que o outro nos apresenta. As pessoas não querem trocar, querem apenas transmitir, unilateralmente, os seus desejos esperando que o outro se encaixe neles. Enunciam aos quatro ventos o que esperam de “uma mulher”, de “um homem”. Quanta bobagem! (se me permitem o desabafo). São essas abstrações simplórias - geralmente recheadas de preconceitos e idealizações sobre o que é uma "boa mulher" ou um "bom homem" - que reduzem a diversidade de todos singulares em generalizações unidimensionais, pobres! São pessoas que trazem uma roupa pronta e querem que o outro caiba naquelas medidas. Mas, o outro nunca cabe (e, que bom!). Porque o outro é sempre sem medida. Porque o outro escapa pelo chamado dos seus próprios desejos. Aprisioná-los é a forma mais rápida de matar o amor, a comunicação, o encontro.&lt;br /&gt;Eis aqui uma exigência do amor: a comunicação. No que tem de entrega, troca e respeito ao desejo do outro.&lt;br /&gt;Por isso, hoje me dei conta do quanto o amor e a comunicação se combinam.... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E, como não poderia deixar de lembrar do meu amigo e interlocutor de minhas inquietações...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;*&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;"Ao pensar sobre a possibilidade do casamento cada um deveria se fazer a seguinte pergunta: "Você crê que seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até sua velhice?". Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;construídas sobre a arte de conversar" (Nietzsche)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;*&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-4052923010369821990?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/4052923010369821990/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=4052923010369821990&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/4052923010369821990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/4052923010369821990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/05/me-dei-conta-do-quanto-o-amor-e.html' title='AMOR E COMUNICAÇÃO&gt; Me dei conta do quanto o amor e a comunicação se combinam'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/ShOJGAqzLlI/AAAAAAAAA40/VHZA9by8K6o/s72-c/571151.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-5148139414943340630</id><published>2009-05-15T06:02:00.000-07:00</published><updated>2009-05-22T19:05:45.753-07:00</updated><title type='text'>Maitê Proença repercute pesquisa "A Quarta Mulher" da professora Isabelle Anchieta</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/Sg1s4LYWLHI/AAAAAAAAA00/zOsBWyoyG-U/s1600-h/Mait%C3%AA+Proen%C3%A7a+e+Isabelle+Anchieta.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/Sg1s4LYWLHI/AAAAAAAAA00/zOsBWyoyG-U/s320/Mait%C3%AA+Proen%C3%A7a+e+Isabelle+Anchieta.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336040845887286386" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Maitê Proença e Isabelle Anchieta &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ontem estive em um debate com a atriz e escritora Maitê Proença. O tema: amor. Mas, para a minha grata surpresa Maitê fez questão de repercutir a pesquisa que desenvolvo sobre as imagens da mulher &lt;a href="http://quartamulher.blogspot.com/"&gt;"A Quarta Mulher" . &lt;/a&gt; Ela lembrou as fases e afirmou que acredita que estamos caminhando mesmo para aquela que defino como a quarta mulher. Uma mulher que está mais preocupada com ser, afrouxando as cobranças, as representações e os estereótipos e que pode, enfim, estabelecer uma relação verdadeira com a vida e com um homem. Ao fim, em conversa informal, ela disse que teve acesso a pesquisa através da &lt;a href="http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/04/monica-waldvogel-e-isabelle-anchieta-na.html"&gt;jornalista Mônica Waldvogel que esteve comigo em Belo Horizonte para debater a pesquisa no mês de abril (24/04)&lt;/a&gt;. Nossa! Ontem não dormi direito. Ainda é  surreal pensar os caminhos que a pesquisa está ganhando, a vida e a forma como pessoas interessantes estão se apropriando da discussão. Divido aqui esta felicidade da qual já toquei em postagem anterior: a do amor aos nossos propósitos. E, falando em amor....esse foi o nosso tema ontem.  Na fala de Maitê o amor tem um quê de destemor, de entrega. Dá-se em um tempo necessário de decantação e não pode acontecer em um contexto onde a velocidade atinge todas as esferas sociais (o cinema, a forma de comer, de andar e etc). O amor tem relação com o tempo, não o tempo social, mas o tempo do amor. O amor também aciona os sinos de todas as catedrais, pode nos conduzir a experiência do sublime, mas contém  o sofrimento, a dor. Estar disposto a ele é sua condição, sem pensar em suas consequencias, no seu fim. Uma entrega que pressupõe a queda das máscaras, das represetações e a emergência do humano e de suas contradições. Exige, por isso, mais do que um sentimento forte, mas a compreensão do outro, dos seus desejos, das suas demandas. Em uma de suas crônicas," &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;a href="http://www.maite.com.br/loader.php?area=6"&gt;Amor da minha vida"&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.maite.com.br/loader.php?area=6"&gt; &lt;/a&gt;(a que mais gosto, por sinal) ela sintetiza isso, lindamente, e diz:&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;"Não basta que haja amor para se viver um amor. (...) É preciso me traduzir a cada centímetro do caminho". &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Obs &gt;&gt; Só está faltando eu no Saia Justa (rs, tô brincando...)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-5148139414943340630?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/5148139414943340630/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=5148139414943340630&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/5148139414943340630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/5148139414943340630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/05/maite-proenca-repercute-pesquisa-quarta.html' title='Maitê Proença repercute pesquisa &quot;A Quarta Mulher&quot; da professora Isabelle Anchieta'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/Sg1s4LYWLHI/AAAAAAAAA00/zOsBWyoyG-U/s72-c/Mait%C3%AA+Proen%C3%A7a+e+Isabelle+Anchieta.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-2658028226552093920</id><published>2009-05-10T12:47:00.000-07:00</published><updated>2009-05-15T06:02:50.008-07:00</updated><title type='text'>Maitê Proença e Isabelle Anchieta discutem  Amor e Vida na Academia de Idéias</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/Sg1n8fBI1SI/AAAAAAAAA0s/7eUmoMCo1zU/s1600-h/maite-proenca2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 261px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/Sg1n8fBI1SI/AAAAAAAAA0s/7eUmoMCo1zU/s320/maite-proenca2.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336035422319990050" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quais são os movimentos que movem a humanidade? Ética, amor, fé? No dia 14 de maio a jornalista &lt;span class="Apple-style-span" style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Isabelle Anchieta e &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=""&gt;a atriz e escritora&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; &lt;a href="http://www.maite.com.br/"&gt;Maitê Proença&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;se encontram para discutir a importância do amor em nossas vidas. O amor por nossos ideiais, pelos outros, pelo amante, pela família, pelo conhecimento....Amar é o que dá sentido e força a tudo o que fazemos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;O debate acontece na &lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Academia de Idéias&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, às 19:30h&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Para saber mais acesse &lt;a href="http://www.academiadeideias.com/cursos.asp"&gt;http://www.academiadeideias.com/cursos.asp&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Ou ligue&gt;3281-7750 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-2658028226552093920?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/2658028226552093920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=2658028226552093920&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/2658028226552093920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/2658028226552093920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/05/maite-proenca-e-isabelle-anchieta.html' title='Maitê Proença e Isabelle Anchieta discutem  Amor e Vida na Academia de Idéias'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/Sg1n8fBI1SI/AAAAAAAAA0s/7eUmoMCo1zU/s72-c/maite-proenca2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-7911430367711969897</id><published>2009-05-05T17:50:00.001-07:00</published><updated>2009-05-17T14:20:21.903-07:00</updated><title type='text'>Arrancar a vida</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SgDgJ8l7LRI/AAAAAAAAA0U/ubglR3nrouw/s1600-h/raizes.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5332508420295306514" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 193px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SgDgJ8l7LRI/AAAAAAAAA0U/ubglR3nrouw/s320/raizes.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Essa violência necessária. A de arrancar da vida: a vida. Nada de esperar. Não há milagre, dádiva, reza. Chega de ilusões! Mentiras. A vida é de natureza subterrânea, seu alimento se esconde como uma raiz repleta de virtudes que se alimenta no escuro, no solo. Para tê-la é preciso força, desejo e coragem de tomá-la violentamente nas mãos. Arrancá-la e trazê-la a nós. A vida! Ela não é feita de descanso, de paz. Nada de monges que se escondem em sua “paz” tibetana. Escapismo. A vida não pede refúgio. Pede coragem para o sofrimento e a dor necessária. O que simultaneamente nos concede a delícia e o prazer das alegrias e das belezas na experiência. A vida é feita de guerra e de celebração. É luta! Luta para sobreviver a mentira, a falsidade, a falta de caráter, ao comodismo, ao caminho mais fácil e tentador. A zona de conforto, diga-se de passagem, é a mais perigosa. Castra. Inibe. Acalma a vontade, o desejo e retira a nossa maior potência – a da nossa incompletude. Essa falta humana, esse vazio que nos aciona. &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;A alma precisa de estímulos, de propósitos. Confortar-se é retirar o movimento que nos empurra violentamente a diante. Como diria meu amigo Nietzsche “quem pega o atalho perde o caminho”. E, só há um caminho, nele devemos preservar o que somos com dignidade humana. Respeitar o outro sem perder de vista o desejo pessoal. É manter os olhos alertas. A consciência afiada. A verdade em punho, com sua dor e beleza.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Viver. Arrancar. Lutar. Celebrar, na dor, no prazer. Humano, demasiado. &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-7911430367711969897?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/7911430367711969897/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=7911430367711969897&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/7911430367711969897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/7911430367711969897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/05/arrancar-vida.html' title='Arrancar a vida'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SgDgJ8l7LRI/AAAAAAAAA0U/ubglR3nrouw/s72-c/raizes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-5673648447526224584</id><published>2009-04-25T05:58:00.000-07:00</published><updated>2009-05-18T06:56:20.165-07:00</updated><title type='text'>Mônica Waldvogel e Isabelle Anchieta debatem a pesquisa  "A Quarta Mulher"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/Sg1y5k63_VI/AAAAAAAAA08/m_miyGfoNxo/s1600-h/M%C3%B4nica+Waldvogel+e+Isabelle+Anchieta.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/Sg1y5k63_VI/AAAAAAAAA08/m_miyGfoNxo/s320/M%C3%B4nica+Waldvogel+e+Isabelle+Anchieta.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336047466992631122" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Mônica Waldvogel e Isabelle Anchieta&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="WHITE-SPACE: pre"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="WHITE-SPACE: pre"&gt;&lt;/span&gt;Tive o privilégio, ontem (24/04/09), de ter minha pesquisa sobre as imagens da mulher &lt;a href="http://quartamulher.blogspot.com/"&gt;(A Quarta Mulher)&lt;/a&gt;&lt;a href="http://quartamulher.blogspot.com/"&gt; &lt;/a&gt;como alvo do olhar e da análise precisa e inteligente de uma das jornalistas mais importantes do país, Mônica Waldvogel. Mônica destacou a importância e a urgência de se discutir o tema, pois julga atrasada a crítica da mídia e do gênero no Brasil se comparado a outros países. Ao entrar nas questões levantadas pela pesquisa, Mônica enfatizou que as pessoas cometem um erro ao dizer "homem de hoje e mulher de hoje, &lt;span class="Apple-style-span"  style="border-collapse: collapse;  font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; "&gt;colocando plural onde não precisa (homens) e singular onde é impossível (mulher)". &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="WHITE-SPACE: pre"&gt;&lt;/span&gt;O debate, que se estendeu por mais de uma hora, contou com a participação de quarenta pessoas no espaço da Academia de Idéias, em Belo Horizonte. Em um clima descontraído interagimos com os participantes, que, diga-se de passagem, eram pessoas interessantíssimas, que contribuíram para construir um momento rico e raro na compreensão da imagem da mulher.&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="WHITE-SPACE: pre"&gt;&lt;/span&gt;Ontem foi, realmente, um grande momento: pela simpatia e inteligência da Mônica (características marcadas por suas considerações sensataz e ricas) e pela curiosidade dos convidados sobre a jornalista e sobre a pesquisa. Destes momentos que funcionam como catalizadores em nossas vidas, nos animam a prosseguir, a acreditar no passo para frente e na obstinada vontade de realizar algo significativo (mesmo que isso se dê a duras penas, e como!).&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="WHITE-SPACE: pre"&gt;&lt;/span&gt;Foi um dia revelador.&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="WHITE-SPACE: pre"&gt;&lt;/span&gt;A cada dia e acontecimento como esse confio no significado e na importância social da minha pesquisa. E, quanto mais percebo que a pesquisa pode contribuir para que as mulheres e os homens compreendam os significados das imagens e de suas experiências concretas no mundo, mais sinto realizar-se o propósito de minha vida. Hoje sei que essa pesquisa é o meu propósito e se ela adquire um sentido maior do que o meu interesse pelo assunto, isso potencializa ainda mais a minha realização pessoal. Estou feliz, me sinto útil. &lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="FONT-STYLE: italic"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="COLOR: rgb(153,0,0)"&gt;"Essa é a verdadeira alegria na vida, ser útil a um objetivo que você reconhece como grande" &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/George_Bernard_Shaw"&gt;George Bernard Shaw&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="WHITE-SPACE: pre"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt;JORNAL O TEMPO: O encontro foi repercutido em &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.otempo.com.br/entretenimento/ultimas/?IdNoticia=10256"&gt;&lt;strong&gt;vídeo e texto&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; pelo site do Jornal "O Tempo" &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.otempo.com.br/entretenimento/ultimas/?IdNoticia=10256"&gt;&lt;strong&gt;clique aqui para ver&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-5673648447526224584?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/5673648447526224584/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=5673648447526224584&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/5673648447526224584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/5673648447526224584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/04/monica-waldvogel-e-isabelle-anchieta-na.html' title='Mônica Waldvogel e Isabelle Anchieta debatem a pesquisa  &quot;A Quarta Mulher&quot;'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/Sg1y5k63_VI/AAAAAAAAA08/m_miyGfoNxo/s72-c/M%C3%B4nica+Waldvogel+e+Isabelle+Anchieta.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-5227618674233335948</id><published>2009-03-30T16:03:00.000-07:00</published><updated>2009-03-30T18:55:41.942-07:00</updated><title type='text'>Agradecimento pela reportagem no site da Newton Paiva</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Agradeço o reconhecimento do meu trabalho pelo &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Centro Universitário Newton Paiva&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; pela atenciosa e significativa &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.newtonpaiva.br/Acontecenanewton/news.aspx?newsid=223601"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;reportagem&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; de Jefferson Delben sobre minha trajetória profissional no site da instituição. Disponível em&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.newtonpaiva.br/Acontecenanewton/news.aspx?newsid=223601"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.newtonpaiva.br/Acontecenanewton/news.aspx?newsid=223601&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-5227618674233335948?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/5227618674233335948/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=5227618674233335948&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/5227618674233335948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/5227618674233335948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/03/agradecimento-pela-reportagem.html' title='Agradecimento pela reportagem no site da Newton Paiva'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-7103493167551396370</id><published>2009-03-24T14:11:00.000-07:00</published><updated>2009-05-15T08:26:17.318-07:00</updated><title type='text'>Mônica Waldvogel discute a pesquisa "A Quarta Mulher" com a autora Isabelle Anchieta na Academia de Idéias</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/Sg2JZphJrMI/AAAAAAAAA1E/MX_5rhgg37I/s1600-h/17_MHG_monica.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 205px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/Sg2JZphJrMI/AAAAAAAAA1E/MX_5rhgg37I/s320/17_MHG_monica.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336072207238540482" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A jornalista &lt;strong&gt;Mônica Waldvogel&lt;/strong&gt; _ apresentadora &lt;em&gt;do &lt;strong&gt;Saia Justa&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;, na GNT e da &lt;em&gt;Globo News&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; _ virá a Belo Horizonte para participar de debate sobre uma pesquisa que trata da &lt;em&gt;imagem midiática da mulher no sec. XXI&lt;/em&gt;, desenvolvida pela professora mineira Isabelle Anchieta. Tal debate será realizado durante um curso ministrado pela professora no mês de abril na &lt;a href="http://www.academiadeideias.com/"&gt;Academia de Idéias&lt;/a&gt;. Isabelle irá problematizar as quatro gerações de imagens e imaginários produzidos sobre a mulher ao longo da História. Ela passa de Grande Mãe, Eva, Maria, Afrodite, Pin-Up, Manequim até chegar à quarta geração de imagens denominada de "mulher real e possível", nas imagens publicitárias do séc. XXI. A imagem da mulher transforma-se gradativamente na medida em que aproxima-se dos dilemas da mulher comum, da mulher "qualquer". É nessa passagem, promovida em grande parte pela relação entre a mulher e a mídia em sua reivindicação por reconhecimento social amplo, que percebemos uma possibilidade inédita de emancipação da imagem feminina.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&gt; &lt;strong&gt;O mini-curso denominado&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.academiadeideias.com/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;"A imagem midiática da mulher no sec.XXI, de Deusa a mulher qualquer"&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;acontece nos dias&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;7/4&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Primeira e Segunda Mulher: imagem temida a uma imagem idealizada, Isabelle Anchieta&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;14/4&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Terceira mulher: a emanc. paradoxal da mulher através da moda e do corpo magro., Isabelle Anchieta&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;24/4&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O papel da mídia na emancipação da mulher, &lt;strong&gt;MÔNICA WALDVOGEL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;24/4&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O papel da mídia na emancipação da mulher, Isabelle Anchieta&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;28/4&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Quarta Mulher: a mulher real e possível nas imagens publicitárias do séc. XXI, Isabelle Anchieta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&gt;mais informações pelo telefone: 3281-7750 ou acesse: &lt;a href="http://www.academiadeideias.com/"&gt;http://www.academiadeideias.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-7103493167551396370?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/7103493167551396370/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=7103493167551396370&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/7103493167551396370'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/7103493167551396370'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/03/monica-waldvogel-discute-pesquisa.html' title='Mônica Waldvogel discute a pesquisa &quot;A Quarta Mulher&quot; com a autora Isabelle Anchieta na Academia de Idéias'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/Sg2JZphJrMI/AAAAAAAAA1E/MX_5rhgg37I/s72-c/17_MHG_monica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-3817987464597774546</id><published>2009-03-13T09:55:00.001-07:00</published><updated>2009-03-13T09:59:22.598-07:00</updated><title type='text'>Entrevista sobre a pesquia "A Quarta Mulher" na Rede Minas com a jornalista Sandra Gomes</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/B1yVY-HB1LQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/B1yVY-HB1LQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-3817987464597774546?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/3817987464597774546/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=3817987464597774546&amp;isPopup=true' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/3817987464597774546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/3817987464597774546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/03/blog-post.html' title='Entrevista sobre a pesquia &quot;A Quarta Mulher&quot; na Rede Minas com a jornalista Sandra Gomes'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-1832270666623296129</id><published>2009-03-04T13:24:00.000-08:00</published><updated>2009-04-07T21:29:04.295-07:00</updated><title type='text'>Professora dará entrevistas na Rede Minas e na TV Assembléia sobre a imagem da mulher na mídia</title><content type='html'>&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5309448882739745570" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 244px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/Sa7zoNDMEyI/AAAAAAAAAx8/VrQ19qFUMNI/s320/dove_evolution.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.almg.gov.br/index.asp?grupo=comunicacao&amp;amp;diretorio=tvalmg&amp;amp;arquivo=tv_assembleia"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5314294284331935474" style="WIDTH: 212px; CURSOR: hand; HEIGHT: 133px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/ScAqfsl-ZvI/AAAAAAAAAyE/I_-xSGjKv70/s320/SALA+DE+IMPRENSA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&gt; Professora participa do programa &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Sala de Imprensa da TV Assembéia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, para debater sua pesquisa "A Quarta Mulher".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O programa vai ao ar na &lt;strong&gt;quinta&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;dia 12/03, 21 horas&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Horários alternativos:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;sexta - 12h15 e 0h10 &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;sábado - 21 horas &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;domingo - 18 horas&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&gt; Professora também concedeu entrevista sobre sua pesquisa no &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Jornal Minas 1º&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; edição, apresentado pela jornalista Sandra Gomes, no dia 06/03 ao 12:00h, na Rede Minas. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-1832270666623296129?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/1832270666623296129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=1832270666623296129&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1832270666623296129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1832270666623296129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/03/professora-participa-de-programa-na.html' title='Professora dará entrevistas na Rede Minas e na TV Assembléia sobre a imagem da mulher na mídia'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/Sa7zoNDMEyI/AAAAAAAAAx8/VrQ19qFUMNI/s72-c/dove_evolution.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-4231923028347792509</id><published>2009-03-03T15:40:00.000-08:00</published><updated>2009-03-05T11:41:21.889-08:00</updated><title type='text'>Diploma em debate: jornalismo de qualidade em sociedade democrática</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=527DAC001"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5309120197467521970" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 289px; CURSOR: hand; HEIGHT: 217px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/Sa3IsM_nQ7I/AAAAAAAAAx0/gLOcSGlLvFw/s320/liberdade-de-imprensa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Em um contexto em que se discute o fim da necessidade da formação superior do jornalista venho aqui fazer o caminho inverso. Tentarei demonstrar quais as razões que justificam não o fim das exigências, mas a sua consolidação e intensificação. O jornalismo é, sim, uma área de conhecimento específico que possui decisiva importância sobre as dinâmicas sociais em que está inserido. Por isso, tem uma responsabilidade acrescida sobre a emancipação ou não dos sujeitos e da sociedade. E, como toda profissão que possui tal responsabilidade social, o jornalismo deve vir acompanhado de três elementos fundamentais: formação de qualidade, liberdade de expressão e limites ao exercício dessa liberdade. É nesse sentido que devemos nos empenhar em legitimar o lugar de um comunicador autorizado capaz de realizar as operações técnicas e éticas próprias à profissão e dignas de uma sociedade democrática. O caminho contrário, a sua deslegitimação, parece servir apenas aos interesses de pessoas que se favorecem da ignorância social e da despolitização dos cidadãos.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt;O &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=527DAC001"&gt;&lt;strong&gt;artigo completo &lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;está disponível no site do &lt;span style="color:#000099;"&gt;Observatório da Imprensa:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=527DAC001"&gt;http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=527DAC001&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&gt;&gt; &lt;strong&gt;Ou no site do &lt;span style="color:#000099;"&gt;Sindicatos dos Jornalistas de Minas Gerais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.sjpmg.org.br/novo/gera_conteudo.asp?id_materia=1870"&gt;http://www.sjpmg.org.br/novo/gera_conteudo.asp?id_materia=1870&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-4231923028347792509?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/4231923028347792509/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=4231923028347792509&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/4231923028347792509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/4231923028347792509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/03/jornalismo-de-qualidade-em-sociedade.html' title='Diploma em debate: jornalismo de qualidade em sociedade democrática'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/Sa3IsM_nQ7I/AAAAAAAAAx0/gLOcSGlLvFw/s72-c/liberdade-de-imprensa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-3083098831750087051</id><published>2009-03-02T13:28:00.000-08:00</published><updated>2009-03-02T13:49:52.114-08:00</updated><title type='text'>Prêmio "Rumos Itáu Cultural" abre inscrições para estudantes e profissionais</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SaxQuRjKP9I/AAAAAAAAAxc/_pDcJoXwOJk/s1600-h/file-777034.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5308706816678051794" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 207px; CURSOR: hand; HEIGHT: 234px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SaxQuRjKP9I/AAAAAAAAAxc/_pDcJoXwOJk/s320/file-777034.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O &lt;strong&gt;Itaú Cultural&lt;/strong&gt; lança os novos editais do programa Rumos. São eles: &lt;strong&gt;Arte Cibernética; Cinema e&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Vídeo; Dança; e Jornalismo Cultural&lt;/strong&gt;. Todos abrem as inscrições no dia 4 de março e, com exceção de Jornalismo Cultural (que encerram no dia 31 de julho), vão até 29 de maio. A seleção dos projetos será feita por comissões autônomas formadas por especialistas nas áreas contempladas e um representante do Itaú Cultural. Os resultados serão divulgados no segundo semestre de 2009. Em todos os casos, a divulgação será feita por meio da imprensa e do site da instituição &lt;a href="http://www.itaucultural.org.br/rumos"&gt;www.itaucultural.org.br/rumos&lt;/a&gt;, onde se encontram todos os quatro editais e por meio do qual deve se fazer a inscrição gratuita.&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-3083098831750087051?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/3083098831750087051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=3083098831750087051&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/3083098831750087051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/3083098831750087051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/03/premio-rumos-itau-cultural-abre.html' title='Prêmio &quot;Rumos Itáu Cultural&quot; abre inscrições para estudantes e profissionais'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SaxQuRjKP9I/AAAAAAAAAxc/_pDcJoXwOJk/s72-c/file-777034.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-2894912460155795146</id><published>2009-03-01T06:39:00.000-08:00</published><updated>2009-03-01T07:20:02.189-08:00</updated><title type='text'>Sobre a Transitoriedade</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SaqkOURPvaI/AAAAAAAAAxU/xwjDCtQzhBE/s1600-h/sopro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5308235676675718562" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SaqkOURPvaI/AAAAAAAAAxU/xwjDCtQzhBE/s320/sopro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"É impossível que toda essa beleza da Natureza e da Arte, do mundo de nossas sensações e do mundo externo, realmente venha a se desfazer em nada. Seria por demais insensato, por demais pretensioso acreditar nisso. De uma maneira ou de outra essa beleza deve ser capaz de persistir e de escapar a todos os poderes de destruição. Pois, um flor que dura apenas uma noite nem por isso nos parece menos bela. É nesse sentido que "o valor de toda essa beleza e perfeição é determinado somente por sua significação para nossa própria vida emocional, não precisa sobreviver a nós, independendo, portanto, da duração absoluta. O que implica dizer que "o valor da transitoriedade é o valor da escassez no tempo". Na medida em que a consciência da "limitação da possibilidade de uma fruição eleva o valor dessa fruição" &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(...) "Assim, quando o luto tiver terminado, verificar-se-á que o alto conceito em que tínhamos das riquezas nada perdeu com a descoberta de sua fragilidade. Reconstruiremos tudo o que se destruiu, e talvez em terreno mais firme e de forma mais duradoura do que antes. "&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;O trecho acima é parte de um &lt;a href="http://www.dubitoergosum.xpg.com.br/arquivo66.htm"&gt;ensaio &lt;/a&gt;intitulado &lt;a href="http://www.dubitoergosum.xpg.com.br/arquivo66.htm"&gt;"Sobre a Transitoriedade"&lt;/a&gt; escrito por &lt;strong&gt;Freud &lt;/strong&gt;em novembro de 1915, a convite da Berliner Goetherbund (Sociedade Goethe de Berlim) para um volume comemorativo lançado no ano seguinte sob o título de Das Land Goethes (O País de Goethe). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-2894912460155795146?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/2894912460155795146/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=2894912460155795146&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/2894912460155795146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/2894912460155795146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/03/sobre-transitoriedade.html' title='Sobre a Transitoriedade'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SaqkOURPvaI/AAAAAAAAAxU/xwjDCtQzhBE/s72-c/sopro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-559783384664804596</id><published>2009-02-26T08:01:00.000-08:00</published><updated>2009-05-17T15:50:16.094-07:00</updated><title type='text'>O corte no tempo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/Saa-VR0rEBI/AAAAAAAAAxE/4qGwGkt2lvA/s1600-h/eNG6454.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5307138483673567250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 310px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/Saa-VR0rEBI/AAAAAAAAAxE/4qGwGkt2lvA/s320/eNG6454.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; "&lt;strong&gt;Uma alegoria do Tempo desvelando a Verdade"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;de Jean-François de Troy (1679-1752) &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acreditava que já havia passado por muitas perdas e muitos testes. Já havia enfrentado a fome. O desalento. A solidão. A superação profissional. A superação física. Doenças graves. A ausência de um apoio afetivo, familiar. A inveja. A injustiça. A maldade. Tudo. E, todas essas coisas não foram capazes de me deter. Ao contrário, mostravam o quanto havia em mim uma força infinita, capaz de ressurreições e de uma vontade de vida pulsante, vontade de potência, de uma segunda infância. Por essas razões, sempre me julguei capaz de enfrentar qualquer medo, qualquer coisa. Mas, agora.... Enfrento minha pior e mais grave fragilidade. Pois, foi justo quando a alma serenou e o amor incondicional tomou conta de mim; justo quando estava em paz em companhia do sentimento mais sublime e puro que se possa compartilhar, que minha alma partiu-se ao meio. Quando não estava com as armas em punho, nem a armadura no corpo para esse golpe. Tudo em mim oferecia-se nessa cumplicidade amiga, nessa segurança eterna...Mas, o eterno, como “o terno eterno” de nossa alma, não existe. A alma é feita para as batalhas, mas percebi que nem sempre estamos prontos para elas.&lt;br /&gt;Não poderia imaginar que a segurança que me acompanhava há anos, um pedaço de mim, pudesse _ em um corte _ ser amputado, separado. Está. É fato. A morte é um corte no tempo que nos separa em instantes da companhia tão amada, tão viva...Agora, é fato. O corte no tempo se impõe. Há segundos, agora horas, agora semanas que me separam aos poucos. De castigo: essa solidão silenciosa, fatal. Vivo todos os sentimentos: ora raiva, melancolia, saudade, alívio, tristeza, confusão, revolta, cansaço. Não sabia como eles poderiam se alternar com tanta velocidade....Enfrento, ainda sem saber como sair, o meu mais grave sentimento, minha mais exigente superação,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-559783384664804596?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/559783384664804596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=559783384664804596&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/559783384664804596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/559783384664804596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/02/o-corte-no-tempo.html' title='O corte no tempo'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/Saa-VR0rEBI/AAAAAAAAAxE/4qGwGkt2lvA/s72-c/eNG6454.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-9006743826223579004</id><published>2009-02-16T05:31:00.001-08:00</published><updated>2009-02-20T11:19:59.741-08:00</updated><title type='text'>Pedaço de mim</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;A &lt;?xml:namespace prefix = st1 /&gt;&lt;st1:verbetes&gt;primeira&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;vez&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; entendi o &lt;st1:verbetes&gt;significado&lt;/st1:verbetes&gt; da &lt;?xml:namespace prefix = st2 /&gt;&lt;st2:dm&gt;perda, da morte&lt;/st2:dm&gt; foi &lt;st1:verbetes&gt;quando&lt;/st1:verbetes&gt; uma professora de &lt;st2:dm&gt;português&lt;/st2:dm&gt;, &lt;st1:verbetes&gt;chamada&lt;/st1:verbetes&gt; Regina, levou &lt;st2:dm&gt;para&lt;/st2:dm&gt; a &lt;st1:verbetes&gt;sala&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;som&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt; e colocou uma &lt;st1:verbetes&gt;música para tocar&lt;/st1:verbetes&gt;. A &lt;st1:verbetes&gt;fita&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;velha&lt;/st1:verbetes&gt;, o &lt;st1:verbetes&gt;som&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;baixo&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes&gt;chiado&lt;/st1:verbetes&gt;, uniu-se a &lt;st1:verbetes&gt;profundidade&lt;/st1:verbetes&gt; do &lt;st1:verbetes&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;era&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;dito&lt;/st1:verbetes&gt;. Senti a &lt;st1:verbetes&gt;perda&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes&gt;mesmo&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;ainda&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;não&lt;/st1:verbetes&gt; tivesse vivenciado nenhuma. &lt;st1:verbetes&gt;Ontem&lt;/st1:verbetes&gt; essa &lt;st1:verbetes&gt;música&lt;/st1:verbetes&gt; tocou &lt;st1:verbetes&gt;dentro&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st1:verbetes&gt;mim&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;novamente&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes&gt;agora&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;não&lt;/st1:verbetes&gt; foi &lt;st1:verbetes&gt;preciso&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:hm&gt;imaginar&lt;/st2:hm&gt; a &lt;st1:verbetes&gt;perda&lt;/st1:verbetes&gt;. O &lt;st1:verbetes&gt;dia&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;mais&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;triste&lt;/st1:verbetes&gt; da &lt;st1:verbetes&gt;minha&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;vida&lt;/st1:verbetes&gt;. "&lt;st2:dm&gt;Oh&lt;/st2:dm&gt; &lt;st2:dm&gt;pedaço&lt;/st2:dm&gt; de &lt;st1:verbetes&gt;mim&lt;/st1:verbetes&gt;, o &lt;st1:verbetes&gt;metade&lt;/st1:verbetes&gt; amputada de &lt;st1:verbetes&gt;mim&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes&gt;leva&lt;/st1:verbetes&gt; os &lt;st1:verbetes&gt;teus&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;sinais&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;saudade&lt;/st1:verbetes&gt; é o &lt;st1:verbetes&gt;pior&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;castigo&lt;/st1:verbetes&gt;".&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;"&lt;st2:dm style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Oh&lt;/st2:dm&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;st2:dm style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st2:dm&gt;pedaço&lt;/st2:dm&gt;&lt;/st2:dm&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; de &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;mim&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st2:dm style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st2:dm&gt;Oh&lt;/st2:dm&gt;&lt;/st2:dm&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;metade&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; afastada de &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;mim&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;Leva&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; o &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;teu&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; &lt;/span&gt;&lt;st2:hm style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st2:hm&gt;olhar&lt;/st2:hm&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st2:hm&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;Que&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; a &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;saudade&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; é o &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;pior&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;tormento&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;É &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;pior&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; do &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; o &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;esquecimento&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;É &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;pior&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; do &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; se &lt;/span&gt;&lt;st2:hdm style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st2:hdm&gt;entrevar&lt;/st2:hdm&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st2:hdm&gt;&lt;br /&gt;&lt;st2:dm style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st2:dm&gt;Oh&lt;/st2:dm&gt;&lt;/st2:dm&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;st2:dm style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st2:dm&gt;pedaço&lt;/st2:dm&gt;&lt;/st2:dm&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; de &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;mim&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st2:dm style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st2:dm&gt;Oh&lt;/st2:dm&gt;&lt;/st2:dm&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;metade&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; exilada de &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;mim&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;Leva&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; os &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;teus&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;sinais&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;Que&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; a &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;saudade&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; dói &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;como&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; &lt;/span&gt;&lt;st2:dm style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st2:dm&gt;barco&lt;/st2:dm&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st2:dm&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;Que&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; aos &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;poucos&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; descreve &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;arco&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;E evita &lt;/span&gt;&lt;st2:hm style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st2:hm&gt;atracar&lt;/st2:hm&gt;&lt;/st2:hm&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; no &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;cais&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;br /&gt;&lt;st2:dm style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st2:dm&gt;Oh&lt;/st2:dm&gt;&lt;/st2:dm&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;st2:dm style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st2:dm&gt;pedaço&lt;/st2:dm&gt;&lt;/st2:dm&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; de &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;mim&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st2:dm style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st2:dm&gt;Oh&lt;/st2:dm&gt;&lt;/st2:dm&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;metade&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; arrancada de &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;mim&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;Leva&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; o &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;vulto&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;teu&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;Que&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; a &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;saudade&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; é o &lt;/span&gt;&lt;st2:dm style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st2:dm&gt;revés&lt;/st2:dm&gt;&lt;/st2:dm&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; de &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; &lt;/span&gt;&lt;st2:dm style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st2:dm&gt;parto&lt;/st2:dm&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st2:dm&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;A &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;saudade&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; é &lt;/span&gt;&lt;st2:hm style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st2:hm&gt;arrumar&lt;/st2:hm&gt;&lt;/st2:hm&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; o &lt;/span&gt;&lt;st2:dm style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st2:dm&gt;quarto&lt;/st2:dm&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st2:dm&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Do &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;filho&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;já&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; morreu&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;st2:dm style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st2:dm&gt;Oh&lt;/st2:dm&gt;&lt;/st2:dm&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;st2:dm style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st2:dm&gt;pedaço&lt;/st2:dm&gt;&lt;/st2:dm&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; de &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;mim&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st2:dm style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st2:dm&gt;Oh&lt;/st2:dm&gt;&lt;/st2:dm&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;metade&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; amputada de &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;mim&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;Leva&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; o &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; há de ti&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;Que&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; a &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;saudade&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; dói latejada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;É &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;assim&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;como&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; uma &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;fisgada&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;No &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;membro&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;já&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; perdi&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;st2:dm style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st2:dm&gt;Oh&lt;/st2:dm&gt;&lt;/st2:dm&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;st2:dm style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st2:dm&gt;pedaço&lt;/st2:dm&gt;&lt;/st2:dm&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; de &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;mim&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st2:dm style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st2:dm&gt;Oh&lt;/st2:dm&gt;&lt;/st2:dm&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;metade&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; adorada de &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;mim&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;Leva&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; os &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;olhos&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;meus&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;Que&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; a &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;saudade&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; é o &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;pior&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;castigo&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;E &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;eu&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;não&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; quero &lt;/span&gt;&lt;st2:hm style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st2:hm&gt;levar&lt;/st2:hm&gt;&lt;/st2:hm&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;comigo&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;A &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;mortalha&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; do &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;st1:verbetes&gt;amor&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Adeus&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;(Chico Buarque)&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-9006743826223579004?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/9006743826223579004/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=9006743826223579004&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/9006743826223579004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/9006743826223579004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/02/pedaco-de-mim.html' title='Pedaço de mim'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-7030488872608569868</id><published>2009-02-13T10:03:00.000-08:00</published><updated>2009-02-14T02:11:21.826-08:00</updated><title type='text'>Sobre os indutores do prazer e da beleza</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SZW2bkaAh9I/AAAAAAAAAvQ/1gjtzSHbFrQ/s1600-h/1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5302344721044113362" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 218px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SZW2bkaAh9I/AAAAAAAAAvQ/1gjtzSHbFrQ/s320/1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;“Encha sua vida com tantas experiências de alegria e paixão quanto você humanamente possa. Comece com uma experiência e construa a partir dela” Márcia Wieder&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Induzir. Instigar, convidar os sentidos, o corpo. O que chamo de &lt;em&gt;&lt;strong&gt;indutores do prazer e da beleza&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; nada mais são do que os pequenos objetos, gestos, ocasiões de que nos cercamos para termos experiências breves e transformadoras, que configuram, em sua constância, a beleza em nós (no que somos e no que nos cerca). As flores sobre a mesa. O ritual de tomar café. Ler o jornal do dia. O encontro com os amigos após o trabalho. Regar as plantas. Galopar. Nadar no "Rio Grande". Ver o entardecer da varanda. Ler um livro com calma e prazer na cama. Um vinho. Um jantar. Um belo vestido. A maquiagem. Um toque de quem amamos, um olhar demorado... Uma paisagem: as montanhas, o mar (o mar...). A casa limpa, perfumada. Cortinas de vuol dançando ao vento. Música. Essas pequenas coisas de que devemos nos cercar, que nada tem de ostentatórias ou artificiais, mas necessárias para produzir a beleza e prazer a nossa volta e em nós. Simbiose alegre... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-7030488872608569868?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/7030488872608569868/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=7030488872608569868&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/7030488872608569868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/7030488872608569868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/02/sobre-os-indutores-do-prazer-e-da.html' title='Sobre os indutores do prazer e da beleza'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SZW2bkaAh9I/AAAAAAAAAvQ/1gjtzSHbFrQ/s72-c/1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-6248729973614063361</id><published>2009-01-29T11:53:00.000-08:00</published><updated>2009-01-30T05:05:36.455-08:00</updated><title type='text'>Felicidade: uma postura afirmativa, mesmo durante o sofrimento</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SYILM8reTcI/AAAAAAAAAvA/mc_HXCvm_h0/s1600-h/lovkost9cj3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296808428815928770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 254px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SYILM8reTcI/AAAAAAAAAvA/mc_HXCvm_h0/s320/lovkost9cj3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É possível colocar em cheque a máxima “sem sacrifício hoje, não há felicidade amanhã”? Sim, é possível. Como? Para entender melhor iremos definir de forma esquemática as 3 atitudes básicas das pessoas diante da vida e da busca pela felicidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1) O Mártir&lt;/strong&gt;: aquele que acha que a felicidade está no futuro e, por isso, sacrifica-se no presente. Sua felicidade está em alcançar metas, mas após o alívio de atingí-las sente-se novamente vazio, buscando infinitamente uma nova meta.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;2) O Hedonista&lt;/strong&gt;: aquele que quer viver ao máximo o hoje, o presente e não se importa com as conseqüências de seu prazer imediato. Trata-se de uma pessoa constantemente em "ressaca" pelo excesso de prazer. Associa esforço ao sofrimento e prazer a felicidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;3) O Blasé&lt;/strong&gt;: pessoas constantemente insatisfeitas, indiferentes. Nada para elas está bom, mesmo quando todos os recursos para a felicidade parecem as ser oferecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, a felicidade não pode nem ser uma meta futura (inalcançável); não pode ser inconseqüente com o futuro; nem indiferente. Pois, quando o mártir “confunde momentos de alívio com felicidade, reforça a ilusão de que o simples cumprimento de metas nos faz felizes” (BEN-SHAHAR, 2008). Já o hedonista “se engana quando associa esforço com sofrimento e prazer com felicidade”. Há um episódio da série televisiva &lt;a href="http://www.mofolandia.com.br/mofolandia_nova/alemdaimaginacao.htm"&gt;&lt;em&gt;Além da Imaginação&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; que ilustra bem o erro tanto do hedonista quanto do blasé. No episódio “um criminoso cruel é assassinado e recepcionado por um anjo encarregado de satisfazer todos os seus desejos. O homem assusta-se por ter ido para o céu, após tantos crimes. Fica confuso, mas acaba aceitando sua boa sorte e começa a pedir somas de dinheiro, refeições, belas mulheres e é atendido. Desfruta de grande prazer. No entanto, com o passar do tempo o prazer começa a diminuir; sua existência sem esforço começa a cansar. Pede ao anjo algum trabalho que o desafie, mas é informado que naquele lugar pode ter o que quiser menos a oportunidade de trabalhar pelas coisas que pede. Pensando que estava no céu o homem diz querer ir para o inferno. Nesse momento a câmara faz um close no rosto do anjo e sua fase transforma-se na face do diabo. Este é o inferno que o hedonista confunde com o céu... ”(BEN-SHAHAR, 2008). Sem propósitos, objetivos e luta a vida perde o sentido e não encontramos a felicidade.&lt;br /&gt;Estamos, enfim, diante da quarta e mais densa postura diante da vida....a de lutarmos, vermos sentido e propósito nessa luta, celebramos e acima de tudo acreditarmos na vida mesmo diante do sofrimento e das adversidades (o chamado por Nietzsche de &lt;em&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Amor_fati"&gt;amor fati&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;). A felicidade está na travessia e não só na chegada. Trata-se de curtir a paisagem e não só o destino e trocar o pneu se for preciso. A felicidade está na luta, no que a significa e no seu resultado (bom ou ruim). É nesse sentido que podemos ser felizes agora e no futuro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;-&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#3333ff;"&gt;&lt;em&gt;&gt;&gt;"Não querer nada de diferente do que é, nem no futuro, nem no passado, nem por toda a eternidade. Não só suportar o que é necessário, mas amá-lo. (...) Em suma: quero ser, algum dia apenas alguém que diz sim."" (Nietzsche, GC).&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#3333ff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#3333ff;"&gt;&gt;&gt;"A guerra educa para a liberdade (e para a felicidade). O que é a liberdade? (A felicidade?) É ter a vontade de responder por si, é ser indiferente às amarguras, às asperezas, às privações; é estar pronto a sacrificar a tudo, sem excecutar-se a si mesmo. Liberdade significa os instintos alegres de guerra e de vitória. (...) Primeiro princípio: é preciso ter necessidade de ser forte (e feliz), caso contrário, nunca se chega a sê-lo" (NIETZSCHE, CI, p.89) &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-6248729973614063361?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/6248729973614063361/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=6248729973614063361&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/6248729973614063361'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/6248729973614063361'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/01/felicidade-uma-postura-afirmativa.html' title='Felicidade: uma postura afirmativa, mesmo durante o sofrimento'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SYILM8reTcI/AAAAAAAAAvA/mc_HXCvm_h0/s72-c/lovkost9cj3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-3760242383009931080</id><published>2009-01-12T20:46:00.000-08:00</published><updated>2009-01-13T11:44:21.325-08:00</updated><title type='text'>O homem que amou demais</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bernardcornwellbr.vilabol.uol.com.br/index.htm"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5290635463354968450" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 199px; CURSOR: hand; HEIGHT: 281px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SWwc7EVbaYI/AAAAAAAAAug/2v0qNcBSxEM/s320/GUERREIRO+ESPARTANO+%5B1%5D" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="color:#990000;"&gt;Sei que podem estranhar a minha narrativa, confesso que não estou mesmo acostumada a ela...Mas, como já denunciava &lt;a href="http://www.blocosonline.com.br/literatura/prosa/reflexoes/reflex08/reflex080815.php"&gt;Walter Benjamin&lt;/a&gt; perdemos a capacidade de narrar...de contar histórias e com isso perdemos também a magia dessa forma artesanal de comunicação...tão humana...Faço aqui a minha envergonhada, mas necessária tentativa...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era uma vez...porque uma vez haveria de ser para que tudo comece e termine...um homem que amou uma mulher mais do que a si mesmo. Um homem capaz de uma amor tão intenso que só poderia ser compreendido por seu modo de ser no mundo. Acostumado que estava a grandes batalhas já havia enfrentado todos os tipos de periculosidades e soube, a cada temor, dar o golpe certeiro de sua espada. Superou, inclusive, o pior e mais temido inimigo.... Uma doença que apoderou-se de seu corpo e tombou-o em uma cama. A suspeita: não voltaria a andar. No entanto, quem poderia diagnosticar esse guerreiro a não ser ele próprio? Não acreditou e se auto-diagnosticou contra tudo e todos: voltaria, sim, a andar, a correr, a lutar e a tudo mais que estava acostumado e ainda melhor. Convicto que estava disso lançou-se, apaixonadamente, em sua mais difícil batalha e dela saiu ainda mais belo e confiante de sua força.&lt;br /&gt;No entanto, não sabia que a sua luta mais desafiadora ainda estaria por vir. Uma mulher. Tão indomável como o seu mais audaz inimigo.Tão livre e incomum. Uma mulher que possuía uma lucidez penetrante que lhe permitia ver além de qualquer formalismo, como se viesse de volta de vinte anos de guerra. Contraditória; pois quanto mais dominava os saberes do mundo, tornava-se cada vez mais impermeável aos formalismos, mais indiferente à malícia e desconfiança, feliz num mundo próprio de realidades simples. E, quanto mais livre dos convencionalismos e obediente a sua espontaneidade, mais perturbadora ficava sua beleza e mais provocante seu comportamento. Tudo nela pecava, por assim dizer, por um excesso de delicadeza&lt;span style="color:#990000;"&gt;*&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Ao contrário da maioria das mulheres não queria casar-se, ter filhos e nada que a limitasse em sua liberdade. A liberdade é, por isso, sua potência. É o vento forte que alimenta seu espírito nos topos dos horizontes das montanhas. Filha do sol, amante do vento da serra, das águas correntes, das cachoeiras, galopa para sentir os ventos doidos nos cabelos&lt;span style="color:#990000;"&gt;*.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma mulher que cercava-se da beleza através dos mais delicados objetos, sabedora que era da influência deles sobre cada um dos seus gestos. Tudo que a adornava, tudo que servia para realçar sua beleza, fazia parte dela própria. É, sem dúvida, uma luz, um olhar, um convite à felicidade... &lt;span style="color:#660000;"&gt;*&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Ele, o guerreiro, a escolheu como alvo de seu amor. Mas, por quê? Porque não poderia escolher nada menor do que os grandes desafios a que estava acostumado. E, quanto mais percebia nela uma batalha, mais instigava-lhe a conquista. Não que isso revelasse nele um traço de vaidade, ao contrário, o que o movia era uma nobreza digna dos melhores sentimentos: encantamento, amizade, generosidade, doação e uma série de virtudes dignas de um tratado que as catalogasse.&lt;br /&gt;Persistente e incansável que era em seus objetivos conquistou, enfim, o amor da mulher. Ela estava encantada com sua força, persistência e, especialmente, por sua capacidade de amá-la. O que não significou que tiveram uma vida serena juntos, nada disso. Travaram memoráveis batalhas, herdeiros que eram, ambos, da belicosidade e da obstinação.&lt;br /&gt;No entanto, a mulher viu-se, em determinado momento, impelida por sua natureza. A liberdade a chamou e ela sofreu como nunca ao deixar o guerreiro. A nobreza do sentimento do guerreiro por ela a fez, inclusive, repensar sua própria natureza, a querer ser, por um instante, uma mulher comum. Mas, nada pode impedir um espírito tão ávido por sua liberdade e tão convicto de seu caminho.&lt;br /&gt;Ele sofreu, ciente de perde-la. No entanto, ganhou algo que não poderia imaginar com a sua partida. Uma presença que transformou sua &lt;a href="http://inconscientecoletivo.net/solitude-x-solidao-parte-2/"&gt;solidão em uma &lt;strong&gt;solitude&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Descobriu que a capacidade da amar não dependia mais do alvo do seu amor, mas de sua capacidade em si mesma de amar. Eis sua conquista definitiva, soube, enfim, que era um homem que trazia em si a maior força (a que inclusive era a responsável por suas outras vitórias) a sua infinita capacidade de ter o amor em si. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;-&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;** * Para a caracterização da mulher combinei o meu próprio texto ao de &lt;strong&gt;Gabriel Garcia Marques&lt;/strong&gt; em "Cem anos de solidão" , quando descreve &lt;strong&gt;Remédios&lt;/strong&gt;; a caracterização da &lt;strong&gt;duquesa de Langeais &lt;/strong&gt;feita por &lt;strong&gt;Balzac&lt;/strong&gt;; trechos de &lt;strong&gt;Charles Baudelaire&lt;/strong&gt; na obra " Sobre a Modernidade" e trechos de &lt;strong&gt;Agripa Vasconscelos&lt;/strong&gt; quando descreve a lendária &lt;strong&gt;Dona Beija&lt;/strong&gt; no livro "A vida em flor de Dona Beija".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-3760242383009931080?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/3760242383009931080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=3760242383009931080&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/3760242383009931080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/3760242383009931080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/01/o-homem-que-amou-demais.html' title='O homem que amou demais'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SWwc7EVbaYI/AAAAAAAAAug/2v0qNcBSxEM/s72-c/GUERREIRO+ESPARTANO+%5B1%5D' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-7989885258193441290</id><published>2009-01-01T17:25:00.000-08:00</published><updated>2009-01-01T17:44:49.044-08:00</updated><title type='text'>A falta de um conselho afetivo para começar de novo</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SV1vaaQtOTI/AAAAAAAAAuI/dGWlw9iBxf4/s1600-h/bag1e24d9jn4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5286504037119506738" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SV1vaaQtOTI/AAAAAAAAAuI/dGWlw9iBxf4/s320/bag1e24d9jn4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;“Se tiver dinheiro suficiente para comprar dois pães compre um e com o restante compre flores para enfeitar a sua casa” &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você já sentiu falta de alguém para te aconselhar em um momento confuso, em que está inseguro? Uma fase em que olha para a sua vida e senti angústia por não ter conquistado ainda o que quer? Quando questiona se sua vida está na rota certa? Quando está incerto sobre que caminho e decisões ter para si e para os que estão a sua volta?&lt;br /&gt;Antes tínhamos avós sábios, pais mais pacientes que, com uma pequena frase, faziam nosso coração serenar. Hoje...temos de pagar psicólogos para termos conselhos...sempre com tempo marcado e cifras que impedem uma relação mais afetuosa e verdadeira, elementos necessários para conferir, junto as palavras, paz a nossa alma. Como isso não acontece...somos remediados em nossos vazios.&lt;br /&gt;Como sinto falta de uma pequena frase....como essa que coloquei acima do texto que refleti sobre a necessidade da beleza em nossa vida. E, como não tenho esse tão importante conselheiro afetivo recorro a uma bela herança deixada por meu avó...livros do jornalista e médico norte-americano Orison Swett Marden. Funcionam, para mim, como conselhos deixados por um avó que não conheci...&lt;br /&gt;Logo eu que desconfio do pragmatismo americano me rendi a esse psicólogo que inaugura uma literatura hoje conhecida como “auto-ajuda“. Marden perpetua através de uma linguagem rebuscada e com uma firmeza nas afirmações os conselhos tão necessários em tempos de conflito interno.&lt;br /&gt;Quero aqui compartilhar conselhos da minha coleção de livros empueirados que preenchem minhas estantes e meus vazios...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;“ As coisas não mudam, nós é que mudamos. O início de um hábito é como um fio invisível, mas cada vez que o repetimos o ato reforça o fio, acrescenta-lhe outro filamento, até que se torna um enorme cabo e nos prende de forma irremediável, no pensamento e ação” Marden &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-7989885258193441290?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/7989885258193441290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=7989885258193441290&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/7989885258193441290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/7989885258193441290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2009/01/falta-de-um-conselho-afetivo-para.html' title='A falta de um conselho afetivo para começar de novo'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SV1vaaQtOTI/AAAAAAAAAuI/dGWlw9iBxf4/s72-c/bag1e24d9jn4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-6041209525096643243</id><published>2008-12-11T18:42:00.000-08:00</published><updated>2008-12-15T05:23:13.412-08:00</updated><title type='text'>Sobre o fim e o início de uma aula</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280006572900595570" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 239px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SUZaAN13t3I/AAAAAAAAAuA/1CmrsnrQGRw/s320/lapis.jpg" border="0" /&gt;Hoje foi o fim de mais um semestre. E despedir-se de uma turma é como perder algo precioso que foi construído com muito cuidado – no entanto, deixo em seguida esse pensamento saudoso quando percebo que algo perdura contrariando a minha ausência e a deles. Algo que possui uma força que tende para a continuidade e nunca ao fim: o conhecimento. Esse que perdura, cresce e nos torna quem somos. Essa turma (com outras que me foram muito especiais) engrandecem e dão força a essa palavra: ensino. Porque no fim das contas descobrimos que o “ensinar” só acontece quando a troca se estabelece, quando a relação se instaura. Hoje, ao fim de mais uma prova, fiquei conversando com alguns alunos que me davam o retorno sobre a minha forma de tratá-los, especialmente sobre os meus famosos “memoriais” (as fichas individuais que faço dos meus alunos acompanhando seu desenvolvimento durante o semestre) além da segunda chance que dou de revisão, corrigindo os exercícios com minhas fichas e os critérios de avaliação. Diziam que se sentiam respeitados e que realmente percebiam a minha vontade de ensiná-los e de não só transmitir o conteúdo.&lt;br /&gt;Não imaginam o quanto me enobrece essa resposta, esse retorno, que felizmente são comuns em minha carreira. Manifestações de carinho e agradecimento que são, realmente, o combustível para meu trabalho. Um sinal de que é esse o caminho da educação: o respeito mútuo, uma obstinada vontade em aperfeiçoar, paciência e entusiasmo pelo que se faz. Obrigado meus caros alunos, pois só posso ser a professora que sou, na medida que tenho alunos igualmente dispostos a estabelecer essa preciosa relação; a relação que nos une por algo tão imaterial e sólido: o conhecimento.&lt;br /&gt;Com carinho e admiração,&lt;br /&gt;professora Isabelle&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-6041209525096643243?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/6041209525096643243/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=6041209525096643243&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/6041209525096643243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/6041209525096643243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2008/12/sobre-o-fim-e-o-incio-de-uma-aula.html' title='Sobre o fim e o início de uma aula'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SUZaAN13t3I/AAAAAAAAAuA/1CmrsnrQGRw/s72-c/lapis.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-3103410718060949874</id><published>2008-12-02T16:08:00.000-08:00</published><updated>2009-01-16T15:19:44.503-08:00</updated><title type='text'>Professora lança seu primeiro livro sobre Jornalismo Cultural (Prêmio Itáu Cultural)</title><content type='html'>&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5275352057485224914" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 213px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/STXQvwuIa9I/AAAAAAAAAtw/b8FVN50UgwE/s320/livro.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Irei lançar meu primeiro livro na área denominado &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;“O Ensino do Jornalismo Cultural no Brasil”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, dia 03/12/08, em SP durante o &lt;span style="color:#000099;"&gt;II Seminário Internacional de Jornalismo Cultural&lt;/span&gt;. A publicação conta comigo e mais 8 professores de jornalismo do país selecionados pelo prêmio Rumos Itaú Cultural. Iremos apresentar um mapeamento crítico da questão do ensino e da discussão do conceito de jornalismo cultural. Em meu ensaio discuto qual o conhecimento produzido pelo jornalismo cultural. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&gt;A seguir um trecho da minha discussão...&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;“Você já parou para pensar que tipo de conhecimento você adquire lendo as editorias jornalísticas destinadas à cultura? De qual é a relevância do que está apreendendo para a sua vida, sua formação? Essas respostas são importantes, pois grande parte do que nós conhecemos sobre a cultura; conhecemos por meio do jornalismo cultural. Saber o que estamos consumindo é sondar boa parte dos “sujeitos culturais” que somos.&lt;br /&gt;E, pesa sobre essas questões controvérsias. Acusado de empobrecer a cultura por alguns e venerado por democratizá-la por outros o jornalismo cultural é, por isso, uma faceta polêmica e fascinante da comunicação”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt;&gt;&gt;OBS. Estou muito entusiasmada com a publicação, minha primeira (espero que de muitas...). Esse é meu grande presente de Natal, o reconhecimento da minha reflexão na área. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;II Seminário Internacional Rumos Jornalismo Cultural&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O norte-americano Andrew Leland, editor da The Believer; o diretor da Folha de S.Paulo, Otávio Frias Filho; e o professor de história da cultura Nicolau Sevcenko são alguns dos nomes que estarão reunidos no II Seminário Internacional Rumos Jornalismo Cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;Sala Itaú cultural - Itaú Cultural Avenida Paulista 149 - Paraíso [próximo à estação Brigadeiro do metrô]&lt;br /&gt;informações 11 2168 1777 www.itaucultural.org.br&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-3103410718060949874?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/3103410718060949874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=3103410718060949874&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/3103410718060949874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/3103410718060949874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2008/12/professora-lana-seu-primeiro-livro.html' title='Professora lança seu primeiro livro sobre Jornalismo Cultural (Prêmio Itáu Cultural)'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/STXQvwuIa9I/AAAAAAAAAtw/b8FVN50UgwE/s72-c/livro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-738788972696124312</id><published>2008-11-25T10:53:00.000-08:00</published><updated>2008-12-03T01:33:54.931-08:00</updated><title type='text'>Qual o tempo necessário para tornar-se uma pessoa genial?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.abril.com.br/madonna-50-anos/"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272670937419758146" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 238px; CURSOR: hand; HEIGHT: 224px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SSxKSCJuOkI/AAAAAAAAAto/oYXhmGgSfNU/s320/madonna45.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Dez anos. Essa é a conclusão da pesquisa do inglês Malcolm Gladwell em seu recente livro &lt;em&gt;Outliers&lt;/em&gt; (Ed:Sextante) que chega ao Brasil em dezembro. &lt;strong&gt;Sua maior curiosidade era a de entender porque algumas pessoas fazem sucesso, são reconhecidas e outras não&lt;/strong&gt;. No livro demonstra que todos os grandes gênios (como Bill Gates; Einstein; Pelé; Machado de Assis; Obama e Madona) levaram cerca de 10 anos para serem o que são. “O que são dez anos? Bem, é mais ou menos o que se leva para obter 10 mil horas de prática (cerca de 20 horas semanais). Dez mil horas é o número mágico da grandeza”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para ilustrar diz que &lt;strong&gt;Bill Gates&lt;/strong&gt; só se tornou um milionário aos 20 anos porque aos 13 foi estudar em uma escola privada de Seattle em que havia um raríssimo terminal de computador. Aos 16 passava 30 horas por semana escrevendo seus próprios programas. Quando fundou a Microsoft tinha 10 mil horas de treino de programação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Os Beatles&lt;/strong&gt;, tinham mais de 1.200 apresentações antes de se tornarem um sucesso.&lt;strong&gt; Einsten&lt;/strong&gt; aos 16 anos já era obcecado pela natureza da luz. Interessava-se apenas por física, matemática, filosofia e violino. “Tudo o mais era tédio”, afirmava. E sempre perguntava a quem conhecia: “O que é a luz?”. A questão central de sua vida o levou aos 26 anos a conceber a teoria da relatividade, tornando-se a maior referência mundial quando o assunto era a luz. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc66cc;"&gt;&lt;a href="http://www.abril.com.br/madonna-50-anos/"&gt;Madona&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;continua a fazer sucesso aos 50 anos. Isso porque a cada ano “inventa um rosto, um estilo e uma música diferentes. Além da intuição e marketing, trabalho duro. Para a excursão mundial deste ano, se preparou com oito horas de dança por dia. Quem faz isso? Resultado: tem nove prêmios Grammy, dois Oscars vendeu 280 milhões de discos e sua fortuna está estimada em US$ 1 bilhão e é a artista mais bem sucedida do mundo. Não é acidente”.&lt;br /&gt;Mas, você pode indagar: quem tem condições de se dedicar 20 horas semanais a um projeto que lhe é caro? O autor responde que há, realmente, uma série de fatores que devem somar-se para a produção de um grande gênio. Ou seja &lt;span style="color:#333399;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;“se não houver um entorno protetor e uma situação adequada, mesmo a pessoa mais genial pode ser tragada pela vida sem deixar vestígios”.&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Machado de Assis&lt;/strong&gt;, por exemplo, era apaixonado por livros, quase foi demitido de seu cargo na Imprensa Nacional, por não parar de ler. Contou, para isso com a apoio da esposa Carolina, uma mulher compreensiva ao emprenho do marido à literatura. &lt;strong&gt;Pelé &lt;/strong&gt;por sua vez contou com o incentivo do pai, centroavante profissional, para que desde cedo aperfeiçoasse a técnica e treinasse mais do que todos os seus colegas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bill Gates&lt;/strong&gt; formou-se em caras escolas financiadas pelo pai, o mesmo aconteceu com &lt;strong&gt;Einstein&lt;/strong&gt;, filho de um industrial e que teve amplo acesso à melhor educação européia. Moral da história: &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#333399;"&gt;“&lt;em&gt;Ninguém _nem o astro de rock, nem o atleta profissional, nem o bilionário do software, nem o gênio, chega lá sozinho”&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;,&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; segundo Gladwell.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;em&gt;&gt;&gt;&gt;O&lt;/em&gt; que as pessoas geniais nos ensinam:&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt;1) &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt;Não existe sucesso sem trabalho duro, por toda a vida,&lt;br /&gt;2) O entorno é fundamental. Não existe sucesso sem apoio de um companheiro, da família ou de uma comunidade,&lt;br /&gt;3) A adversidade na infância ou a noção de valor aprendida com pais austeros é presença constante na história de pessoas de sucesso. Mimados, ao que parece, não vão longe,&lt;br /&gt;4) A prática que produz a excelência leva tempo. Antes de aparecer para o público a pessoa passa anos no anonimato, construindo,&lt;br /&gt;5) Tenacidade. Pessoas que não se abatem com facilidade. Distinguem-se por seguir em frente apesar das (inevitáveis) decepções,&lt;br /&gt;6) Conte com a sorte, &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Utilizei para a postagem informações da reportagem de Ivan Martins &lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI17730-15204,00-O+DOUTOR+SUCESSO.html"&gt;"O Doutor Sucesso", Revista Época, 24 nov. 2008&lt;/a&gt;. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Comentário sobre a reportagem&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ao ler a reportagem tive a impressão contrária a destacada na capa da revista em que havia a valorização do fator "sorte" quando na verdade a reportagem apontava no caminho contrário. As 10 mil horas, ou as 20 horas de dedicação semanais em um projeto ou idéia revelam que há um investimento de longo prazo na conquista do reconhecimento social. Outro elemento instigante da pesquisa do inglês está em identificar que há um elemento obscurecido pela idéia de que o sucesso está no talento individual ou na sorte: o entorno. Ou seja, se a pessoa não tiver o apoio do companheiro, as condições necessárias para estudar (ora promovidas pela família, ora por políticas públicas de acesso) não há como ter sucesso. O sucesso é uma construção coletiva e uma aposta que depende também de uma obstinada vontade de seguir quando tudo aponta na direção contrária).&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-738788972696124312?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/738788972696124312/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=738788972696124312&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/738788972696124312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/738788972696124312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2008/11/qual-o-tempo-necessrio-para-treinar-um.html' title='Qual o tempo necessário para tornar-se uma pessoa genial?'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SSxKSCJuOkI/AAAAAAAAAto/oYXhmGgSfNU/s72-c/madonna45.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-2425307991733131486</id><published>2008-11-14T15:36:00.000-08:00</published><updated>2010-08-11T19:31:37.867-07:00</updated><title type='text'>A cidade horizontal...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/europa/franca-paris.shtml"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5268666764455470978" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 121px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SR4QgfdGZ4I/AAAAAAAAAtY/F4P76zL1r3w/s320/Meteo_Paris_Bicicleta_Flickr.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A cidade mais sonhada e etérea promete uma vida, sem entregá-la totalmente. Ela é tudo o que parece ser: há luzes que encantam nossos pequenos olhos e construções realizadas com uma única função: a de nos espantar ora pelos detalhes, ora pela grandiosidade. Mas, essa cidade não pode ser explicada por suas construções e pelas artes que concentra...como poderei te explicar?! &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/europa/franca-paris.shtml"&gt;Vou tentar...&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lá os prédios modestos recusam-se a tampar o céu, deixando esse espaço vazio, tão necessário para a alma. Em quase todos os apartamentos há cortinas de vuol branco que, sensualmente, acompanham o vento, desvelando os móveis, os quadros, lustres e a vida que se vive. Nas pequenas sacadas os moradores cultivam flores vermelhas (gerânios) que preencheem nosso caminhar banal pela cidade de leveza, distração e olhares ao alto. Uma cidade em que pão e flores possuem o mesmo status: necessários.&lt;br /&gt;Uma moça anda lentamente de bicicleta na calçada. Suas pernas giram nesse pequeno esforço. No cesto leva várias cartas em envelopes caprichosos e coloridos. Imagino agora a letra, as palavras e a afetividade que só uma carta a mão poderia trazer. Agora ela atravessa a calçada, tomba a bicicleta em um poste e dirigi-se a uma feirinha de frutas, flores e queijos. A cena, agora a distância, mistura-se ao conjunto de prédios, pessoas e cores. Uma promessa de vida...&lt;br /&gt;Os corredores radiais nos apresentam um “leque” de ruas para nos perder. E perder-se nessa cidade significa encontrar uma pequena loja de antiguidades, uma floricultura, um pequeno restaurante ou ainda ter de se desviar das charmosas mesinhas de um Café espalhadas na calçada. Há também sorveterias em que as bolas não são arremessadas agressivamente na casquinha, mas montadas com uma espátula a fim de formar, pétala a pétala, uma flor. Lá aprendi que bola de sorvete não tem que ser redonda...rs. Isso me fez perceber que nessa cidade nada é prático, nada combina com uma vida "fast food". Tudo dá trabalho, mas é esse trabalho que concede a todas as coisas corriqueiras uma aura. Como se o ritual de preparação delas fosse também a condição necessária de sua densidade sensível.&lt;br /&gt;Assim, como explicar essa cidade em que o dia demora a raiar e há praças e esculturas que provocam uma sensação paradoxal: a de sermos pequenos e grandes. A primeira vista nos sentimos reduzidos diante de tantas construções e histórias memoráveis. Mas, em seguida, a cidade generosamente nos acolhe. Não que o faça por sua verticalidade amedrontadora, mas em seu horizonte impreciso, no que promete sem nunca dar. No que deixa incompleto, a brecha para o desejo. Abre para nós, no raiar tardio e inevitável desse horizonte, a possibilidade também de sermos grandes...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-2425307991733131486?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/2425307991733131486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=2425307991733131486&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/2425307991733131486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/2425307991733131486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2008/11/cidade-horizontal.html' title='A cidade horizontal...'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SR4QgfdGZ4I/AAAAAAAAAtY/F4P76zL1r3w/s72-c/Meteo_Paris_Bicicleta_Flickr.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-927580199255446741</id><published>2008-11-04T05:01:00.000-08:00</published><updated>2008-11-16T06:22:35.267-08:00</updated><title type='text'>O piloto "Laboratório de Moda Brasil" é finalista no Festival Internacional de TV</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SRBMKD-l3dI/AAAAAAAAAtQ/R4iZETZuzkI/s1600-h/logo_ietv.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5264791700146347474" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 163px; CURSOR: hand; HEIGHT: 105px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SRBMKD-l3dI/AAAAAAAAAtQ/R4iZETZuzkI/s320/logo_ietv.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O piloto &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Laboratório de Moda Brasil&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; ficou entre os 7 finalistas finalista do IV Festival Internacional de Televisão 2008, na categoria entretenimento, concorrendo com 130 pilotos de todo o Brasil. O projeto idealizado por mim e pela designer Adrienne Rabelo (minha mãe) foi adaptado para ser uma série para a TV em parceria com a produtora de vídeo &lt;a href="http://www.caradecao.com.br/"&gt;Cara de Cão&lt;/a&gt;/BHZ, com direção de Alfredo Alves. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A idéia do programa é ter as cidades brasileiras e seu multiculturalismo como inspiração para o processo de criação de moda. A cada programa, alunos de design (que serão selecionados em todo o país) serão desafiados a criar uma roupa a partir da iconografia de uma cidade ou região nacional. A proposta da série é eleger a cultura brasileira como fonte de inspiração para a criação da moda &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Para saber mais sobre &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Lab.Moda Brasil &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://isabelleanchieta.blogspot.com/2008/11/httpwww.html"&gt;&lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Para saber mais sobre os finalistas&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.mis-sp.org.br/icox.php?mdl=mis&amp;amp;op=programacao_interna&amp;amp;id_event=153"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para saber mais sobre o &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Festival Internacional de Televisão&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;2008&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.ietv.org.br/festival2008/index.php"&gt;&lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-927580199255446741?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/927580199255446741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=927580199255446741&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/927580199255446741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/927580199255446741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2008/11/piloto-de-srie-para-tv-labmoda-brasil.html' title='O piloto &quot;Laboratório de Moda Brasil&quot; é finalista no Festival Internacional de TV'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SRBMKD-l3dI/AAAAAAAAAtQ/R4iZETZuzkI/s72-c/logo_ietv.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-3097479807266290797</id><published>2008-11-02T06:22:00.001-08:00</published><updated>2008-11-02T12:14:37.918-08:00</updated><title type='text'>Projeto Laboratório de Moda Brasil - CIM 2008, Madri/Espanha</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SQ25YYnk30I/AAAAAAAAAsY/Zr5ifGkSig0/s1600-h/sello-1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5264067368042422082" style="WIDTH: 110px; HEIGHT: 63px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SQ25YYnk30I/AAAAAAAAAsY/Zr5ifGkSig0/s320/sello-1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SQ25TuG4jbI/AAAAAAAAAsQ/X3d6AzxcpuQ/s1600-h/IMGP5854.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5264067287911534002" style="WIDTH: 287px; HEIGHT: 225px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SQ25TuG4jbI/AAAAAAAAAsQ/X3d6AzxcpuQ/s320/IMGP5854.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(102,0,0);font-size:85%;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(102,0,0);font-size:85%;" &gt;&gt; RESUMO DA PALESTRA sobre o projeto Laboratório de Moda Brasil no 1º Congresso Internacional de Moda, Madri, 23/10/2008. (&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(102,0,0);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;O projeto ficou entre as 10 pesquisas internacionais selecionadas para apresentação oral dentro da programação oficial do evento representando o Brasil ao lado da Itália, França, Espanha, Portugal entre outros países). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(102,0,0);font-size:78%;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Autoras: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Isabelle Anchieta de Melo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Adrienne Rabelo Anchieta&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;O projeto Laboratório de Moda é uma proposta de metodologia para o processo de criação de moda que tem as cidades brasileiras e seu multiculturalismo como inspiração. Assim, a partir da iconografia de uma cidade ou região nacional uma coleção de roupas poderá ser criada. A proposta, como o próprio nome antecipa, quer fazer do Brasil um laboratório para a criação de moda. Experimentar formas, cores, texturas e temas particulares da cultura brasileira para o universo da moda é o seu objetivo. &lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;A metodologia é fruto da parceria entre a estudiosa e designer Adrienne Rabelo e a pesquisadora e mestre em comunicação Isabelle Anchieta, que utilizou com o aporte teórico a reflexão do historiador de arte Erwin Panofsky. &lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Assim, para realizar a tradução das formas da arquitetura; natureza; arte; artesanato; costumes que compõem as cidades brasileiras para o universo da moda nos apropriamos da análise de imagens idealizada por Panofsky. Pensada originalmente para a análise de obras de arte, a metodologia revelou-se rica e pertinente também para o processo de criação em moda. &lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;PARA ENTENDER MELHOR ACOMPANHE OS SLIDES &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;embed style="WIDTH: 426px; HEIGHT: 320px" name="flashticker" align="middle" src="http://widget-42.slide.com/widgets/slideticker.swf" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=lt&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=576460752339690818&amp;amp;site=widget-42.slide.com"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;div style="WIDTH: 426px; TEXT-ALIGN: left"&gt;&lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=lt&amp;amp;at=un&amp;amp;id=576460752339690818&amp;amp;map=1" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-42.slide.com/p1/576460752339690818/lt_t000_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=lt&amp;amp;at=un&amp;amp;id=576460752339690818&amp;amp;map=2" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-42.slide.com/p2/576460752339690818/lt_t000_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=lt&amp;amp;at=un&amp;amp;id=576460752339690818&amp;amp;map=F" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-42.slide.com/p4/576460752339690818/lt_t000_v000_s0un_f00/images/xslide42.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Obs. 1&gt; A animação acima foi criada pela brasileira que integra a equipe do museu do Traje, Angélica Santos. Ela documentou a apresentação e a divulgou em seu blog (&lt;a href="http://mi-cajon.blogspot.com/2008/10/cim-2008-participao-brasileira-parte3.html"&gt;mi-cajon.blogspot.com&lt;/a&gt;). Vale a pena visitar o blog da Angélica que, com colaboração de outros "cariocas espalhados pelo mundo", dá dicas generosas e singulares da moda e dos modos de vida na Europa. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;oBS 2&gt; O projeto &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;"Laboratório de Moda Brasil"&lt;/span&gt; foi tb adapdato para se tornar uma &lt;span style="color:#990000;"&gt;série para a TV&lt;/span&gt;. Gravamos durante 2007/2008 um piloto que envolveu a participação de 11 estudantes de design, uma produtora de vídeo - Cara de Cão/BHZ - com direção de Alfredo Alves. Estamos negociando sua exibição com algumas emissoras, que sabe, em breve, o programa irá ao ar...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-3097479807266290797?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/3097479807266290797/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=3097479807266290797&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/3097479807266290797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/3097479807266290797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2008/11/httpwww.html' title='Projeto Laboratório de Moda Brasil - CIM 2008, Madri/Espanha'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SQ25YYnk30I/AAAAAAAAAsY/Zr5ifGkSig0/s72-c/sello-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-6723513822909426712</id><published>2008-11-02T05:47:00.000-08:00</published><updated>2008-11-02T18:53:15.855-08:00</updated><title type='text'>A função humanizadora da Moda - CIM 2008</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SQ21e98CMUI/AAAAAAAAAr4/jBtwR-h4P6I/s1600-h/sello-1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5264063083093045570" style="WIDTH: 102px; HEIGHT: 92px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SQ21e98CMUI/AAAAAAAAAr4/jBtwR-h4P6I/s320/sello-1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SQ22FyX8DgI/AAAAAAAAAsA/d-ecdm8I1co/s1600-h/AMELIE+POULAIN.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5264063750003756546" style="WIDTH: 262px; HEIGHT: 188px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SQ22FyX8DgI/AAAAAAAAAsA/d-ecdm8I1co/s320/AMELIE+POULAIN.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,0,0);font-size:85%;" &gt;&lt;strong&gt;&gt; RESUMO DA PALESTRA DE ALFREDO CRUZ NO 1º CONGRESSO INTERNACIONAL DE MODA&lt;/strong&gt;, em 23/10/08, Madri &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;ALFREDO CRUZ (filósofo espanhol)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;“A moda expressa algo que o corpo não pode expressar”, com essa frase o filósofo espanhol Alfredo Cruz, expôs uma das mais interessantes palestras do Primeiro Congresso Internacional de Moda. Para ele a moda não deve ser vista como algo frívolo, mas entendida como elemento cultural que expressa valores humanos. A moda promove o valor do nosso estar no mundo (que não é somente físico, mas ao nosso modo de estar singular); do personar-se. E, para que tenha valor real, valor cultural a moda deve estar ligada ao viver, as vivências reais. &lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;O contrário, a moda despótica não é senão a expressão de si mesma, que não nos permite dizer nada sobre nós, sobre a nossa presença no mundo e nesse sentido deixa de ser um acontecimento humano. A moda em seu sentido mais forte deve oferecer os recursos lingüísticos que permitam a nossa expressão pessoal.&lt;br /&gt;Contrapondo-se a moda despótica o filósofo recorre ao mito de Narciso. Para ele se a moda olhar apenas para si mesma ela irá morrer; para que seja humana terá de olhar para o mundo e para o vivido. Critica o narcisimo tanto econômico como do processo de criação da moda (especialmente dos criadores fechados em seu mundo). Mas, aletra também para o perigo de entender a moda ética como uma moda a serviço de... A moda a serviço da paz, da pobreza, da política, da consciência. Para ele isso não é uma moda ética, já que ela torna-se um instrumento de uma causa que lhe é externa. A moda não deve servir a causas que lhe são exteriores já que a ética da moda reside em si mesma. O cultivo da moda, no sentido cultural é fundamental para a transcendência humana: a moda é algo verdadeiramente humano. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-6723513822909426712?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/6723513822909426712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=6723513822909426712&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/6723513822909426712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/6723513822909426712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2008/11/funo-humanizadora-da-moda-cim-2008.html' title='A função humanizadora da Moda - CIM 2008'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SQ21e98CMUI/AAAAAAAAAr4/jBtwR-h4P6I/s72-c/sello-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-7111432152248064306</id><published>2008-11-02T05:42:00.000-08:00</published><updated>2008-11-02T12:19:51.380-08:00</updated><title type='text'>A moda e o luxo na era Hipermoderna - CIM 2008</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SQ2ux_qldmI/AAAAAAAAArY/56zsBwfqDig/s1600-h/sello-1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5264055713392850530" style="WIDTH: 111px; HEIGHT: 84px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SQ2ux_qldmI/AAAAAAAAArY/56zsBwfqDig/s320/sello-1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SQ2u8rmo-aI/AAAAAAAAArg/nrQ3wn1DH_c/s1600-h/98.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5264055896986155426" style="WIDTH: 257px; HEIGHT: 349px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SQ2u8rmo-aI/AAAAAAAAArg/nrQ3wn1DH_c/s320/98.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,0,153);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,0,153);font-size:85%;" &gt;&lt;strong&gt;RESUMO DA PALESTRA DE LIPOVESTKY NO 1º CONGRESSO INTERNACIONAL DE MODA, em 22/10/08, Madri&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;GILLES LIPOVETSKY (filósofo francês)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;“Não podemos reduzir a moda a competição entre classes; há um erotismo no luxo que as pessoas se recusam a pensar” com a frase Lipovetsky responde aos críticos da moda que insistem em interpretá-la somente a partir das categorias de competição, rivalidade e distinção social. O filósofo defende, solitáriamente, que devemos ver na moda também um lócus de prazer, lúdico e experiências humanas. Para ilustrar a cena ele imagina uma mulher comprando um perfume em uma loja, ela abre o frasco, experimenta as fragrâncias, delicia-se com isso. Lipovetsky, após desenhar a cena afirma: não há função nenhuma nisso, no usar perfume. “O efêmero incomoda, pois queremos coisas que durem, sólidas”.Mas, as coisas não duram e nos demos conta disso, o próprio conceito do luxo deixa de ser localizado pela posse de objetos (ostentação) e passa a ser cada vez mais um “luxo experencial”. O luxo do turismo cultural, de passear pelo jardim de Versalles, o luxo da degustação de vinhos e temperos. Um luxo que promove "uma experiência de eternidade com o tempo”. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Se gostou da discussão &lt;strong&gt;a dica é ler o livro&lt;/strong&gt;: LIPOVETSKY, Gilles; ROUX, Elyette. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;O Luxo Eterno&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.São Paulo: Companhia das Letras, 2005. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-7111432152248064306?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/7111432152248064306/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=7111432152248064306&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/7111432152248064306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/7111432152248064306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2008/11/moda-e-o-luxo-na-era-hipermoderna-cim.html' title='A moda e o luxo na era Hipermoderna - CIM 2008'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SQ2ux_qldmI/AAAAAAAAArY/56zsBwfqDig/s72-c/sello-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-4480434441493385280</id><published>2008-10-30T11:51:00.000-07:00</published><updated>2009-02-13T18:45:42.867-08:00</updated><title type='text'>Primeiro Congresso Internacional de Moda em Madri - repercussão</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SZYvRscU8MI/AAAAAAAAAwo/0onTIAsGgfk/s1600-h/Europa+2008+408.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5302477592309592258" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SZYvRscU8MI/AAAAAAAAAwo/0onTIAsGgfk/s320/Europa+2008+408.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Gilles Lipovetsky e Isabelle Anchieta &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify" align="center"&gt;Ter contato com o autor que é a principal referência de minha pesquisa, o filósofo francês Gilles Lipovetsky, foi a mesma sensação de ver a Torre Eiffel ou o acervo do Louvre pela primeira vez - me dei conta que as coisas que nos parecem grandiosas, impossíveis são reais e mais acessíveis do que imaginamos. O mundo fica pequeno, ou melhor familiar e nos sentimos parte dele. Lipovetsky foi uma surpresa, apresentei a ele minha pesquisa (A quarta mulher) e demosntrou real interesse, me pedindo até que envie cópia do trabalho em francês.&lt;br /&gt;Queria compartilhar também a repercussão da apresentação da segunda pesquisa selecionada para Congresso Internacional, em Madri, o projeto "Laboratório de Moda Brasil". Eu e minha mãe, a designer Adrienne Rabelo, ficamos entre os 10 pesquisadores escolhidos no mundo todo para apresentar o trabalho na programação oficial. Para nossa surpresa o trabalho repercutiu muito, as pessoas tiravam fotos dos slides e dos desenhos. Após a apresentação fomos convidadas por mais três Universidades (EUA, México e Espanha) para reapresentar o trabalho, legal, não!? Uma participante do Congresso, uma brasileira, Angélica da Silva, que hoje faz parte da equipe do museu do traje registrou toda a palestra e divulgou em seu &lt;a href="http://mi-cajon.blogspot.com/2008/10/cim-2008-participao-brasileira-parte3.html"&gt;blog na forma de slide&lt;/a&gt; (disponibilizei o slide tb no blog). Obs. A Angélica é uma pessoa super generosa e seu blog digno de atenção, compartilha junto com outros cariocas espalhados pelo mundo dicas preciosas sobre Moda e Modos de Vida na Europa, para quem quer dicas preciosas o site as oferece generosamente&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-4480434441493385280?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/4480434441493385280/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=4480434441493385280&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/4480434441493385280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/4480434441493385280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2008/10/primeiro-congresso-internacional-de.html' title='Primeiro Congresso Internacional de Moda em Madri - repercussão'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SZYvRscU8MI/AAAAAAAAAwo/0onTIAsGgfk/s72-c/Europa+2008+408.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-1620148736975446627</id><published>2008-10-02T12:42:00.000-07:00</published><updated>2008-10-17T12:04:04.630-07:00</updated><title type='text'>O animal que voa com a cabeça</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SOUkrfQAUNI/AAAAAAAAAgM/VJ0Fq3zJtns/s1600-h/2008062410.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5252644869939155154" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SOUkrfQAUNI/AAAAAAAAAgM/VJ0Fq3zJtns/s320/2008062410.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;“E, se mais adiante, te faltarem todas as escadas, será preciso saberes trepar sobre a tua própria cabeça; senão como quererias subir mais alto?” (Nietzsche. AF.Z, P.122,)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Fomos obrigados a voar com a cabeça. Diante do precipício das nossas limitações construímos pontes. Ultrapassar. Ir além do que nos torna banais. E se voar é fruto da superação de nossos limites e deficiências, isso torna-se ainda mais grave para aqueles ditos “fracos”.&lt;br /&gt;Mas, os fracos de possibilidades, os não agraciados pelo destino que tem fome de vida e superação são os homens/mulheres que voam. Rastejam, desejam asas e voam. Uma potência que testa nossa paciência, nossa coragem, nossos limites. Cansa, mas há de restar sempre a fé no que se pode vir a ser. E, se só ela restar, toda a força pode ser restituída de uma só vez. Podemos perder tudo, nunca essa pequena chama, capaz de reacender todo o nosso ser.&lt;br /&gt;Agora entendo a frase de Nietszche em que afirma que...“ se mais adiante, te faltarem todas as escadas, será preciso saberes trepar sobre a tua própria cabeça; senão como quererias subir mais alto?” (Nietzsche. AF.Z, P.122) &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-1620148736975446627?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/1620148736975446627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=1620148736975446627&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1620148736975446627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1620148736975446627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2008/10/o-animal-que-voa-com-cabea.html' title='O animal que voa com a cabeça'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SOUkrfQAUNI/AAAAAAAAAgM/VJ0Fq3zJtns/s72-c/2008062410.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-5787920622997927829</id><published>2008-09-03T15:50:00.000-07:00</published><updated>2008-10-02T18:58:17.294-07:00</updated><title type='text'>O belo na necessidade das coisas...</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SOV8JshBwYI/AAAAAAAAAhM/8_oIup9Z2fU/s1600-h/cafe01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5252741046407905666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="232" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SOV8JshBwYI/AAAAAAAAAhM/8_oIup9Z2fU/s320/cafe01.jpg" width="310" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Há uma diferença sutil entre o belo e o tornar as coisas belas. O primeiro é; o segundo torna-se. E, é esse segundo movimento o que mais me fascina. Tornar as coisas belas é fazer dos objetos, das paisagens, dos gestos, dos outros fatos extraordinários em nosso cotidiano. Ritualizar a vida. Aprendi isso, com a mais dura realidade. Quando nos falta o tempo, as possibilidades temos de aprender a ver na vida mais do que obrigações e o feio. É preciso ver o belo na necessidade das coisas. Assim, com a “falta”, aprendi a colocar nas coisas mais banais um gosto incomum. Meus banhos têm cheiros, música e alegria. Meu café é feito vagarosamente até o cheiro contaminar toda a casa. Meus livros são saboreados com uma vibração incomum, cada página pode me provocar insônia (como quando li o “Niilismo europeu” de Nietzsche). Me alegro com suas palavras, pois produzem uma fé sem religião, uma fé em minha potência, no meu vir a ser, mesmo quando as vistas escurecem e o corpo tomba de cansaço – como agora. É preciso ter coragem e beleza para se viver. São as duas coisas fundamentais. Se morre quando não se pode mais lutar. E a vida só tem sentido na luta e na celebração. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Isabelle Anchieta&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;“&lt;/strong&gt;Vou&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt; dizer qual é o pensamento que deve tornar-se a razão, a garantia da doçura de toda a minha vida! É aprender cada vez mais a ver o belo na necessidade das coisas: é assim que serei sempre daqueles que tornam as coisas belas. Amor fati: seja esse de agora em diante o meu amor. Não quero fazer guerra ao feio. Não quero acusar, nem mesmo os acusadores. Desviarei o meu olhar, será essa, de ora em diante, a minha única negação! Em uma palavra, não quero, a partir de hoje, ser outra coisa senão um afirmador” (Nietzsche, GC)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-5787920622997927829?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/5787920622997927829/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=5787920622997927829&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/5787920622997927829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/5787920622997927829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2008/09/o-belo-na-necessidade-das-coisas.html' title='O belo na necessidade das coisas...'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SOV8JshBwYI/AAAAAAAAAhM/8_oIup9Z2fU/s72-c/cafe01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-5431652479414834612</id><published>2008-08-04T11:17:00.000-07:00</published><updated>2008-09-30T18:36:59.840-07:00</updated><title type='text'>Curso da professora em parceria com o antropólogo Roberto DaMatta e a designer Adrienne Rabelo</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SJdTlhY78cI/AAAAAAAAAdk/yGtHqeXVLnY/s1600-h/lino-baixa1r.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5230741396297347522" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 254px; CURSOR: hand; HEIGHT: 236px" height="291" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SJdTlhY78cI/AAAAAAAAAdk/yGtHqeXVLnY/s400/lino-baixa1r.jpg" width="337" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;A Moda brasileira e suas identidades &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto: Roupa de Lino Villaventura&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Existe uma moda brasileira? Em um país multicultural não seria melhor dizer que existem “modas” no plural? Como podemos encontrar modas brasileiras e produzir produtos com identidade e valor agregado? São essas as questões que a designer e artista plástica Adrienne Rabelo e a pesquisadora e mestre em comunicação Isabelle Anchieta de Melo irão discutir. As mineiras são as brasileiras escolhidas para representar o Brasil no primeiro Congresso Internacional de Moda (CIM 2008) que acontece na Europa, em Madri. Elas desenvolveram um projeto denominado “Laboratório de Moda Brasil” que tem como desafio levantar as múltiplas identidades das modas no país. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Professores:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Roberto Damatta&lt;/strong&gt; - Antropólogo, Ensaísta de Cultura, Professor Doutor da Universidade de Notre Dame (EUA), Doutor pelo Peaboy Museum, Harvard University (EUA).&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Foi pioneiro nos estudos de rituais e festivais em sociedades industriais, tendo investigado o Brasil como sociedade e sistema cultural por meio do carnaval, do futebol, da música, da comida, da cidadania, da mulher, da morte, do jogo do bicho e das categorias de tempo e espaço. Considerado um dos grandes nomes das &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="Ciências Sociais" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/CiÃªncias_Sociais"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Ciências Sociais&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; brasileiras, DaMatta é autor de diversas obras de referência na Antropologia, &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="Sociologia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sociologia"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Sociologia&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="Ciência Política" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/CiÃªncia_PolÃ&amp;shy;tica"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Ciência Política&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;, como Carnavais, Malandros e Heróis, A casa e a rua ou O que faz o brasil, Brasil?.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Adrienne Rabelo&lt;/strong&gt; - Design e consultora de moda, formada em Belas Artes pela UFMG e com curso de estilismo pelo estúdio Berçot/Marie Rucki de Paris. A design foi premiada por suas criações nos concursos Santista de estilismo e Smirnoff Internacional. Foi coordenadora de moda da Indústria têxtil Ferreira Guimarães e gerente do Moda Tec Fiemg (Federação das Industrias de Minas Gerais). Realiza pesquisas periódicas de tendências e oferece consultorias e palestras para várias empresas. É professora universitária de design de moda e desenvolve uma linha de acessórios que leva o seu nome e que reúne tecnologia com o feito a mão. Produzindo formas e modelagens originais suas bolsas foram selecionadas e expostas no encontro Brasil/França na Galerie Lafayette em 2005.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Isabelle Anchieta&lt;/strong&gt; - Jornalista, mestre em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). É pesquisadora pela UFMG, no grupo "Jornalismo, Cognição e Realidade" (JR), que tem como objetivo sistematizar, contextualizar e analisar as Teorias do Jornalismo. Foi apresentadora e editora do jornal da Rede Globo em Minas Gerais. Repórter de documentários especiais pela TV Cultura (Rede Minas de Televisão). É professora de Teorias da Comunicação; de Estudos Avançados em Comunicação e Teorias do Jornalismo no Centro Universitário Newton Paiva.&lt;/span&gt; &lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&gt;&gt;Mais informações&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; no site da Academia de Idéias: &lt;a href="http://www.academiadeideias.com/index.asp"&gt;http://www.academiadeideias.com/index.asp&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-5431652479414834612?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/5431652479414834612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=5431652479414834612&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/5431652479414834612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/5431652479414834612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2008/08/curso-da-professora-em-parceria-com-o.html' title='Curso da professora em parceria com o antropólogo Roberto DaMatta e a designer Adrienne Rabelo'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SJdTlhY78cI/AAAAAAAAAdk/yGtHqeXVLnY/s72-c/lino-baixa1r.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-539221822368320639</id><published>2008-07-08T08:14:00.000-07:00</published><updated>2008-07-08T08:34:32.630-07:00</updated><title type='text'>Reportagem no jornal Estado de Minas sobre projetos da professora no 1º Congresso Internacional na Europa</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SHOITl3FF1I/AAAAAAAAAXA/RSEtuZ5kJkY/s1600-h/reportagem+Estado+de+Minas+4+m+e+lab+Moda+005.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220666263214561106" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SHOITl3FF1I/AAAAAAAAAXA/RSEtuZ5kJkY/s400/reportagem+Estado+de+Minas+4+m+e+lab+Moda+005.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#3333ff;"&gt;Jornal Estado de Minas, Caderno Feminino&amp;amp; Masculino, p.6,  dia 06 de julho de 2008&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Jornalista: Lilian Monteiro; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fotógrafo: Renato Weill&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-539221822368320639?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/539221822368320639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=539221822368320639&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/539221822368320639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/539221822368320639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2008/07/reportagem-no-estado-de-minas-sobre.html' title='Reportagem no jornal Estado de Minas sobre projetos da professora no 1º Congresso Internacional na Europa'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SHOITl3FF1I/AAAAAAAAAXA/RSEtuZ5kJkY/s72-c/reportagem+Estado+de+Minas+4+m+e+lab+Moda+005.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-2413277766579761612</id><published>2008-07-02T14:16:00.000-07:00</published><updated>2008-07-24T07:32:04.129-07:00</updated><title type='text'>NoivaS do Cordeiro: uma história real de preconceito e solidariedade entre mulheres de uma comunidade rural de Minas Gerais</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto: Beto Novaes/EM&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218529531957243490" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 282px; CURSOR: hand; HEIGHT: 182px" height="174" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SGvw9doybmI/AAAAAAAAAWo/26OnlYpC_dU/s320/Noivas+do+cordeiro+2.jpg" width="252" border="0" /&gt;Mais de 200 mulheres unidas por um sentido de vida coletiva que está além de qualquer formalismo, ideal político ou religioso. Um estar junto alicerçado em sentimentos raros e incomuns nos dias de hoje: o respeito mútuo; a solidariedade e essa palavra de luxo, o amor. Vivem em uma comunidade rural, tão perto e tão longe de Belo Horizonte: Noiva do Cordeiro, em Belo Vale, região Central de Minas, a 100 km da capital mineira.&lt;br /&gt;Mas, essa vida organizada pelo “amor” tornou-se (sem que tivessem essa intenção) um modo revolucionário de se viver. Estas mulheres incomodaram profundamente pessoas habituadas as regras, aos dogmas, a desconfiança, a violência e ao desamor. Tanto que a comunidade que surgiu no sec. XIX foi por muito tempo isolada de outras pelo preconceito. Taxadas de prostitutas e com o agravante de não adotarem o catolicismo como religião e o casamento como regra elas sofreram, injustamente, uma série de constrangimentos.&lt;br /&gt;No entanto, enganam-se os que acreditam na ingenuidade das “moças da roça”; articuladas e sabedoras de seus direitos essas belas mulheres viraram o jogo. Criaram uma associação; receberam a primeira escola de informática da zona rural de MG e hoje vendem os produtos artesanais que fabricam para lojas da região.&lt;br /&gt;Quem "deu a ver" essa história foi o &lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;jornalista&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Gustavo Werneck&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;em&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2008/03/08/em_noticia_interna,id_sessao=2&amp;amp;id_noticia=53734/em_noticia_interna.shtml"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;reportagem&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; para o jornal Estado de Minas. Dela tomou conhecimento um colega e grande &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;diretor de TV Alfredo Alves.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Sensibilizado Alfredo resolveu contar a história dessas mulheres em um vídeo que foi ao ar pela GNT no dia 26/06/08. Um &lt;a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM847214-7822-NOIVAS+DO+CORDEIRO,00.html"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;documentário&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; que concilia um apurado senso estético e poético em sua edição, narração da escritora &lt;a href="http://www.releituras.com/lyaluft_bio.asp"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Lya Luft&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;e depoimentos que nos fazem repensar o modo de vida que adotamos viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Para assistir parte do documentário &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM847214-7822-NOIVAS+DO+CORDEIRO,00.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;clique aqui&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-2413277766579761612?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/2413277766579761612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=2413277766579761612&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/2413277766579761612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/2413277766579761612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2008/07/as-noivas-do-cordeiro-uma-histria-de.html' title='NoivaS do Cordeiro: uma história real de preconceito e solidariedade entre mulheres de uma comunidade rural de Minas Gerais'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SGvw9doybmI/AAAAAAAAAWo/26OnlYpC_dU/s72-c/Noivas+do+cordeiro+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-758837358764966855</id><published>2008-06-20T20:48:00.000-07:00</published><updated>2008-06-20T21:06:42.426-07:00</updated><title type='text'>A vida não pára : a vida é tão rara</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Aprendemos duas coisas distintas e contraditórias, primeiro a de que temos de conquistar a vida o quanto antes, ter dela as nossas respostas. Mas, aprendemos, em seguida, que é preciso saber olhar a paisagem e não só acelerar.&lt;br /&gt;Eis a grande confusão, a grande ansiedade com a passagem do tempo, misturada a uma perda irreparável. Ansiedade por não ter se tornado ainda o que se pode ser e por, ao mesmo tempo, esgotar o tempo das coisas fundamentais nessa busca. A falta com as pessoas que amamos, a falta conosco. Assim, se por um lado não nos é dado o espaço de parar, não sobra para viver, ser, estar. Se não nos movimentamos as coisas não nos chegam e se não paramos perdemos coisas fundamentais, raras. É preciso também de um sorriso, de um toque de quem amamos. Do corpo entregue, da mente livre. Esse tempo irreparável. Essa alegria que nos escapa a cada instante.&lt;br /&gt;Há outro inquietante elemento: o da tragicidade de viver. No sentido de que nunca teremos a certeza de que estamos trilhando o caminho certo e, por isso, ele, o caminho em que estamos sempre tornar-se uma questão. A contradição agrava-se, pois agora nos perguntamos se a pressa para chegar nesse “algum lugar” faz sentido. Guimarães Rosa dizia que não, que o movimento que prossegue nunca chega ao fim, pois &lt;strong&gt;“o rio não quer chegar a lugar algum, só quer ser mais profundo”.&lt;/strong&gt; Acho esse pensamento de uma sabedoria da qual ainda não compartilho o conforto, já que não me acalma. Prefiro a resposta despretenciosa de um amigo que me disse: &lt;strong&gt;“o caminho certo é aquele que você está nele”&lt;/strong&gt;. Isso me acalmou, pois revelou primeiro que não existe caminho certo e segundo que o caminho certo se faz ao caminhar e que não há outro a seguir a não ser o que se está nele. Mas, mesmo assim, continua a angústia, o não saber, a tragicidade (na qual Nietzsche viu tanta beleza).&lt;br /&gt;Continua a questão, pois ela é de natureza insolúvel. Não há visionário que possa traçar essa tão frágil e instável linha. Eis o grande peso de viver e decidir em busca do equilíbrio na leveza necessária.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-758837358764966855?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/758837358764966855/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=758837358764966855&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/758837358764966855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/758837358764966855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2008/06/vida-no-para-vida-to-rara.html' title='A vida não pára : a vida é tão rara'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-1342852327249051501</id><published>2008-06-09T09:24:00.001-07:00</published><updated>2008-06-10T17:19:34.950-07:00</updated><title type='text'>Sobre amar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SE1ZhPaTOYI/AAAAAAAAAWg/34bxVv__eOo/s1600-h/EE-1131.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5209918771544930690" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SE1ZhPaTOYI/AAAAAAAAAWg/34bxVv__eOo/s320/EE-1131.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;strong&gt;                                             &lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto: Elliot Erwit&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;strong&gt;Só aquele que permanece inteiramente ele próprio pode, com o tempo, permanecer objeto do amor, porque só ele é capaz de simbolizar para o outro a vida, ser sentido como tal. Assim, nada há de mais inepto em amor do que se adaptar um ao outro, de se polir um contra o outro, e todo esse sistema interminável de concessões mútuas... e, quanto mais os seres chegam ao extremo do refinamento, tanto mais é funesto de se enxertar um sobre o outro, em nome do amor, de se transformar um em parasita do outro, quando cada um deles deve se enraizar robustamente em um solo particular, a fim de se tornar todo um mundo para o outro"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cefetsp.br/edu/eso/filosofia/paixaolouandreassalome.html"&gt;Lou-Andreas Salomé&lt;/a&gt; (escritora e intelectual -1861/1937). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;**************&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;strong&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;strong&gt;Leia também&lt;/strong&gt;: Reportagem da Cult sobre&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;namorados famosos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, como &lt;a href="http://revistacult.uol.com.br/website/site.asp?edtCode=3F5C0A0E-F731-42AA-AC32-4399855F0D25&amp;amp;nwsCode={D1836146-7BFA-4786-97AD-5F864D8FB209}"&gt;Martin Heidegger e Hannah Arendt&lt;/a&gt;; &lt;a href="http://revistacult.uol.com.br/website/site.asp?edtCode=80D6EB47-3DC7-4E32-8C2E-950A8017D51C&amp;amp;nwsCode=D544D55B-860E-4375-A1FE-28CFD27CC494"&gt;Simone de Beauvoir e Jean Paul Sartre&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://revistacult.uol.com.br/website/site.asp?edtCode=80D6EB47-3DC7-4E32-8C2E-950A8017D51C&amp;amp;nwsCode=DAD2A747-15E0-4045-914A-6008DBB54A67"&gt;Clarice Lispector e Lúcio Cardoso&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-1342852327249051501?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/1342852327249051501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=1342852327249051501&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1342852327249051501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/1342852327249051501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2008/06/sobre-amar.html' title='Sobre amar'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SE1ZhPaTOYI/AAAAAAAAAWg/34bxVv__eOo/s72-c/EE-1131.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-7959097288610015004</id><published>2008-04-30T14:18:00.000-07:00</published><updated>2008-05-05T20:04:47.463-07:00</updated><title type='text'>Pesquisa da professora sobre a imagem da mulher no sec.XXI é reconhecida na Europa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SBjjMvaWHMI/AAAAAAAAAV4/rT2tqDplCcM/s1600-h/especial_01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5195151978196769986" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SBjjMvaWHMI/AAAAAAAAAV4/rT2tqDplCcM/s400/especial_01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Qual é a imagem pública da mulher contemporânea? Quais foram às imagens anteriores que proporcionaram o aparecimento dessa nova? A mulher conquistou uma imagem social emancipada, capaz de possibilitar a experiência da singularidade? Essas são as questões da pesquisa que desenvolvo há um ano*. Para minha satisfação e surpresa fui convidada para apresentar essa pesquisa em Madri,&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;no primeiro&lt;strong&gt; &lt;a href="http://www.cim2008.es/index_eng.html"&gt;Congresso Internacional de Moda da Europa &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;(que acontecerá em outubro). O evento reunirá grandes nomes e conta com a participação do autor que inspirou a pesquisa, o filósofo francês &lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistacult.uol.com.br/website/news.asp?edtCode=AF90AA66-E27F-47E9-BD3A-4810E07F2913&amp;amp;nwsCode=CAA8F3EE-F392-4A8B-865A-0078658EABD0"&gt;Gilles Lipovetsky&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, autor dos livros “O Império do Efêmero”; “A Terceira Mulher” e “O Luxo Eterno” .&lt;br /&gt;Analisei mais de 200 imagens desde a pré-história; passando pela Grécia, Idade Média; Renascimento; Modernidade até chegar as propagandas na pós-modernidade. Denominei de &lt;strong&gt;“quarta mulher”&lt;/strong&gt;, a mulher do século XXI que passou por uma série de fases até conquistar uma imagem pública, social e midiática emancipada. Primeiro analisei as imagens de valor místico da pré-história; diabólicas da tradição grega e cristã; maternais e etéreas do Renascimento; ingênuas e manipuláveis representadas pelas Pin-ups americanas e magra e eficiente, representada pelas manequins do séc. XX na sociedade capitalista. E, se por um lado constata-se que a mulher do séc. XX consegue, pela primeira vez na História, constituir um imaginário distante das imposições masculinas, por outro, a sociedade Capitalista cria uma nova série de auto-coerções e controles patológicos. Ser magra; estar na moda; ser bem sucedida e boa mãe. Há agora um acúmulo de condutas eficientes que tornam-se um peso para a mulher, gerando ansiedade, depressão e frustração. E, é a tomada de consciência dessa contradição, que constitui o que denomino &lt;strong&gt;“A Quarta Mulher”.&lt;/strong&gt; Ela nasce da crítica e da constituição de um novo comportamento, mais flexível e respeitoso com as diferenças raciais; estéticas; espirituais; étnicas; culturais e pessoais das mulheres. Trata-se de uma mulher que respeita suas limitações e amplia o conceito de beleza e de realização pessoal para além da aparência física.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;*&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;span style="color:#660000;"&gt;A pesquisa já foi apresentada, na forma de um mini-curso na Academia de Idéias em nov. de 2007 e, na ocasião, o jornal Estado de Minas publicou uma &lt;/span&gt;&lt;a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/R0uBIpx3eTI/AAAAAAAAAHI/P-wNWBH3lQU/s400/reportagem%2BEM%2B25%2Bnov%2B2007%2B002.jpg&amp;amp;imgrefurl=http://isabelleanchieta.blogspot.com/2007/11/quarta-mulher.html&amp;amp;h=400&amp;amp;w=300&amp;amp;sz=18&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;start=1&amp;amp;sig2=VAKWq-V4zs7SObVebuKspQ&amp;amp;um=1&amp;amp;tbnid=OizVbHhGBhWQEM:&amp;amp;tbnh=124&amp;amp;tbnw=93&amp;amp;ei=fcYfSN-pL5f0eYfimOsL&amp;amp;prev=/images%3Fq%3DIsabelle%2BAnchieta%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26rlz%3D1T4GZEZ_pt-BRBR272BR272%26sa%3DN"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;reportagem&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt; sobre a pesquisa. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;*&lt;em&gt; Estou, mais uma vez, muito feliz por essa conquista, que não é só minha, mas resultado da relação de admiração, apoio e motivação forjada com meus alunos de Divinópolis, da Fumec, da Newton Paiva, meus caros colegas professores, amigos, familiares, do Fábio Caporali, da Cida, da Marialice e de todos da Newton e da UFMG. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-7959097288610015004?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/7959097288610015004/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=7959097288610015004&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/7959097288610015004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/7959097288610015004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2008/04/pesquisa-da-professora-sobre-mulher.html' title='Pesquisa da professora sobre a imagem da mulher no sec.XXI é reconhecida na Europa'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SBjjMvaWHMI/AAAAAAAAAV4/rT2tqDplCcM/s72-c/especial_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-5931132740741534303</id><published>2008-04-19T15:17:00.000-07:00</published><updated>2008-04-19T19:42:33.745-07:00</updated><title type='text'>Boas notícias no jornalismo: como fazer do cinismo jornalístico um ceticismo criativo</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SApxfhvXO8I/AAAAAAAAAVw/Ze8czfc6cBY/s1600-h/moldova04.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5191086306944826306" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 387px; CURSOR: hand; HEIGHT: 226px; TEXT-ALIGN: center" height="231" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SApxfhvXO8I/AAAAAAAAAVw/Ze8czfc6cBY/s400/moldova04.jpg" width="378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto: Jonas Bendiksen, Magnum&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O jornalismo contribui para a emancipação das pessoas? Ele é um discurso capaz de mobilizar a ação individual e coletiva? Você se lembra de alguma reportagem que tenha te tocado positivamente? Ao adotar, em quase sua totalidade a negatividade como valor-notícia, o jornalismo contribui para nos motivar? Essas são as questões dessa reflexão aqui proposta. A de &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6633ff;"&gt;até que ponto a visão “crítica”, atrelada, de forma reducionista, a um pessimismo diante da realidade, não se torna um cinismo negligente por parte do jornalismo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Vale lembrar, aqui, que o &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#333399;"&gt;“elogio”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; é uma modalidade da crítica. Esquecido pelos intelectuais brasileiros (e assumido, corajosamente, pelos europeus&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1885645142261308882#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;) o elogio é tido como ingênuo, superficial e comprometido. Assim, quando uma reportagem fala de algo “bom” no Brasil ela é taxada de “publicitária” recebendo uma desconfiança generalizada. Não damos espaço, nem os jornalistas, nem o público dito “crítico” para uma “crítica” no sentido forte.&lt;strong&gt; &lt;span style="color:#6633ff;"&gt;Pois, defendo que apenas quando as coisas positivas tem espaço de emergir, mesmo que no campo das possibilidades (do vir a ser) que efetivamente produzimos a mobilização individual e coletiva. Assim, mesmo um fato negativo pode ser abordado por uma positividade.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; A jornalista Judy Foster relembra uma reportagem em que tal inversão foi feita:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#6666cc;"&gt;"Um jornalista de NY foi cobrir um fato em que um homem ateou fogo contra o próprio corpo. Quando chegou ao local procurou a esposa para entrevistá-la. E, para seu constrangimento, ela pediu que não publicasse a matéria, pois não queria que seu marido fosse conhecido como o homem que colocou fogo no próprio corpo. O jornalista, comovido com o pedido, perguntou a ela: como gostaria que seu marido fosse lembrado? Após a pergunta a mulher mudou a feição e começou a relatar ao jornalista o homem maravilhoso, pai e esposo que era seu marido. Revelou a ele que seu marido havia descoberto que tinha uma doença degenerativa e que, por isso, havia cometido o ato extremo. O jornalista, então, escreveu a matéria. E, ao invés de reduzir a notícia a negatividade ele recontou a história da esposa e dos vizinhos. Descreveu a vida daquele homem e o carinho que as pessoas tinham por ele para, desse ponto, revelar as motivações para o ato extremo e seu desfecho".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1885645142261308882#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;[1]&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; Das reflexões de europeus célebres destacamos: “O Elogio da Loucura” de Erasmo de Roterdam; “Um elogio do Ensaio” de Albert Camus; “O elogio do Ócio” de Bertrand Russell; “O elogio da razão sensível” de Michel Maffesoli; “Do desespero silencioso ao elogio do amor”, de Soren Kierkgaard; entre outros elogios. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#6633ff;"&gt;&lt;strong&gt;OBS. VOU PUBLICAR O ARTIGO NA íNTEGRA, POSTERIORMENTE &gt; SE INTERESSAREM-se PELA DISCUSSÃO ME DIGAM... &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-5931132740741534303?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/5931132740741534303/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=5931132740741534303&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/5931132740741534303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/5931132740741534303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2008/04/boas-notcias-no-jornalismo-como-fazer.html' title='Boas notícias no jornalismo: como fazer do cinismo jornalístico um ceticismo criativo'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/SApxfhvXO8I/AAAAAAAAAVw/Ze8czfc6cBY/s72-c/moldova04.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-8751599400339679672</id><published>2008-04-04T14:00:00.000-07:00</published><updated>2008-04-23T14:52:38.492-07:00</updated><title type='text'>Professora participou de debate sobre a Lei de Imprensa no programa Rede Mídia</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/R_aY16-OjLI/AAAAAAAAAVo/coMTTHdhIzE/s1600-h/logo_rede_midiagrande.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5185500073094450354" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/R_aY16-OjLI/AAAAAAAAAVo/coMTTHdhIzE/s400/logo_rede_midiagrande.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;A liberdade de expressão corre risco no Brasil?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;"A mídia reagiu e o Congresso reacendeu um debate sepultado havia mais de 10 anos. Afinal, precisamos de uma lei de imprensa? Para que serve esta lei? Por que este debate interessa diretamente a cada cidadão brasileiro?&lt;br /&gt;No dia do jornalista, que se comemora neste segunda, 7 de abril, a lei de imprensa é o tema do programa Rede Mídia, que entrevista&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;strong&gt; jornalista Dídimo Paiva&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; e a &lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;professora Isabelle Anchieta de Melo&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O programa é ancorado pelo&lt;strong&gt; jornalista &lt;span style="color:#990000;"&gt;José Eduardo Gonçalves&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; e vai ao ar as 9 e 30 da noite, com reapresentação no domingo, as 8 da noite". &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;SAIBA MAIS SOBRE O ASSUNTO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;strong&gt;ARTIGO&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.observatorio.ig.com.br/artigos.asp?cod=474CID004"&gt;&lt;em&gt;"Por que a Lei de Imprensa é importante para os jornalistas e para a sociedade"&lt;/em&gt; (Observatório da Imprensa) &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.redeminas.mg.gov.br/Cmi/Pagina.aspx?7165"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-8751599400339679672?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/8751599400339679672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=8751599400339679672&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/8751599400339679672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/8751599400339679672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2008/04/professora-discute-lei-de-imprensa-no.html' title='Professora participou de debate sobre a Lei de Imprensa no programa Rede Mídia'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/R_aY16-OjLI/AAAAAAAAAVo/coMTTHdhIzE/s72-c/logo_rede_midiagrande.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-8426203682496700093</id><published>2008-03-31T05:48:00.000-07:00</published><updated>2008-04-23T15:10:21.038-07:00</updated><title type='text'>Quem disse que a Indústria Cultural não é arte?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/R_DjyK-Oi9I/AAAAAAAAATM/hinlZP77puw/s1600-h/sem+tÃ&amp;shy;tulo3.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5183893622181759954" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/R_DjyK-Oi9I/AAAAAAAAATM/hinlZP77puw/s400/sem+t%C3%ADtulo3.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/R_Dj4K-Oi-I/AAAAAAAAATU/9lEJuCeHGYo/s1600-h/gringo+cardia2.bmp"&gt;&lt;/a&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5183893845520059378" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/R_Dj_K-Oi_I/AAAAAAAAATc/aTqwrHCCLUA/s400/gringo+cardia.bmp" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/R_Ddta-Oi6I/AAAAAAAAAS0/HT8qgVyzko8/s1600-h/gringo+cardia2.bmp"&gt;&lt;/a&gt;Quem duvida disso deveria ver/ouvir/sentir a exposição em cartaz no Palácio das Artes* sobre o designer &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Gringo Cardia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Sabe as capas dos Cds do Skank? Da Cássia Eller? E os cenários do show da Pitty? Pois é, é ele, Gringo Cardia, o designer responsável por essas belíssimas criações. Expostas no museu nos conduzem a estranhá-las como expressões legítimas de arte, já que nos provocam e nos chamam para sua beleza e inusitado. A exposição apresenta maquetes dos cenários dos shows e peças de teatro; clipes e fotos dos CDs e suas capas . É, em si, dinâmica e evolvente como o é a Indústria Cultural. Mostra que, para ser arte, não tem que ter dedinho no rosto (o Pensador!) e dar sono. &lt;em&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;strong&gt;A cultura audiovisual não é, como alguns pensam, o empobrecimento dos nossos sentidos, ao contrário, é o aguçamento sinestésico deles&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.palaciodasartes.com.br/agenda/detalhes.aspx?IdAgenda=259"&gt;&lt;strong&gt;Para saber mais sobre a exposição Gringo Cardia&lt;/strong&gt;...&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.palaciodasartes.com.br/conteudos/detalhes.aspx?IdCanal=17&amp;amp;IdMateria=245"&gt;&lt;strong&gt;Entrevista com Gringo Cardia&lt;/strong&gt;...&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-8426203682496700093?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/8426203682496700093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=8426203682496700093&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/8426203682496700093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/8426203682496700093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2008/03/quem-disse-que-indstria-cultural-no.html' title='Quem disse que a Indústria Cultural não é arte?'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0DPgu8XWc4E/R_DjyK-Oi9I/AAAAAAAAATM/hinlZP77puw/s72-c/sem+t%C3%ADtulo3.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-6719756533618833664</id><published>2008-03-27T09:17:00.000-07:00</published><updated>2008-04-23T15:08:46.443-07:00</updated><title type='text'>Glória Reis: a professora que incomodou a Justiça</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;"O que aconteceu comigo é apenas um caso isolado e não teria grande importância se não resumisse a maneira como se procede com muitos outros além de mim. É por esses que falo aqui, e não por mim."(Kafka, O Processo)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;((Revista Época, de 17 de março de 2008, edição: 513))&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por Ruth de Aquino&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Poucos a conheciam até que ela foi condenada a quatro meses de prisão por difamar um juiz. Professora estadual aposentada, Glória se dedica a atender, como voluntária, "adolescentes em situação de risco social". E edita desde 2001 um pequeno jornal em que os presos de Leopoldina, Minas Gerais, escrevem artigos. O crime de Glória foi escrever um editorial contra as péssimas condições da cadeia pública da cidade e a negligência de juízes e advogados."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EDG82355-9554,00.html"&gt;&lt;strong&gt;LEIA A REPORTAGEM COMPLETA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://jornalrecomeco.blogspot.com/"&gt;BLOG DO JORNAL RECOMEÇO&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1885645142261308882-6719756533618833664?l=isabelleanchieta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/feeds/6719756533618833664/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1885645142261308882&amp;postID=6719756533618833664&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/6719756533618833664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1885645142261308882/posts/default/6719756533618833664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelleanchieta.blogspot.com/2008/03/glria-reis-professora-que-incomodou.html' title='Glória Reis: a professora que incomodou a Justiça'/><author><name>Isabelle Anchieta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08720960148784352146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-vUz8eio1y8A/Tl7YpBLRUpI/AAAAAAAABQk/r3SC-MiyltU/s220/_p%2526b.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1885645142261308882.post-2945954905544743843</id><published>2008-03-15T19:23:00.000-07:00</published><updated>2008-04-23T15:02:01.916-07:00</updated><title type='text'>Comentário em vídeo sobre o evento "As Tramas do Contemporâneo" (Itaú Cultural)</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-1e319af54865efc" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;par
