outubro 11, 2016

É a crise da humanidade? Um ponto de inflexão?





Atacar a França no dia 14 de julho é tentar atropelar simbolicamente o que esse país representou quando propagou as sintéticas (e potentes) ideias de liberdade, igualdade e fraternidade. No sentido de não nos submetermos a nada e ninguém e entendermos os outros como humanos. Individuais, diferentes, mas unidos em nossa humanidade: individumanos. Ainda que com enormes dificuldades, podemos afirmar que a partir do século XVIII uma série de fronteiras foram colocadas em questão. A fronteira racial; entre homens e mulheres; a da opção sexual; entre classes sociais etc. Mas infelizmente vivemos um ponto de inflexão no século XXI, mudando a curva de direção. Os atentados terroristas, o conflito entre negros e brancos nos EUA, a crise migratória na Europa; a saída da Inglaterra da União Europeia e mesmo a polarização política que vivemos no Brasil fazem decrescer a nossa expectativa de fazer valer o sentido mais essencial (e primeiro) do humanismo.


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